terça-feira, 29 de julho de 2014

::: Diabetes gestacional pode levar ao nascimento prematuro do bebê :::

Entenda como doença acontece e quais medidas devem tomadas


A gravidez é, sem sobra de dúvidas, um momento especial na vida da mulher. O desenvolvimento de diabetes gestacional neste período é um quadro que exige acompanhamento e cuidado adequados. Acometendo entre 2,4 a 7,2% das gestantes, segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, o Diabetes Gestacional requer diagnóstico e tratamento breves, pois pode causar desde parto prematuro até o nascimento de bebês muito acima do peso.
As causas do diabetes gestacional envolvem as mudanças hormonais no corpo da mulher durante a gestação. A placenta, para garantir que a glicose chegue de forma adequada ao bebê em formação, acaba enfraquecendo a insulina da mãe. O resultado é uma compensação do pâncreas materno, produzindo mais insulina na tentativa de reduzir os níveis de açúcar no sangue. Este quadro de glicose alta e insulina alta no sangue - que muitas vezes não consegue controlar os níveis de glicose - vai se somar, levando então ao desenvolvimento do diabetes gestacional.

O diagnóstico é realizado através da realização da dosagem de glicose no sangue (glicemia) e da curva glicêmica. O primeiro passo do tratamento é a correção dos hábitos alimentares, com orientação nutricional adequada. Na medida em que a gestação permitir, a atividade física deve ser estimulada, pois é importante para regular os níveis de açúcar no sangue. As gestantes que não apresentam controle adequado da glicemia com dieta e atividade física necessitarão receber insulina, que é uma medicação segura e oferece bom resultado no controle.
O diabetes gestacional não controlado é fonte de muitas preocupações. Quando o bebê recebe grandes quantidades de glicose, acaba nascendo muito acima do peso, o que aumenta o risco de complicações no parto, chance de hipoglicemia neonatal e também de desenvolvimento de obesidade na idade adulta.
Para a mãe, uma vez feito o diagnóstico de diabetes gestacional, existe um grande risco de desenvolvimento de diabetes nas próximas gestações e também de evolução para diabetes tipo 2 dentro dos anos seguintes. O primeiro passo após uma gestação com diabetes gestacional é a prevenção. A perda de peso e a atividade física regular são armas fundamentais para evitar o desenvolvimento de diabetes gestacional em uma próxima gestação e até do próprio diabetes no futuro.
O mais importante, para as futuras mamães, é estar atenta à sua saúde. Realizar exames antes da gestação, corrigir o excesso do peso se houver, e acertar na dieta. Para este momento tão especial, todo cuidado é fundamental.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
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quinta-feira, 24 de julho de 2014

::: Exames de sangue e de fezes: quando seu filho deve fazer? :::

Eles nem sempre estão incluídos na rotina médica infantil, mas, em certas situações específicas, o pediatra pode solicitá-los. Entenda quando e por que esses testes laboratoriais devem ser realizados

Seu filho já fez, alguma vez na vida, exame de sangue? A análise do sangue – e também das fezes – como rotina para crianças saudáveis não é um consenso entre os especialistas. Uma parte dos pediatras acredita mais no acompanhamento regular do paciente em consultório, deixando a solicitação de um exame laboratorial apenas para situações específicas. Já outros médicos preferem fazer a pesquisa de alterações no sangue e nas fezes com regularidade, mesmo que não haja evidências clínicas de alguma patologia. O que é melhor? Não existe, claro, uma resposta objetiva. O que vale, acima de tudo, é ter confiança no pediatra do seu filho e se identificar com sua conduta. Além de compreender quais as principais finalidades desses dois testes.
Só em caso de necessidade clara
Se o médico do seu filho raramente (ou nunca) preenche um pedido de exames, ele provavelmente faz parte do grupo de profissionais que acredita que uma boa anamnese, a palpação, o estetoscópio e a balança podem, na ausência de outros sintomas, substituir os testes laboratoriais. Nada de errado com essa maneira de agir. “Os exames de sangue e de fezes não são uma rotina necessária. Em medicina, sabemos que a clínica é soberana, portanto, se você faz o acompanhamento regular do paciente, e ele se apresenta clinicamente bem, não há necessidade de pedir exames”, opina Ana Cristina R. Zollner, pediatra do departamento de pediatria ambulatorial e cuidados primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Para a especialista, exames de sangue e fezes devem ser solicitados apenas quando há suspeita de alguma enfermidade (veja quadro no final da matéria) ou se a criança apresenta alguma condição específica – como a obesidade -, que justifique a coleta laboratorial como um recurso de acompanhamento médico.

Com regularidade
No contraponto dessa opinião, há os médicos que valorizam os dados que só podem ser obtidos com a ajuda da análise sistemática de sangue e fezes. “Existe um protocolo americano recente, já seguido por alguns pediatras no Brasil, que recomenda a realização desses exames como rotina em todas as crianças”, diz Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra e autor do livro “Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses”. Segundo ele, a população que está nascendo agora tem uma perspectiva de longevidade maior: estima-se que alguns irão viver até os 120 anos. Por isso, para ele, os pediatras precisam enxergar longe e estar atentos às alterações no organismo que poderão comprometer a qualidade de vida dessas pessoas na velhice.
Barros defende que o exame de fezes seja realizado anualmente, em todas as crianças: “Alguns médicos optam por prescrever vermífugos para o paciente como uma maneira de garantir a eliminação de possíveis parasitas, mesmo sem saber se eles realmente estão lá. Acontece que esses medicamentos têm efeitos colaterais, podendo causar até problemas neurológicos e infertilidade no futuro”, alerta. O exame de sangue rotineiro, por sua vez, pode fornecer informações importantes para a prevenção de doenças, como as cardiovasculares, a obesidade e o diabetes. “É comum nos surpreendermos, por exemplo, com taxas de colesterol e triglicerídeos alteradas em crianças aparentemente saudáveis”, alerta Barros, que costuma pedir, também, a dosagem de vitamina D para todos os pacientes, já que pesquisas mostram que a carência da substância tem aumentado na população brasileira.
Batendo ponto no consultório
De maneira geral, os especialistas concordam, pelo menos, em uma questão. A de que a criança deve visitar o consultório pediátrico com regularidade. Alguns pais, entretanto, negligenciam essa regra. Não por falta de atenção, mas simplesmente porque notam que o filho está saudável, e isso faz com que não se preocupem em levá-lo para uma consulta de rotina. Acabam procurando o pediatra apenas se o pequeno apresentar uma febre, uma dor ou outro sintoma preocupante. Entretanto, essa não é a conduta recomendável. “O ideal é que haja um pediatra que faça sempre o acompanhamento da criança. No primeiro ano de vida, com consultas mensais; no segundo ano, trimestralmente e, a partir daí, as idas ao médico devem ocorrer uma vez ao ano”, diz Ana Cristina. Essas consultas servem, principalmente, para verificar se a criança está crescendo e ganhando peso corretamente. Mas, também, para que sinais clínicos de algum problema sejam observados pelo olhar do profissional, que é, lógico, insubstituível.
Situações que valem os testes
Independentemente das escolhas do pediatra que acompanha seu filho em relação à frequência dos exames, algumas situações ou condições específicas merecem uma investigação por meio de exame de sangue ou fezes. Veja quais são elas:
O exame de fezes pode ser útil:
- Se houver suspeita de vermes, com sintomas como dor de barriga, alteração nas fezes, coceira na região do ânus, emagrecimento e fraqueza.

- Se você observar gordura, sangue ou qualquer outra alteração nas fezes do seu filho. Relate ao pediatra para que ele solicite um exame, pois esses sintomas podem estar relacionados a diversas doenças.

- No caso do pediatra desconfiar de alguma doença crônica, que justifique a pesquisa de substâncias específicas nas fezes. Vale dizer que essa situação é muito rara.
O exame de sangue pode ser útil:
- Quando a criança está obesa ou com sintomas de diabetes. O médico deve pedir a dosagem de colesterol, triglicerídeos e glicemia de jejum. Principalmente se houver histórico familiar dessas doenças.

- Para confirmar a suspeita de anemia, especialmente em crianças pequenas, nas quais a falta de ferro é relativamente comum.

- Para mensurar outros minerais e vitaminas, sempre que houver a desconfiança por parte do médico da carência desses elementos. Particularmente se a criança tem dificuldade de ganhar peso.

- Nos momentos em que a criança apresentar quadro infeccioso, com febre, dor, manchas pelo corpo ou qualquer outro sinal de que pode haver uma infecção. Um hemograma simples, que faz a contagem dos componentes das séries vermelha e branca e das plaquetas, já pode fornecer dados importantes para o médico saber o que está acontecendo.

- Se houver a suspeita de uma patologia grave, como leucemia e doença celíaca (intolerância ao glúten). Na hipótese do exame acusar algo mais sério, o pediatra poderá encaminhar o paciente a outro especialista.
Fonte: revistacrescer.globo.com/
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segunda-feira, 21 de julho de 2014

::: 7 SINTOMAS DE ANEMIA :::

Anemia é o nome dado à redução do número de glóbulos vermelhos no sangue. Os glóbulos vermelhos, também chamados de hemácias ou eritrócitos, são as células responsáveis pelo transporte de oxigênio pela circulação sanguínea.

Por que a Anemia provoca sintomas?

Para entender os sintomas da anemia é preciso antes compreender como funcionam os glóbulos vermelhos (hemácias). O sangue não é uma substância puramente líquida, nele estão diluídas milhões de células, sendo as hemácias as mais abundantes. A hemácia é uma célula cuja principal função é transportar oxigênio pelo sangue até os tecidos. Dentro das hemácias existe uma proteína chamada hemoglobina, que é a estrutura responsável pela ligação com a molécula de oxigênio. O oxigênio quando entra na hemácia e se liga à hemoglobina, podendo, assim, ser transportando por todo o corpo.
Portanto, resumindo o processo de funcionamento dos glóbulos vermelhos, podemos dizer que as hemácias vão até o pulmão, captam o oxigênio respirado (ligando-o a hemoglobina), e viajam pelo resto da circulação sanguínea distribuindo oxigênio para as células do corpo poderem funcionam adequadamente.
Quando há anemia, ou seja, uma quantidade reduzida de hemácias no sangue, passamos a ter sintomas devido a maior dificuldade das células receberem quantidades adequadas de oxigênio.
Quanto mais grave for a anemia, ou seja, quanto menor for a concentração de hemácias circulantes no sangue, mais intensos serão os sinais e sintomas.
Obs: a anemia pode ser quantificada no exame de hemograma através dos valores do hematócrito e da hemoglobina.
Sinais e sintomas da Anemia
Sintomas da anemia 1# – Cansaço e falta de energia

Quando a quantidade de células que transportam oxigênio está reduzida, a capacidade do organismo de fornecer oxigênio para todos os tecidos fica comprometida. Como o oxigênio é um combustível essencial para as células funcionarem, a redução do mesmo provoca sintomas como cansaço, fraqueza, tonturas, falta de ânimo, dificuldade de concentração, sonolência e dor de cabeça.
Pessoas jovens e sadias toleram melhor o cansaço da anemia, sentindo estes sintomas apenas quando precisam realizar esforços. Já as pessoas mais idosas costumam se queixar muito de cansaço e falta de energia, tornando difícil a realização de tarefas simples, como se vestir, tomar banho e andar pela casa.
O cansaço é o sintoma mais comum e mais típico da anemia.Quanto mais rápida for a queda da concentração de hemácias, mais intenso é o sintoma de cansaço.

Sintomas da anemia 2# - Falta de ar
A falta de ar costuma ocorrer em casos graves de anemia ou nos pacientes que já apresentam algum grau de mau funcionamento cardíaco e/ou pulmonar.  Como a quantidade de oxigênio que chega às células é insuficiente, a resposta do organismo é acelerar a frequência respiratória, na tentativa de aumentar a oxigenação do sangue.
Portanto, o paciente com anemia pode queixar-se de falta de ar e apresentar uma respiração mais acelerada.
Sintomas da anemia 3# - Taquicardia – coração acelerado
Assim como há um aumento da frequência respiratória, há também um aumento da atividade do coração. O coração acelera tentando aumentar a quantidade de sangue que chega nos tecidos. A lógica é simples, se o sangue está pobre em oxigênio, é preciso chegar mais sangue para as células poderem receber uma quantidade aceitável de oxigênio.
A taquicardia também pode provocar o aparecimento de sopro no coração.
Sintomas da anemia 4# - Dor no peito
Nos pacientes com doenças cardíacas, a redução da oxigenação dos tecidos e a aceleração dos batimentos cardíacos podem não ser bem toleradas. Se o paciente já tem o coração doente, ele terá dificuldades de aumentar o seu funcionamento, e mesmo uma anemia leve pode ser a gota d’água que faltava para desencadear uma isquemia cardíaca.
Em pacientes com doenças do coração, valores de hematócrito abaixo de 10g/dl costumam ser perigosos.
Sintomas da anemia 5# - Palidez cutânea
A palidez da pele e das mucosas ocorre por dois motivos. O principal é redução da circulação de sangue que ocorre nos tecidos periféricos (como a pele), já que o organismo passa a dar prioridade aos órgãos nobres do corpo, desviando o fluxo de sangue para os mesmos. Como a pele recebe menos sangue, ela torna-se mais pálida. Além disso, conforme há uma queda no número de hemácias circulantes, o sangue torna-se mais diluído, assumindo uma cor menos viva. Portanto, na anemia, a pele e as mucosas passam a receber menos sangue, e o sangue que chega está diluído por haver falta de hemácias. Além da palidez, a pele também pode ficar mais fria.
Em pessoas de pele mais escura, esta palidez da pele é mais difícil de ser notada. Para identificar uma anemia, é preciso olhar a cor da boca e da conjuntiva dos olhos, que apresentam-se mais pálidas em casos de anemia.
A palidez cutânea pode não ser notada até que a hemoglobina caia para valores ao redor de 10g/dl. Portanto, somente a ausência de palidez não descarta uma anemia.
Sintomas da anemia 6# - Câimbras
As câimbras ocorrem pelos mesmos motivos do cansaço e da palidez cutânea. A falta de oxigenação dos músculos, associado à redução efetiva da circulação de sangue, provoca distúrbios no funcionamento normal da musculatura, podendo surgir contrações involuntárias.

Sintomas da anemia 7# - Hipotensão
A hipotensão é um sintoma comum nas anemias que surgem por conta de perdas sanguíneas. Quando o paciente apresenta uma hemorragia, ele perde não só hemácias, mas também volume de sangue circulante, o que leva à queda da pressão arterial.
A hipotensão se manifesta clinicamente como fraqueza extrema, dificuldade de ficar em pé, tonturas e sensação de desmaio.
Anemia com hipotensão é uma emergência médica, havendo indicação para transfusão de sangue assim que possível.
Fonte: /www.mdsaude.com
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quinta-feira, 3 de julho de 2014

::: Ingere Shake de proteínas e carboidratos após seu treino? Você deve ler esse texto! :::

Por Nutricionista Rodolfo Peres


Ontem, um paciente que realiza um treinamento intenso de musculação, me contou que fez uma bateria de exames de rotina e o médico se assustou com os níveis um pouco acima dos valores de referência para as aminotransferases (TGO e TGP). Perguntou para o paciente: você está usando algum "desses suplementos? O paciente respondeu: sim! Uso um Shake de proteínas e carboidratos após meu treino, além de BCAAS e creatina. O médico respondeu com a maior alegria: então é isso! Corte imediatamente esses suplementos! Essa história é muito comum e associa a falta de conhecimento de vários profissionais com relação não somente à suplementação, mas também quanto as alterações bioquímicas proporcionadas pelo exercício. 


O treinamento promove alterações significativas no número de células sanguíneas, atividades de enzimas e concentração de proteínas e metabólicos. As aminotransferases que citei como exemplo, apresentam-se elevadas imediatamente após sobrecarga muscular e permanecem assim por até 24 horas. Portanto, para se verificar alterações hepática em praticantes de exercício intenso, é necessário solicitar outros marcadores, como GGT, FA, bilirrubinas, dentre outros. Ou seja, a individualidade biológica também deve ser respeitada ao se analisar um exame laboratorial! No livro Viva em Dieta, Viva Melhor (www.rodolfoperes.com.br/livros.aspx ), abordo um pouco mais sobre esse assunto. Lembrando que o nutricionista é apto perante Lei para solicitar e analisar exames laboratoriais que julgue necessário para compor o diagnóstico e elaborar o plano nutricional de seu paciente. 

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quarta-feira, 2 de julho de 2014

:: TESTE DO PEZINHO – UM PASSO FUNDAMENTAL PARA A VIDA ::

O Teste do Pezinho, nome popular da triagem neonatal, é um exame capaz de detectar precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas que podem causar graves sequelas ao desenvolvimento mental e físico da criança, caso não sejam tratadas de imediato.


Esse exame é popularmente conhecido como Teste do Pezinho, pois a coleta do sangue é realizada através de um furinho feito no calcanhar do bebê. A escolha do local deve-se ao fato da região do calcanhar ser rica em vasos sanguíneos, além de ser uma coleta rápida e praticamente indolor. É realizado em grande parte nas maternidades, mas também pode ser efetuado em unidades básicas de saúde credenciadas e laboratórios privados.   
Toda criança nascida em território nacional tem direito à triagem neonatal. Em 2001 foi criado o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN) para ampliar e garantir o acesso ao teste.

A coleta deve ser feita preferencialmente entre o 3º e o 7º dia de vida, não devendo ser inferior a 48 horas de alimentação protéica (amamentação) e nunca superior a 30 dias de vida. Para o exame basta retirar algumas gotinhas de sangue que são colhidas em um papel filtro para posteriormente fazer as análises.
Este simples procedimento permite o diagnóstico precoce de diversas doenças como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e fibrose cística.
A fenilcetonúria é uma doença causada pela falta de uma enzima responsável pela transformação de fenilalanina em tirosina. O nome da doença está relacionado à eliminação excessiva de fenilalanina na urina, que apresenta um odor semelhante ao mofo. À medida que a criança ingere alimentos ricos em fenilalanina, passa a acumulá-la no corpo sem conseguir metabolizá-la. O acúmulo do aminoácido pode afetar o cérebro e causar deficiência mental.
A anemia falciforme é uma alteração na composição da hemoglobina que leva à formação de uma hemoglobina anormal chamada de S. A presença da anemia e de outros sintomas depende da intensidade e do tipo de alteração da hemoglobina.
O hipotireoidismo congênito está relacionado à deficiência dos hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) produzidos pela tireóide. Estes hormônios são fundamentais para a regulação do metabolismo do organismo e a falta deles pode levar a um prejuízo no crescimento e no desenvolvimento psicomotor da criança.
A fibrose cística é uma doença genética autossômica recessiva, na qual ocorre uma mutação no gene CFTR, cromossomo 7. Essa alteração intervém na produção do suor, dos sucos digestivos e dos mucos. O diagnóstico precoce permite intervenções terapêuticas imediatas e aconselhamento genético dos pais.
A maior parte das doenças triadas no Teste do Pezinho é assintomática no período neonatal, reforçando a importância da realização do exame para que seja possível interferir a tempo no curso da doença, permitindo o tratamento específico imediato e a diminuição ou eliminação das seqüelas.
Existem diferentes versões do Teste do Pezinho. O Sistema Único de Saúde (SUS) contempla até quatro doenças, mas nem todos os Estados brasileiros realizam os quatro testes. Hoje já existe uma versão ampliada do teste onde é possível identificar mais de 30 doenças antes que seus sintomas se manifestem. Esta versão mais completa está disponível no Ghanemzinho, o primeiro laboratório de Santa Catarina integralmente dedicado ao público infantil. O Ghanemzinho conta ainda com equipe multidisciplinar de profissionais capacitados, com a missão de transformar essa experiência de seus filhos em uma experiência diferenciada e positiva.
   O Teste do Pezinho é essencial para o desenvolvimento da saúde do seu bebê. Não esqueça que o exame convencional é obrigatório e gratuito. Exija seus direitos e faça com que sejam cumpridos.

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

::: Diabete: 16 passos para deixá-la longe :::

Siga as orientações dos especialistas para deixar sua saúde distante do diabete.


Fique de olho no índice glicêmico

Quem quer afastar o diabete e ainda manter a obesidade a distância deve ficar de olho no IG, ou índice glicêmico. Esse índice tem relação com a velocidade da digestão da glicose e com a sua entrada nas células. Para descobrir esse número, os especialistas observam o seguinte: se depois de comer algo ocorre a elevação rápida nos níveis de açúcar em circulação, é sinal de que o alimento está entre os itens de alto valor glicêmico. Guloseimas à base de farinha refinada são legítimas representantes desse time.

Já os alimentos lotados de fibras são considerados de baixo índice glicêmico. Não levam o açúcar para as alturas nem dão aquela vontade incontrolável de cair de boca nos doces o tempo todo. Trocar uma massa feita com farinha refinada por outra integral, por exemplo, faz com que a glicose fique mais estável na corrente sanguínea. Tudo se passa sem atropelos, o que garante saciedade e mantém a balança em dia.

Fracione as refeições

Os especialistas recomendam não passar mais de três horas sem comer. Mas espera aí! Aumentar o número de refeições ao dia não significa se entupir de comida, e sim intercalar pequenas porções de lanches balanceados entre o café da manhã e o almoço e entre o almoço e o jantar. Exemplos: 1 fatia de pão de aveia com 2 colheres de queijo cottage + 1 pera. Ou um cappuccino light com 2 biscoitos água e sal. Ou ainda 1 copo de iogurte desnatado e uma barra de cereal.

Quando a barriga fica vazia por muito tempo, a tendência é o exagero à mesa. Então, conforme chega aquele monte de comida, sobem os níveis de glicose no sangue. Para botar todo esse açúcar nas células, se faz necessário um caminhão de insulina. E quem é que produz todo esse hormônio? O pobre pâncreas, que tem de trabalhar em dobro. Só que a fadiga da glândula favorece o diabete. Se o organismo for suprido de forma fracionada, no entanto, a glicose vai cair devagar na circulação e será absorvida na medida certa, sem sobrecarregar ninguém. 

Acerte nas combinações de alimentos

Um vitaminado copo de suco de frutas no meio da tarde é uma delícia. Agora, se ele vier acompanhado de uma fatia de queijo magro, tanto melhor. Está aí um belo truque para afastar a fome — especialmente aquela que faz o corpo pedir algo doce. A combinação de boas fontes de carboidratos ou açúcar — caso das frutas, dos pães e dos biscoitos — com itens cheios de proteína, como os laticínios, desacelera a digestão. Assim, a absorção da glicose se torna mais lenta e a energia é disponibilizada aos poucos.

Invista em fontes de proteína magra, como a ricota e o peito de peru. Aposte no pão de centeio e em vegetais como o tomate. E varie o suco de laranja com o de morango, abacaxi, melão... 

Coma mais e mais fibras

Está mais do que comprovado que essas substâncias combatem a obesidade e o açúcar nas alturas. Um dos motivos é que elas tornam o processo digestivo mais demorado, contribuindo para a saciedade. Ou seja, os ataques à bombonière são bem menos frequentes. Para completar, esses nutrientes tendem a aparecer em alimentos que somam poucas calorias: frutas, leguminosas, aveia, verduras, grãos e farelos.

A dica é incrementar o café da manhã com cereais integrais, lotar o prato de saladas de folhas cruas no almoço e no jantar, devorar frutas nos lanches e nas sobremesas. E não se esqueça de que casca e bagaço são pra lá de fibrosos e devem ser consumidos sempre que possível. 

Não exagere nas gorduras

Quando sobra gordura no prato, o corpo engorda. E, quando o corpo engorda, o indivíduo tende a sentir mais vontade de devorar opções açucaradas. Por causa desse ciclo vicioso, é necessário reduzir tanto o consumo de doces como o de frituras se a intenção for equilibrar as taxas de insulina -- aquele hormônio que bota a glicose para dentro das células.

A gordura é um dos grandes responsáveis pelo acúmulo de tecido adiposo na região abdominal, e alguns estudos mostram que a cintura larga tem estreita relação com a fabricação de um monte de substâncias, entre as quais — isso mesmo! — a insulina. A desordem provocada pela gordura abdominal na produção desse hormônio confunde o organismo e, acredite, detona o desejo por doces. Então, a sábia dica de não abusar de receitas gordurosas deve ser levada muito a sério.

Cuidado na hora de escolher o doce

Apesar da ameaça em potencial, você não precisa se privar do prazer de visitar uma loja de doces. É melhor se deliciar numa doceria do que estocar guloseimas em casa. Mas não se perca diante das opções tentadoras. Prefira algo sem chantilly. E não se iluda com as sobremesas diet. Apesar de não conter açúcar, elas podem trazer gordura aos montes. Além de entupirem as artérias, as moléculas gordurosas se transformam em glicose no sangue, pondo em risco a saúde de todo mundo, diabético ou não.

É melhor comer um doce convencional. Convide um amigo para ir com você à loja e divida aquele pedaço de bolo. Dê preferência a porções pequenas. Até mesmo se o objeto do desejo for compotas de frutas, que podem vir carregadas de açúcar. Duas últimas dicas: após o almoço, com a barriga cheia, a avidez por doce é menor e pedir água para acompanhar a guloseima ajuda a dar a sensação de saciedade. 

Saiba o que olhar no rótulo

Não caia na ilusão de que um alimento light ou diet é mais magro. O produto dietético, por exemplo, tem que estar isento de alguma substância, que pode ser sódio, proteína ou, claro, até glicose. No entanto, se a restrição é o açúcar, o doce pode acabar mais calórico. É que a retirada da sacarose da fórmula costuma levar junto parte do sabor e os fabricantes tentam muitas vezes compensar essa ausência com gordura.

Para os produtos light, que têm que apresentar a redução de 25% de algum ingrediente, vale a mesma atenção. Veja na tabela nutricional se não ficou mais gorduroso. Quando o produto é diet, verifique também se possui algum tipo de açúcar, como frutose ou glicose. Claro que você deve deixar o produto na gôndola se busca evitar a substância. 

Use adoçantes com inteligência

É preciso saber usá-los para não ficar com aquele gosto amargo na língua. A sacarina sódica é a mais indicada para bebidas quentes, como o cafezinho. Em compensação, não cai bem em sucos, especialmente naqueles ácidos. O que vai bem nesses casos é o aspartame. Ele, por outro lado, é desastroso no calor. Enquanto a sacarina resiste a temperaturas elevadas, o aspartame não só perde boa parte de sua capacidade de adoçar como ainda libera compostos tóxicos na bebida quente. 

Abuse dos sabores cítricos

Aquele gostinho do adoçante pode ser mascarado ao adotar um macete bem simples na hora de preparar uma receita light. Acrescente à massa do bolo, por exemplo, um pouco de raspas da casca de laranja, limão ou fava de baunilha. O ácido cítrico presente ali sobressai ao amargo do edulcorante. Tudo porque as papilas gustativas são mais sensíveis a sabores ácidos e apimentados 

Beba com moderação

A bebida alcoólica não é proibida, mas há que ter muita cautela no consumo, principalmente quando o paciente é diabético. Isso porque o álcool é capaz de bloquear a liberação de glicose pelo fígado e assim levar à hipoglicemia, que causa tontura e fraqueza. Além disso, cada grama de álcool fornece 7 calorias. Só para comparar, os carboidratos oferecem 4 calorias na mesma porção. Então, fique atento à dose.

Uma tulipa de cerveja, por exemplo, oferece 122 calorias, enquanto uma taça de vinho tinto, 86. E, claro, vale ficar atento aos acompanhamentos para diminuir ainda mais o risco de engordar. Substitua o amendoim pelos picles, por exemplo. 

Caminhe

Trinta minutos de caminhada, cinco vezes por semana, é a medida básica para quem deseja saúde. Andar aumenta a frequência cardíaca e amplia a capacidade respiratória. De quebra, auxilia no aproveitamento da glicose pelas células. Para praticar essa atividade, que virou uma mania nacional, o primeiro passo é escolher um tênis bem confortável, que ajude a absorver impactos e ganhar estabilidade. Os diabéticos precisam de ainda mais cuidado com os pés para evitar bolhas e machucados. Nada de forçar demais o ritmo: quem está começando agora deve andar cinco ou dez minutos e ir aumentando o ritmo. 

Fortaleça os músculos

A musculação, desde que bem orientada, é uma grande aliada. Isso porque esse tipo de exercício favorece o equilíbrio da insulina em circulação, o que poupa todo o organismo.

Mas é importante caprichar no alongamento e no aquecimento antes do treino. Assim a musculatura fica bem preparada para o esforço. As lesões também passam longe se você obedecer ao limite de carga sugerido pelo professor de educação física. E atenção! Só faça essa atividade depois de uma detalhada avaliação do médico. 

Beba mais água

Quanto de água você já tomou hoje? Se não tem ideia da resposta, é melhor começar a ficar atento, já que o líquido compõe de 60 a 75% do nosso peso e faz muitas coisas pelo organismo. Para citar algumas: estabiliza a temperatura do corpo, transporta nutrientes para dentro das células e põe os produtos indesejáveis para fora. Tudo isso sem fornecer uma única caloria.

Diferentemente dos calóricos carboidratos - que forçam o aumento da produção de insulina e levam o cérebro a disparar a vontade de mais e mais doces -, a água dá e prolonga a saciedade. Esse benefício é obtido com a ingestão de 1 litro e meio a 2 litros por dia. O ideal é ir bebericando os copos de água ao longo do dia e não se encharcar de uma só vez. 

Durma bem

Está provado: uma boa noite de sono é capaz de mandar para muito longe aquela imensa vontade de se acabar numa caixa de bombom. A explicação é que o sono aumenta a liberação de serotonina, a substância responsável pela sensação de bem-estar. Assim, ela aplaca os sintomas de tristeza, estresse e ansiedade e corta a compulsão por doces. Para espantar a insônia, evite café depois do anoitecer. Desligue TV e computador, pois a luz atrapalha a produção de melatonina, hormônio que avisa o cérebro que é hora de dormir. E, antes de ir para a cama, faça uma massagem sem pressa nos próprios pés. Isso ajuda muito a se livrar do nervosismo. 

Relaxe

Quando uma pessoa está estressada, é como se precisasse de mais combustível, ou seja, maior quantidade de glicose, obtida rapidamente dos alimentos açucarados. Por isso, tudo o que você puder fazer para levar a vida com mais calma ajudará no equilíbrio da dieta. Quem medita, por exemplo, aprende a lidar melhor com situações adversas, não se agita tanto e necessita de menos doce.

Quer aprender uma técnica no mínimo saborosa de meditação? Experimente comer vagarosamente cada bocado de alimento, sentindo profundamente o aroma, o gosto e a textura. Suas refeições nunca mais serão as mesmas. 
Fonte: mdemulher.abril.com.br
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quarta-feira, 25 de junho de 2014

::: Leite pode ser causa de problemas comuns :::

Alergia ou intolerância: será que o leite é prejudicial?


O leite de vaca pode ser um dos grandes influentes a reações alérgicas nas pessoas. Segundo especialistas, este tipo de reação pode desencadear diversos problemas como diarréia, coceira, espirros, asma, bronquite, entre outras e, hoje, é um dos problemas que atinge até 2% da população.

De acordo com o nutrólogo Maximo Asinelli, o principal perigo são os sintomas que podem começar a surgir nas crianças. Atualmente, cerca de 8% das crianças até três anos de idade, possuem intolerância ou alergia à lactose. "Quando a criança é muito nova e já consome leite de vaca, algumas reações podem aparecer. Nestes casos, a melhor solução é ver se o mal causado é devido ao leite e, se constatado, utilizar leite de soja ou leite com baixa "lactose" , afirma o nutrólogo.



Na maioria dos casos, a principal dificuldade é a falta de informação. "A maioria das pessoas não sabe, ou nem procura saber, se possui algum tipo de problema relacionado ao leite, o que pode parecer até incomum", conta Maximo. O fato é que a intolerância ou a alergia só passa a ser um problema quando agrava situações já existentes.

Nas crianças, a preocupação deve ser dobrada. Alergia e intolerância são coisas diferenciadas. "A alergia é algo facilmente perceptível. Quando se fala de intolerância, o período de aparição das reações pode ser prorrogado, causando dificuldade de identificação do real problema", explica Asinelli e, por isso, devem ser relevados alguns pontos.

Nas alergias, podem ser identificados problemas respiratórios, inchaço nos olhos e nos lábios, espirros e tosses. Já os problemas relacionados à intolerância podem ser associados a dores abdominais, diarréia, gases e desconforto.

Nesta diversidade de casos, o correto é procurar um especialista e verificar se não existe nenhum outro tipo de alergia ou intolerância. "É interessante que as pessoas saibam quais alimentos são apropriados ao seu consumo, pensando a partir do ponto de que nenhum organismo tem o mesmo funcionamento", finaliza.


Por Verônica Pacheco
Fonte: guiadobebe.uol.com.br

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