terça-feira, 26 de agosto de 2014

:: Vitaminas do complexo B são essenciais para o sistema neurológico ::

Esses nutrientes auxiliam o organismo a utilizar a glicose, ácidos graxos e aminoácidos com eficiência


As vitaminas do complexo B são lipossolúveis e não são produzidas em quantidades suficientes pelo corpo humano, por isso devem ser adquiridas por meio da alimentação. As vitaminas B1, B2, B3, B5 e B6 contam com funções similares e necessitam uma da outra para que realizem suas funções no organismo. Já as vitaminas B12 e a B9 não necessitam da presença das outras. Veja os benefícios, problemas causados pela falta e as fontes de cada vitamina do complexo B. 


Vitamina B1 (Tiamina)

Benefícios: A vitamina B1 age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 
Problemas causados pela falta: A falta de vitamina B1 pode causar fraqueza muscular, falta de energia, diminuição da memória e depressão. A carência extrema deste nutriente pode causar a doença beribéri que causa uma neuropatia periférica, formigamento nas mãos, fraqueza nas pernas, dificuldade para caminhar e alterar a sensibilidade da pele. Alcoólatras correm maior risco de desenvolver a carência de vitamina B1 e em consequência disso ter uma demência que causa confusão mental, dificuldade de raciocínio, memória e pode fazer até que a pessoa entre em coma. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B1 são carnes, leites, ovos, legumes e cereais integrais e leguminosas como feijão e grão de bico. 

Vitamina B2 (Riboflavina)

Benefícios: A vitamina B2 possui forte ação antioxidante e por isso age combatendo os radicais livres. Além disso, ela age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 
Problemas causados pela falta: A deficiência de vitamina B2 é rara, mas vegetarianos, alcoólatras, crianças, gestantes e idosos estão mais vulneráveis ao problema. A falta deste nutriente pode causar tontura, vertigem, dermatite seborreica, inflamação nos lábios e língua e coceira nos olhos. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B2 são carnes, leites, ovos, legumes, verduras, especialmente o brócolis, cereais integrais, leguminosas, como ervilhas, algumas oleaginosas, como amendoim, castanhas e nozes, e abacate.  

Vitamina B3 (Niacina)

Benefícios: A vitamina B3 possui forte ação antioxidante e por isso age combatendo os radicais livres. Além disso, ela age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 
Problemas causados pela falta: A falta de vitamina B3 pode causar insônia, cansaço, irritabilidade, manchas na pele, depressão e uma doença chamada pelagra que causa diarreia, inflamação na pele e confusão mental. Mulheres que utilizam anticoncepcionais excretam mais a vitamina B3 pela urina, mas normalmente a própria alimentação já compensa essa falta. Pessoas em tratamento de tuberculose podem precisar do suplemento do nutriente, mas essa necessidade só será determinada pelo médico ou nutricionista. O excesso de vitamina B3 não é bom para o organismo, pois pode afetar o fígado, por isso não ingira suplementos do nutriente sem orientação. 
Fontes: As principais fontes são carnes, leites, ovos. Algumas oleaginosas, como amendoim e castanha do pará, frutas secas, tomate e cenoura. 

Vitamina B5 (Ácido Pantotênico)

Benefícios: A vitamina B5 age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, ela também desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. 
Este nutriente também auxilia na produção de hormônios da glândula suprarrenal e ajuda o fígado a detoxificar o álcool. 
Problemas causados pela falta: A deficiência de vitamina B5 pode causar fadiga, formigamento nas mãos e pés, dores musculares, irritabilidade, depressão, distúrbios de sono, retardo de crescimento, queda de cabelo, envelhecimento precoce, artrite, alergias e estresse. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B5 são ovos, leite, carnes, leguminosas, como ervilhas e feijão, cogumelos e gérmen de trigo. 

Vitamina B6 (piridoxina)

Benefícios: A vitamina B6 é importante para a produção de glóbulos vermelhos. Ela também age no metabolismo da glicose, dos ácidos graxos e aminoácidos, ou seja, ajuda o organismo a utilizar essas substâncias com eficiência. Além disso, o nutriente desempenha um papel importante na formação da bainha de mielina, que fica em torno das fibras nervosas e permite mensagens entre os nervos, dentre as vitaminas do complexo B a mais importante para o sistema nervoso é a vitamina B12. A vitamina B6 permite a síntese de glutationa, principal antioxidante do organismo.
Problemas causados pela falta: Níveis inadequados de vitamina B6 podem comprometer a conversão de glutamato, neurotransmissor que excita o tório, em GABA, neurotransmissor relaxante. Consequentemente, o excesso de glutamato está associado à hiperexcitação neuronal, e até mesmo à morte neuronal. A deficiência do nutriente pode causar convulsões em crianças pequenas, anemia, dermatite, lesões nervosas, confusão mental em adultos, dormência e formigamento nas mãos e pés. A anemia também pode acontecer devido à falta de vitamina B6. 
O excesso do consumo de álcool também pode diminuir os níveis de vitamina B6, assim como o uso de anticoncepcionais. Contudo, a alimentação pode repor a falta do nutriente e é importante consultar um médico ou nutricionista para saber se há necessidade do consumo do suplemento. 
Fontes: As melhores fontes de vitamina B6 são peixes, como atum, salmão, truta e arenque, nozes, amendoins, avelãs, semente de girassol, gérmen de trigo, levedo de cerveja, milho e cereais integrais, leguminosas, couve-flor, banana, melão e uvas passas. 

Vitamina B7 (biotina)

Benefícios: Assim como outras vitaminas do complexo B, a biotina está relacionado ao metabolismo das gorduras, carboidratos e proteínas. Ela também é essencial para a saúde da pele, unhas e cabelos. 
Problemas causados pela falta: A deficiência de biotina é extremamente incomum porque este nutriente está muito presente na alimentação. Contudo, quando acontece os sintomas da ausência do nutriente são: fraqueza nas unhas e cabelos, calvície, pele seca e escamosa e vermelhidão em volta do nariz e da boca. Outras complicações que podem ocorrer são conjuntivite, dermatite exfoliativa, dores musculares e lassidão, acompanhada de aumento da glicemia. 
Fontes: As principais fontes de biotina são o amendoim, as nozes, o tomate, a gema do ovo, a cebola, a cenoura, alface, couve-flor e amêndoa. A carne vermelha, o leite, as frutas e as sementes também contam com o nutriente. 

Vitamina B9 (ácido fólico)

Benefícios: A vitamina B9 não depende de outras vitaminas do complexo B para surtir efeito positivos. Ela participa da manutenção do sistema imunológico, circulatório e nervoso e reduz o risco de infarto, câncer de mama e de cólon, aterosclerose, promove a saúde dos cabelos e da pele, reforça o sistema imunológico e o sistema nervoso central. Para gestantes, o ácido fólico é importante, pois ajuda no fechamento do tubo neural do feto. O suplemento de vitamina B9 costuma ser orientado para gestantes e só pode ser ingerido em outros casos após orientação médica, isto porque o excesso as substância pode favorecer alguns tipos de câncer. 
Problemas causados pela falta: No caso de gestantes, a falta de vitamina B9 pode causar má formação no feto. A falta do nutriente também pode causar anemia megaloblástica, fadiga, lesões nas mucosas, insuficiência respiratória, palidez, níveis elevados do aminoácido homocisteína, podendo causar doenças cardiovasculares. 
Fontes: As principais fontes de vitamina B9 são fígado, vegetais de folhas verdes escuras, como brócolis, couve e espinafre, grãos, ervilha, lentilha, feijão, laranja e ovos. 

Vitamina B12

Benefícios: vitamina B12 é importante para a formação das células vermelhas do sangue. Além disso, ela é importante para desenvolvimento e manutenção das funções do sistema nervoso. Sem essa vitamina, a mielina que recobre os nervos, como uma capa de proteção, sofre um desgaste que recebe o nome de desmielinização, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro. 
Uma pesquisa realizada pelo Linus Pauling Institute of Oregon State University dos Estados Unidos descobriu que a ingestão de vitamina B12 reduziu o risco de quebras nos cromossomos levando a danos no DNA. Sofrer danos no DNA é um dos fatores de risco para o câncer. 
Problemas causados pela falta: A ausência da substância leva a lesões irreversíveis no sistema nervoso, devido à morte dos neurônios. Isso irá provocar neuropatias que tem como sintomas mais comuns o formigamento nas pernas, queimação na sola dos pés, dificuldade para andar e incontinência urinária. 
A ausência de vitamina B12 também aumenta o risco da pessoas desenvolver depressão. A anemia megaloblástica também pode ocorrer devido à falta desta vitamina. Alguns outros sintomas da ausência da vitamina B12 no organismo são: 
  • Fadiga, falta de energia ou tontura ao se levantar ou fazer esforço
  • Falta de concentração
  • Falhas na memória
  • Paranoia e alucinações
  • Pele amarelada (icterícia)
  • Língua inchada e inflamada
Fontes: A vitamina B12 está presente em boas quantidades nos alimentos de origem animal, especialmente nos peixes de águas frias e profundas, como salmão, truta e atum, fígado, carne de porco, leite e derivados, ovos e ostras. 


Outras substâncias

Algumas outras substâncias a princípio eram consideradas vitaminas do complexo B, como a B11, B13, B14, B15, B16 e B17, mas atualmente a ciência já descobriu que na realidade elas não são vitaminas. 
Uso do suplemento
As chances de carência de vitaminas do complexo B são muito baixas porque esses nutrientes estão presentes em diversos alimentos. Como boa parte destas vitaminas está em alimentos de origem animal, vegetarianos e veganos correm maior risco de ter deficiência das vitaminas do complexo B. 
Alcoólatras também podem sofrer com a deficiência porque a ingestão de álcool diminui a absorção de vitaminas do complexo B. Pacientes com câncer podem precisar de maiores quantidades de vitaminas do complexo B, mas para o uso do suplemento é necessária a orientação médica, até porque algumas dessas vitaminas podem piorar o câncer se ingeridas em excesso. Quem passou por uma cirurgia bariátrica também pode precisar do suplemento. É importante ressaltar que antes de ingerir suplementos de vitaminas do complexo B é preciso conversar com o médico ou nutricionista sobre o uso. 
Riscos do excesso
O excesso de vitaminas do complexo B ocorre por meio da suplementação. Normalmente não há grandes complicações, pois a quantidade extra é eliminada pela urina. Porém, o excesso de o excesso de vitamina B6 pode causar um quadro de neurite. Já grandes quantidades de vitamina B3 pode prejudicar o fígado, enquanto a vitamina B9 em excesso pode levar a problemas hormonais e favorecer alguns tipos de câncer. 

Fontes consultadas:

Nutrólogo Roberto Navarro 

Nutricionista Karina Valentim da PB Consultoria em Nutrição 
Nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, da empresa Consultoria Alimentar. 
Nutróloga e médica ortomolecular Tamara Mazaracki  

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terça-feira, 19 de agosto de 2014

::: Avaliação de Risco Fetal :::

A "Avaliação de Risco Fetal" detecta a possibilidade maior ou menor da futura mamãe desenvolver um bebê com anomalias, o que traz ao pré natal tranquilidade tanto para os pais quanto para o médico. 
A avaliação consiste na análise de marcadores bioquímicos maternos (alfa-fetoproteína, beta-HCG livre e estriol livre) em associação com os dados do Ultra-som morfológico do 1º trimestre (medida de translucência nucal, presença do osso nasal e fluxo sanguíneo do ducto venoso) em um estudo realizado por um software, que prediz a probabilidade matemática do recém nascido apresentar más formações congênitas e anomalias cromossômicas investigadas (Síndromes de Down, de Edwards, de Patau, de Turner e Defeitos abertos do tubo neural - DNT). Desta maneira é possível direcionar o pré natal da gestante de alto risco para a realização de exames diagnósticos complementares. 



Tipos de Avaliação de Risco Fetal: 
1. Teste Combinado do 1º Trimestre 
2. Teste Triplo do 2º Trimestre 
3. Teste Integrado dos 1º e 2º Trimestres  

-Avaliação pode ser indicada para gestantes de todas as idades; - Para gestações de fetos múltiplos e portadoras de Diabetes Mellitus tipo I não é possível o cálculo do risco fetal; 
- Para todos os testes, o preenchimento do questionário e a entrega da cópia do ultra-som são obrigatórios. 

Agendamento e informações sobre o exame: 47 3028.3001 e WhatsApp 47 8458.1299

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

::Dieta contra o estresse: conheça os alimentos que afastam o cansaço::

Quando a fadiga chega, muitos dos nutrientes que botam nosso corpo para funcionar vão embora. Se você leva uma vida estressante, veja quais itens devem entrar no seu cardápio e quais devem passar longe do prato.



Cardápio contra a fadiga

Espante o desânimo de manhã com uma tigela de cereais e leite. Os primeiros fornecem boas doses de energia e ajudam o intestino a funcionar melhor. Já o leite e seus derivados possuem um aminoácido, o triptofano, que funciona como matéria-prima de outra substância, a serotonina, que controla o humor. O ferro das carnes vermelhas participa do transporte de oxigênio nas células. Sem ele vêm o cansaço, o desânimo e a indisposição. Acrescente também o selênio das castanhas-do-pará e a vitamina C das frutas cítricas ao menu. Eles têm ação antioxidante e varrem para longe os efeitos nefastos do cansaço. Se quiser manter o pique, leve para a mesa as vitaminas do complexo B. Sua falta está relacionada à apatia.
Outros alimentos antiestresse
Alface
Controla o nervosismo.

Queijo e uva
Contra a cara feia, formam uma dupla e tanto - ele é rico em triptofano e ela fornece carboidratos.

Maçã e maracujá
Ajudam a combater a ansiedade.

Abacate
Também é uma fonte de triptofano, que participa da produção da serotonina, uma aliada do bom humor.

Pimentão
Contém vitamina C, bem-vinda contra o estresse.


O que evitar

A palavra de ordem é relaxar e convencer o corpo de que os perigos para os quais ele se preparou não existem. Há alimentos que, nessa hora, só atrapalham. Evite o café e o chocolate, que são ricos em cafeína e estimulam o sistema nervoso central. Por fim, fique bem distante dos excessos de sal, gordura e açúcar.
Fonte: www.mdemulher.abril.com.br
Ghanem Laboratório Clínico
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

::: Insônia, cansaço extremo e inchaço podem indicar problemas na tireoide :::

Hipertireoidismo e hipotireoidismo são as doenças mais comuns deste órgão





Apesar de ser pequena, a glândula da tireoide é um órgão essencial para o bom funcionamento do nosso organismo. Nela são produzidos os hormônios T3 e T4, responsáveis por manter nossas células dentro dos eixos e acompanhar todas as funções do corpo. E é por isso que os problemas da tireoide - como o hipertireoidismo e o hipotireoidismo - causam sintomas em diferentes órgãos. Segundo dados do Instituto da Tireoide, 15% da população acima de 45 anos sofre de problemas na tireoide. Mais comum no sexo feminino, os problemas da tireoide afetam cerca de 10% das mulheres acima de 40 anos e em torno de 20% das que têm mais de 60 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Além disso, a sociedade estima que 60% da população brasileira terá nódulos na tireoide em algum momento da vida, sendo que apenas 5% deles são cancerosos. Por seus diferentes sintomas, é comum que pessoas com problemas na tireoide suspeitem de outras doenças, demorando a pesquisar o problema corretamente. Confira as explicações dos especialistas e entenda os sinais que o corpo manda, dizendo que sua tireoide não está bem: 

Falta ou excesso de energia
Os hormônios da tireoide são responsáveis pelo nosso metabolismo basal - eles estimulam nossas células a trabalharem e garantem que tudo funcione corretamente em nosso corpo. Quando produzimos esses hormônios em excesso (hipertireoidismo), o metabolismo passará a funcionar de forma acelerada. É como se fossemos uma máquina a vapor que está recebendo mais carvão que o normal, passando a trabalhar rapidamente. "Isso deixará o paciente muito agitado e com episódios frequentes de insônia, já que seu metabolismo estará constantemente acelerado, causando essa disposição constante", diz o endocrinologista Mauro Scharf, do Laboratório Exame, em Brasília. "Quando a tireoide não está produzindo quantidade suficiente de hormônios (hipotireoidismo), o metabolismo fica mais lento, e como resultado temos o cansaço excessivo, com o paciente dormindo mais do que o normal."  

Percepção de calor e frio alterada
Quando sentimos frio, nosso cérebro estimula a liberação dos hormônios da tireoide, justamente para que o metabolismo se acelere e o corpo, por consequência, fique mais quente. E esse processo também pode acontecer no sentido inverso: "no hipotireoidismo é comum que a pessoa tenha mais frio que o normal e no hipertireoidismo sofra mais com o calor, justamente porque seus metabolismos estão lento ou acelerado demais, ficando constantemente com a temperatura corporal mais baixa ou alta", afirma a endocrinologista Gisah Amaral de Carvalho, vice-presidente do departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia regional do Paraná. 

Problemas intestinais
O funcionamento correto do metabolismo também interfere na eficiência de nosso trânsito intestinal - e os hormônios da tireoide não poderiam ficar de fora. "Uma pessoa com hipotireoidismo fica com o intestino mais lento, e portanto é comum a prisão de ventre", afirma o endocrinologista Mauro. "No caso do hipertireoidismo, há um aumento do trânsito intestinal devido ao rápido funcionamento do metabolismo, levando a um maior número de evacuações e até mesmo diarreia", completa Gisah Amaral de Carvalho. 

Alterações no peso
O hipotireoidismo pode causar uma alteração nas concentrações de sódio e água do organismo - também chamado de desequilíbrio eletrolítico - levando à retenção de líquidos. "Isso acarreta no aumento de até 10% do peso corporal total", afirma a endocrinologista Gisah. "Já no hipertireoidismo ocorre perda de peso, porque um metabolismo acelerado aumenta o gasto calórico", completa. Segundo a especialista, as duas condições se normalizam quando é feito o tratamento adequado.  

Inchaços pelo corpo
"Assim como a retenção de líquidos do hipotireoidismo causa aumento de peso, ela também pode dar sinais na forma de inchaço, principalmente nas áreas do rosto e nas extremidades do corpo, como mãos e pés", explica Mauro Sharf.  

Pele seca e sudorese excessiva
Com o aumento do metabolismo e da temperatura corporal causado pelo hipertireoidismo, o organismo tende a suar mais que o normal, como se a pessoa estivesse sempre muito ativa, ainda que parada. "Enquanto no hipotireoidismo, as baixas taxas metabólicas interferem na boa lubrificação da pele, deixando-a com um aspecto mais seco", diz o endocrinologista Mauro.  

Taquicardia e tremores
Quando sofremos um susto ou estresse acentuado, nosso corpo entra em estado de alerta, aumentando os batimentos cardíacos e gerando uma descarga de adrenalina, que causa tremores em nosso corpo. E os hormônios da tireoide são os responsáveis por causar essas reações. "No hipertireoidismo ocorre um estímulo excessivo, que aumenta os batimentos cardíacos e a resposta à adrenalina constantemente, ocasionando os tremores e a retração palpebral (olhar assustado)", afirma a endocrinologista Gisah.  

Febre e dificuldade para engolir
Pode ser que você sofra uma inflamação no órgão (tireoidite), gerando sintomas como dificuldades para engolir (por conta do inchaço) e febre moderada. "É um quadro incômodo, porém sem gravidade na maioria dos casos", diz a endocrinologista Roberta Frota, do Hospital 9 de Julho, em São Paulo. "No entanto, se a febre estiver acompanhada de outros sintomas comuns do hipertireoidismo, o paciente pode estar com uma manifestação mais severa da doença, devendo procurar ajuda de um especialista."  

Tumores na tireoide
O câncer de tireoide ou tumores benignos na tireoide no geral não apresentam sintomas, sendo identificados apenas com exame médico. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia recomenda que as pessoas tenham o hábito de realizar o autoexame em casa, principalmente quem tem casos de alterações ou problemas na tireoide na família. Vale lembrar que o procedimento é um método de alerta para levantar uma suspeita no paciente, mas de maneira alguma serve como diagnóstico ou substitui uma consulta médica. Confira o passo a passo do autoexame a seguir.


1. Segure o espelho e procure no seu pescoço a região logo abaixo do Pomo de Adão - é nesse local que se encontra a tireoide.
2. Estenda a cabeça para trás para que esta região fique mais exposta, mantendo-a no foco do espelho.
3. Beba um gole de água e engula. Nesse ato, a tireoide sobe e desce.
4. Observe se há algum nódulo ou protuberância na sua tireoide, lembrando sempre de não confundi-la com seu Pomo de Adão. Repita este teste várias vezes até ter certeza.
5. Caso encontre alguma alteração, procure seu endocrinologista. 

Fonte: www.minhavida.com.br
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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

::: Mitos e verdades sobre a saúde da mulher :::

Existe algum problema em emendar cartelas de anticoncepcional? Tem algum problema esquecer de tomar a pílula? Faça o teste e descubra quais são os mitos e verdades sobre a saúde da mulher

Virgens não podem usar absorventes internos
Mito. Mulheres nessa condição devem preferir os absorventes mínis, que ficam antes do hímen. Existem também algumas marcas próprias para essas situações.
Esquecer a pílula um dia aumenta o riso de engravidar
Verdade. A pílula deve ser tomada sempre no mesmo horário todos os dias. Se você muda o horário, já compromete a proteção. Em caso de esquecimento, há mais riscos ainda de engravidar, mesmo que tomem duas pílulas do dia seguinte.

Emendar duas cartelas de pílulas para evitar a menstruação faz mal
Mito. Alguns especialistas até recomendam o método, como prevenção da endometriose. Mas consultar um médico é sempre necessário, pois pode ser que eventualmente ocorram escapes, ou seja, pequenas menstruações de coloração marrom.
Sexo durante a menstruação não causa problemas à mulher
Verdade. Pode ser desconfortável para o casal, ou até considerado anti-higiênico, mas não causa nenhum mal comprovado pelos ginecologistas.
 Fonte: Revista Viva Saúde

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terça-feira, 29 de julho de 2014

::: Diabetes gestacional pode levar ao nascimento prematuro do bebê :::

Entenda como doença acontece e quais medidas devem tomadas


A gravidez é, sem sobra de dúvidas, um momento especial na vida da mulher. O desenvolvimento de diabetes gestacional neste período é um quadro que exige acompanhamento e cuidado adequados. Acometendo entre 2,4 a 7,2% das gestantes, segundo dados da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, o Diabetes Gestacional requer diagnóstico e tratamento breves, pois pode causar desde parto prematuro até o nascimento de bebês muito acima do peso.
As causas do diabetes gestacional envolvem as mudanças hormonais no corpo da mulher durante a gestação. A placenta, para garantir que a glicose chegue de forma adequada ao bebê em formação, acaba enfraquecendo a insulina da mãe. O resultado é uma compensação do pâncreas materno, produzindo mais insulina na tentativa de reduzir os níveis de açúcar no sangue. Este quadro de glicose alta e insulina alta no sangue - que muitas vezes não consegue controlar os níveis de glicose - vai se somar, levando então ao desenvolvimento do diabetes gestacional.

O diagnóstico é realizado através da realização da dosagem de glicose no sangue (glicemia) e da curva glicêmica. O primeiro passo do tratamento é a correção dos hábitos alimentares, com orientação nutricional adequada. Na medida em que a gestação permitir, a atividade física deve ser estimulada, pois é importante para regular os níveis de açúcar no sangue. As gestantes que não apresentam controle adequado da glicemia com dieta e atividade física necessitarão receber insulina, que é uma medicação segura e oferece bom resultado no controle.
O diabetes gestacional não controlado é fonte de muitas preocupações. Quando o bebê recebe grandes quantidades de glicose, acaba nascendo muito acima do peso, o que aumenta o risco de complicações no parto, chance de hipoglicemia neonatal e também de desenvolvimento de obesidade na idade adulta.
Para a mãe, uma vez feito o diagnóstico de diabetes gestacional, existe um grande risco de desenvolvimento de diabetes nas próximas gestações e também de evolução para diabetes tipo 2 dentro dos anos seguintes. O primeiro passo após uma gestação com diabetes gestacional é a prevenção. A perda de peso e a atividade física regular são armas fundamentais para evitar o desenvolvimento de diabetes gestacional em uma próxima gestação e até do próprio diabetes no futuro.
O mais importante, para as futuras mamães, é estar atenta à sua saúde. Realizar exames antes da gestação, corrigir o excesso do peso se houver, e acertar na dieta. Para este momento tão especial, todo cuidado é fundamental.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
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quinta-feira, 24 de julho de 2014

::: Exames de sangue e de fezes: quando seu filho deve fazer? :::

Eles nem sempre estão incluídos na rotina médica infantil, mas, em certas situações específicas, o pediatra pode solicitá-los. Entenda quando e por que esses testes laboratoriais devem ser realizados

Seu filho já fez, alguma vez na vida, exame de sangue? A análise do sangue – e também das fezes – como rotina para crianças saudáveis não é um consenso entre os especialistas. Uma parte dos pediatras acredita mais no acompanhamento regular do paciente em consultório, deixando a solicitação de um exame laboratorial apenas para situações específicas. Já outros médicos preferem fazer a pesquisa de alterações no sangue e nas fezes com regularidade, mesmo que não haja evidências clínicas de alguma patologia. O que é melhor? Não existe, claro, uma resposta objetiva. O que vale, acima de tudo, é ter confiança no pediatra do seu filho e se identificar com sua conduta. Além de compreender quais as principais finalidades desses dois testes.
Só em caso de necessidade clara
Se o médico do seu filho raramente (ou nunca) preenche um pedido de exames, ele provavelmente faz parte do grupo de profissionais que acredita que uma boa anamnese, a palpação, o estetoscópio e a balança podem, na ausência de outros sintomas, substituir os testes laboratoriais. Nada de errado com essa maneira de agir. “Os exames de sangue e de fezes não são uma rotina necessária. Em medicina, sabemos que a clínica é soberana, portanto, se você faz o acompanhamento regular do paciente, e ele se apresenta clinicamente bem, não há necessidade de pedir exames”, opina Ana Cristina R. Zollner, pediatra do departamento de pediatria ambulatorial e cuidados primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Para a especialista, exames de sangue e fezes devem ser solicitados apenas quando há suspeita de alguma enfermidade (veja quadro no final da matéria) ou se a criança apresenta alguma condição específica – como a obesidade -, que justifique a coleta laboratorial como um recurso de acompanhamento médico.

Com regularidade
No contraponto dessa opinião, há os médicos que valorizam os dados que só podem ser obtidos com a ajuda da análise sistemática de sangue e fezes. “Existe um protocolo americano recente, já seguido por alguns pediatras no Brasil, que recomenda a realização desses exames como rotina em todas as crianças”, diz Sylvio Renan Monteiro de Barros, pediatra e autor do livro “Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses”. Segundo ele, a população que está nascendo agora tem uma perspectiva de longevidade maior: estima-se que alguns irão viver até os 120 anos. Por isso, para ele, os pediatras precisam enxergar longe e estar atentos às alterações no organismo que poderão comprometer a qualidade de vida dessas pessoas na velhice.
Barros defende que o exame de fezes seja realizado anualmente, em todas as crianças: “Alguns médicos optam por prescrever vermífugos para o paciente como uma maneira de garantir a eliminação de possíveis parasitas, mesmo sem saber se eles realmente estão lá. Acontece que esses medicamentos têm efeitos colaterais, podendo causar até problemas neurológicos e infertilidade no futuro”, alerta. O exame de sangue rotineiro, por sua vez, pode fornecer informações importantes para a prevenção de doenças, como as cardiovasculares, a obesidade e o diabetes. “É comum nos surpreendermos, por exemplo, com taxas de colesterol e triglicerídeos alteradas em crianças aparentemente saudáveis”, alerta Barros, que costuma pedir, também, a dosagem de vitamina D para todos os pacientes, já que pesquisas mostram que a carência da substância tem aumentado na população brasileira.
Batendo ponto no consultório
De maneira geral, os especialistas concordam, pelo menos, em uma questão. A de que a criança deve visitar o consultório pediátrico com regularidade. Alguns pais, entretanto, negligenciam essa regra. Não por falta de atenção, mas simplesmente porque notam que o filho está saudável, e isso faz com que não se preocupem em levá-lo para uma consulta de rotina. Acabam procurando o pediatra apenas se o pequeno apresentar uma febre, uma dor ou outro sintoma preocupante. Entretanto, essa não é a conduta recomendável. “O ideal é que haja um pediatra que faça sempre o acompanhamento da criança. No primeiro ano de vida, com consultas mensais; no segundo ano, trimestralmente e, a partir daí, as idas ao médico devem ocorrer uma vez ao ano”, diz Ana Cristina. Essas consultas servem, principalmente, para verificar se a criança está crescendo e ganhando peso corretamente. Mas, também, para que sinais clínicos de algum problema sejam observados pelo olhar do profissional, que é, lógico, insubstituível.
Situações que valem os testes
Independentemente das escolhas do pediatra que acompanha seu filho em relação à frequência dos exames, algumas situações ou condições específicas merecem uma investigação por meio de exame de sangue ou fezes. Veja quais são elas:
O exame de fezes pode ser útil:
- Se houver suspeita de vermes, com sintomas como dor de barriga, alteração nas fezes, coceira na região do ânus, emagrecimento e fraqueza.

- Se você observar gordura, sangue ou qualquer outra alteração nas fezes do seu filho. Relate ao pediatra para que ele solicite um exame, pois esses sintomas podem estar relacionados a diversas doenças.

- No caso do pediatra desconfiar de alguma doença crônica, que justifique a pesquisa de substâncias específicas nas fezes. Vale dizer que essa situação é muito rara.
O exame de sangue pode ser útil:
- Quando a criança está obesa ou com sintomas de diabetes. O médico deve pedir a dosagem de colesterol, triglicerídeos e glicemia de jejum. Principalmente se houver histórico familiar dessas doenças.

- Para confirmar a suspeita de anemia, especialmente em crianças pequenas, nas quais a falta de ferro é relativamente comum.

- Para mensurar outros minerais e vitaminas, sempre que houver a desconfiança por parte do médico da carência desses elementos. Particularmente se a criança tem dificuldade de ganhar peso.

- Nos momentos em que a criança apresentar quadro infeccioso, com febre, dor, manchas pelo corpo ou qualquer outro sinal de que pode haver uma infecção. Um hemograma simples, que faz a contagem dos componentes das séries vermelha e branca e das plaquetas, já pode fornecer dados importantes para o médico saber o que está acontecendo.

- Se houver a suspeita de uma patologia grave, como leucemia e doença celíaca (intolerância ao glúten). Na hipótese do exame acusar algo mais sério, o pediatra poderá encaminhar o paciente a outro especialista.
Fonte: revistacrescer.globo.com/
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