quarta-feira, 2 de abril de 2014

::: Intoxicação Alimentar :::

O que é Intoxicação alimentar?


A intoxicação alimentar ocorre ao ingerir alimentos ou água contaminados com certos tipos de bactérias, parasitas, vírus ou toxinas.
A maioria dos casos de intoxicação alimentar é provocada por bactérias comuns como Staphylococcus ou Escherichia coli (E. coli).

Causas

A intoxicação alimentar ocorre com mais frequência após o indivíduo comer em piqueniques, refeitórios, grandes eventos sociais ou restaurantes. Uma ou mais pessoas podem ficar doentes.
A intoxicação alimentar é causada por certas bactérias, vírus, parasitas ou toxinas. Entre os tipos de intoxicação alimentar estão:
  • Botulismo (Clostridium botulinum)
  • Enterite associada à Campylobacter
  • Cólera
  • Enterite associada à E. coli
  • Intoxicação por peixe contaminado
  • Listeria
  • Staphylococcus aureus
  • Salmonella
  • Shigella
As bactérias podem ficar na comida de diferentes maneiras:
  • A carne vermelha ou branca pode entrar em contato com as bactérias dos intestinos durante o processamento
  • A água usada durante a produção ou o envio pode conter dejetos animais ou humanos
  • Manejo ou preparação inadequados do alimento
A intoxicação alimentar geralmente ocorre por meio da ingestão de:
  • Qualquer alimento preparado por alguém que não seguiu as técnicas adequadas de higiene das mãos
  • Qualquer alimento preparado com utensílios, tábuas de cortar ou outros itens sujos
  • Laticínios ou alimentos que contêm maionese (como salada de repolho ou de batatas) que foram mantidos fora da geladeira por muito tempo
  • Alimentos congelados ou refrigerados que não foram armazenados na temperatura adequada ou não foram reaquecidos de forma apropriada
  • Peixe cru ou ostra
  • Frutas ou vegetais crus que não foram bem lavados
  • Vegetais crus ou sucos de fruta e laticínios
  • Carne ou ovos mal cozidos
  • Água de poço, rio ou de uma região sem tratamento
Crianças e idosos correm mais risco de serem acometidos por intoxicação alimentar. Você também corre um risco maior, se:
  • Apresentar alguma enfermidade séria, como doença renal ou diabetes
  • Estiver com o sistema imunológico debilitado
  • Estiver viajando por regiões onde haja mais exposição a germes que provocam intoxicação alimentar
Gestantes e mulheres que estiverem amamentando devem ser especialmente cautelosas para evitar a intoxicação alimentar.

Exames

Você será examinado pelo médico em busca de sinais de intoxicação alimentar, como dor no estômago e sinais de que o corpo não tem a quantidade de água e líquidos da qual necessita. Isso é denominado desidratação.
Você também será questionado sobre o que comeu recentemente.
Podem ser feitos exames de sangue, fezes, vômito ou na comida ingerida para determinar a causa dos sintomas. Contudo, pode ser que eles não provem que você está com intoxicação alimentar.
Em casos raros, porém graves, o médico poderá solicitar uma sigmoidoscopia, procedimento no qual um tubo fino é colocado no ânus para verificar a origem do sangramento ou da infecção.
Fonte: minhavida.com.br
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segunda-feira, 31 de março de 2014

::: 10 dicas para uma alimentação saudável :::

Faça as refeições com calma
Seu organismo precisa deste tempo para processar os alimentos. Grande parte das enzimas digestivas (50%) são secretadas por estímulos sensoriais (visão, olfato, tato, paladar).

Mastigue bem os alimentos
A digestão se inicia na boca com a trituração dos alimentos e ação da salivação. A mastigação deve tornar o alimento pastoso, facilitando o processo digestivo. Quando há ansiedade, o controle da ingestão de alimentos é prejudicado e, muitas vezes, comemos mais. Quando mastigamos bem, automaticamente estamos trabalhando com a ansiedade e promovendo a saciedade fisiológica (verdadeira). Então, não coma em menos de 20 minutos cada refeição.

Líquidos x Refeição
Não ingira líquidos junto com as refeições. O líquido faz com que você não mastigue bem os alimentos e atrapalha o processo digestivo. Procure utilizar líquidos 30 minutos antes ou 60 minutos após as refeições principais. No entanto, se a refeição estiver salgada o ideal é ingerir água durante.

Horários para as refeições
Tenha horário para suas refeições. Ele faz com que nosso organismo mantenha um ritmo, com estabilidade nutricional e hormonal.

Alimente-se a cada 3 horas
Nosso cérebro precisa de aporte constante de glicose (carboidrato). A inconstância em receber esse nutriente, traz redução da nossa disposição, além de proporcionar perda de massa muscular. Além disso, comendo de 3 em 3 horas, a fome e a voracidade se mantêm sob controle, evitando episódios de compulsão alimentar.

Alimentos integrais
Consuma alimentos integrais. Eles contém vários nutrientes que estão na película do grão. São excelentes para manter os níveis de glicemia (açúcar no sangue), têm fibras que servirão de alimento para as bactérias benéficas do intestino, ajudam no controle do colesterol e na saciedade.

Consuma frutas e hortaliças
Ingira verduras, legumes e frutas. Eles são ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais. Contém também fitoquímicos (polifenóis, carotenóides, flavonóides, dentre outros) os quais são excelentes antioxidades (protetores das nossas células)

Evite alimentos refinados
Os alimentos considerados brancos (pão, açúcar, trigo, arroz), além de não conter mais a sua película - onde estava a maioria dos nutrientes - também passam por um processo químico chamado de branqueamento. Neste processo, diversas substâncias químicas são adicionadas, com potencial efeito negativo para nosso organismo. Os alimentos refinados não alimentam nossas bactérias “boas”. Assim, poderá favorecer o crescimento das bactérias patogênicas (ruins) e desequilibrar nossa flora intestinal.

Ingira líquido
A ingestão de líquidos durante o dia faz com que nosso corpo se mantenha bem hidratado e ajude o organismo a transportar os nutrientes que precisamos. O melhor método que temos para verificar nossa hidratação é a cor da urina, a qual deve estar amarela bem clara.

Evite os industrializados
Evite alimentos industrializados, processados e embutidos. Estes produtos contêm inúmeras substâncias químicas que não são reconhecidas pelo nosso organismo. O consumo desses alimentos em quantidade excessiva demanda trabalho do fígado para neutralizar corantes, conservantes, etc, e depois eliminá-los, muitas vezes com auxílio dos rins. Alguns produtos com potencial efeito cancerígeno podem ser recebidos pela ingestão desses produtos ou serem produzidos no processo de desintoxicação. Pode haver comprometimento do sistema imunológico e processos alérgicos devido à ingestão de produtos estranhos ao nosso organismo.

Fonte: http://gnt.globo.com/


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terça-feira, 25 de março de 2014

::: Higienização do ambiente, utensílios e superfícies :::

O que significa higienização?
A higienização envolve duas etapas:

LIMPEZA
É a etapa em que retiramos o que vemos. É a retirada dos restos de alimentos e sujeiras das superficies com o auxílio de espátulas escovas ou esponjas, para posterior lavagem com água e sabão. Por fim enxágua-se a superfície com água corrente até total retirada do detergente.
Deve-se lavar tudo aquilo que entra em contato com os alimentos crus, para evitar que os microorganismos passem de um alimento para outro (contaminação cruzada).

DESINFECÇÃO
É a etapa em que retiramos o que não vemos. É a retirada dos microorganismos com a ajuda de um produto químico, por exemplo, uma solução clorada.
  • Como preparar uma solução clorada
Em cada 1 litro de água, adicione 10 ml de água sanitária a 2,5%.
No caso de utensílios deixar em imersão ( só usa-la em equipamentos de plástico ou aço inox)
No caso de mesas, pias e bancadas, pulverizar, aguardar 15 minutos e enxaguar.



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segunda-feira, 24 de março de 2014

::: GHANEM Laboratório é referenciado na FOLHA DE SÃO PAULO desta semana :::

O trabalho de Doutorado da Dra. Viviane Calice da Silva com 44 pacientes internados no Hospital Regional de Joinville referenciaram o Grupo GHANEM nacionalmente. Um Novo e RÁPIDO Teste identifica INSUFICIÊNCIA RENAL por meio da saliva. Parabéns Dra. e equipe GHANEM, em especial ao nosso super bioquímico Luiz Gustavo de Moraes. 
http://goo.gl/jXS2rk

Lembramos que "a falência renal aguda (diferentemente da crônica, que não tem cura) é reversível em 80% dos casos quando tratada imediatamente. A terapia inclui medicamentos, hidratação profunda com soro e diálise peritonial", afirma o médico Dr. Roberto Pecoits Filho, professor da PUCPR.


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quarta-feira, 19 de março de 2014

::: Como está a qualidade do ar no seu ambiente de trabalho? :::

Você sabe como está a qualidade do ar na sua casa ou ambiente de trabalho?
Atualmente, estima-se que passamos cerca de 90% do nosso tempo em ambientes fechados. Grande responsável por desencadear processos alérgicos e doenças do sistema respiratório, a poluição do ar interno é uma preocupação crescente.



A comunidade médica internacional entende que respirar um ar impuro é altamente prejudicial à saúde e, dependendo da concentração dos poluentes, toda a população pode apresentar sintomas como tosse seca, cansaço, ardor nos olhos, nariz e garganta. As pessoas de grupos sensíveis como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas costumam apresentar sintomas ainda mais graves. 


O Ghanem Ambiental controla a qualidade do ar dos ambientes climatizados a fim de determinar possíveis fontes de contaminação, seguindo os padrões estabelecidos pela legislação vigente.
Os resultados dos ensaios permitem o fornecimento de recomendações para, se necessário, buscar a diminuição dos efeitos nocivos desta poluição. 



Saiba o que analisamos:

  • Análise microbiológica - Fungos e Leveduras (quantitativo e qualitativo);
  • Análise bacteriológica do ar;
  • Análise bacteriológica da bandeja de condensado;
  • Análise de Poeira Total (aerodispersóides);
  • Temperatura do ar;
  • Umidade do ar;
  • Velocidade do ar;
  • CO2 (dióxido de carbono);
  • CO (monóxido de carbono);
  • Legionella sp.

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terça-feira, 18 de março de 2014

::: Dicas para higienizar corretamente os alimentos :::

Saiba como higienizar os alimentos de maneira correta e evite contaminações desnecessárias


Não basta selecionar com cuidado os alimentos que vão para a sua geladeira. Para fugir de infecções e contaminações é preciso aprender a higienizá-los da maneira correta.

Higienizar é preciso

E não vai ser difícil convencê-la. "Os vegetais podem ter contaminação química (agrotóxicos), biológica (microbiana, detritos orgânicos) e sujeira diversa (poeira, partículas estranhas)", diz João Carlos Tórtora, coordenador de microbiologia da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. E isso é possível que aconteça em todas as fases do ciclo produtivo: no local de plantio (poeira, insetos, pássaros, larvas), pelo uso de fertilizantes, na colheita, no transporte, na estocagem e até no ponto de venda.

Preserve o corpinho
As consequências são uma extensa lista de problemas de saúde. As sujeiras, você já sabe, geram desconfortos gastrointestinais, como vômitos, sem contar obstruções e engasgos. A contaminação química leva a alergias, alterações em fetos, intoxicações e doenças hepáticas, renais e neurológicas, além de estar associada a diversos tipos de câncer. "Já os alimentos com contaminação biológica (micróbios e fezes, por exemplo) causam infecções extraintestinais, como hepatite A, e infecções e infestações intestinais provocadas por bactérias, vírus, protozoários e vermes, com gravidade variável, causando debilidade física por desnutrição e desidratação", diz Tórtora.
O que lavar
Todos os vegetais que são consumidos crus, como frutas, verduras, legumes e raízes, devem ser higienizados antes do consumo. Os orgânicos não escapam porque têm adubos orgânicos. Mas são só esses. Deixe a paranoia de lado, ou o tiro pode sair pela culatra. Um exemplo: você também come carne crua, certo? Carpaccio, quibe, sushi e sashimi... "Esses alimentos não devem ser lavados", avisa o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido na TV como Dr. Bactéria. "Além de não eliminar os micro-organismos nocivos, isso aumenta a quantidade de água na carne, fazendo dela um ambiente propício para as bactérias. Portanto, devem ser guardados do jeito que chegarem do supermercado."
Truques caseiros, não
Já ouviu dizer que o vinagre é tiro e queda para lavar verduras? Ou que o bicarbonato de sódio não deixa sobrar nenhum verme, protozário, bactéria ou outro micro-organismo? Esqueça. "Não é recomendável", garante Figueiredo. No vinagre, a concentração de ácido acético, que seria importante na higienização, pode variar, portanto não dá para confiar. E, embora o bicarbonato possa ajudar na eliminação de químicos, não é 100% eficaz.
A higienização correta
Os vegetais têm uma característica conhecida como uptake. "Se você coloca em água na mesma temperatura deles, eles absorvem a contaminação do ambiente", explica Figueiredo. "Chegou da feira, tire da embalagem, coloque em sacos limpos e abertos para permitir sua respiração e deixe por pelo menos 2 horas na parte menos fria da geladeira, que normalmente é a gaveta." Aí, sim, começa o exercício de paciência. Lave folha por folha e fruta por fruta, sempre em água corrente (nas bacias, você apenas espalha a sujeira). Depois, mergulhe por 5 a 20 minutos em uma solução de 1 litro de água com 1 colher de sopa de hipoclorito de sódio (água sanitária de boa procedência) - cloro é a única substância recomendada pelo Ministério da Saúde. Retire, enxágue e pronto.
Outras opções
Como a concentração de cloro livre varia na água sanitária (por isso dissemos "boa procedência"), produtos especialmente para esse fim e aprovados pela Anvisa também são úteis - cheque as embalagens com atenção. Um deles é o Clorin, à base de dicloroisocianurato de sódio, um derivado de cloro de origem orgânica, certificado pelo Instituto Biodinâmico e que não exige enxágue posterior. "Água ozonizada também pode ajudar, mas você tem que ficar de 10 a 15 minutos com uma mangueirinha passando do lado de cada folha de alface", diz Figueiredo. Outra opção é o Hidrosteril, que tem na composição hipoclorito de sódio, cloreto de sódio e água deionizada.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

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segunda-feira, 10 de março de 2014

::: Tem gastrite? Veja 14 atitudes que aliviam o desconforto causado pela doença :::

Alguns alimentos são nocivos à mucosa gástrica. Outros, já ajudam a melhorar a dor. Além disso, controlar o estresse e comer de 3 em 3 horas são excelentes paliativos

Quem sofre com gastrite sabe. A dor é incômoda, pode atrapalhar o rendimento no trabalho e, às vezes, dependendo do grau do problema, a pessoa sente dor até mesmo ao comer alimentos inofensivos.
Isso acontece porque a camada que reveste o estômago está machucada (inflamada). Algumas atitudes são capazes de piorar a dor, portanto, é bom evitar o cigarro, álcool, cafeína e frituras, por exemplo. Outras atitudes, no entanto, ajudam a controlar o problema. Comer de três em três horas é uma excelente medida, além de usar chás como aliados.

Veja algumas atitudes que ajudam a aliviar a dor, além de algumas a evitar:
- Mastigue bem os alimentos, a digestão já começa aí.
- Se quiser que o estômago não reclame, fuja do álcool. Ele irrita a mucosa gástrica e piora a dor.
- Não fume. O cigarro piora as crises de gastrite porque aumenta a acidez estomacal.
- Tempere os alimentos com sálvia. Ela ajuda a proteger a mucosa do estômago.
- Pratique alguma atividade física. Ajuda a controlar o estresse e melhorar a dor.
- Diga adeus aos refrigerantes. Eles só pioram a dor.
- Coma de 3 em 3 horas. Ficar com o estômago vazio piora a gastrite.
- A couve é uma das folhas mais recomendadas para proteger o estômago da queimação.
- Coma banana, maçã, mamão... são excelentes alimentos protetores contra a gastrite.
- O mamão contém papaína, uma enzima que facilita a digestão e protege o estômago.
- Evite tomar leite quando estiver em crise, ele estimula a produção de ácidos no estômago e provoca dor.
- Chá de alecrim também é um ótimo digestivo
- Chá de hortelã ajuda na digestão, minimizando o incômodo causado pela gastrite.
Fonte: Saúde iG

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