terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

::: Fim do horário de verão: como se readaptar? :::

Assim como a chegada do horário de verão costuma mudar nossa rotina, o fim do horário de verão também sugere alguns cuidados para nos adaptarmos à mudança de horários com mais bem estar e disposição.
As crianças com atividade escolar e os idosos são os que mais sofrem com essa readaptação. Os sintomas mais comuns são insônia, irritabilidade e fadiga.
Para amenizar a mudança, procure aumentar a ingestão de líquidos na primeira semana e faça refeições mais leves. Mantenha suas atividades sempre no mesmo horário, assim o cérebro se adapta o mais rápido possível com a mudança.
Procure também caminhar ao ar livre no final da tarde para se expor à última luminosidade do dia. Isso ajuda a atrasar o início da sonolência no começo da noite.
Ao dormir, escolha um ambiente escuro, silencioso e com temperatura agradável. A luz prejudica os ciclos biológicos e interrompe a produção hormonal (cortisol e melatonina), causando a sensação de cansaço pela manhã.


Dentro de alguns dias a ordem temporal interna será restabelecida, mas se os sintomas ultrapassarem três semanas, o ideal é procurar o médico para avaliar o caso.
Economia de energia
Agora que o objetivo do horário de verão de promover economia de energia elétrica de forma coletiva foi cumprido, esse é um bom período para refletir sobre o consumo de energia de forma individual.
Uma boa forma de manter a economia e, de quebra, reduzir os gastos com a conta, é trocar uma lâmpada incandescente por uma fluorescente compacta. Essa simples troca representará redução de até cinco vezes no consumo de energia.
O consumidor que quiser dar um passo maior, pode optar também pela lâmpada de LED, uma economia de 90% frente à incandescente e de 30% em relação à lâmpada eletrônica. 
Fonte: Vila Mulher

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

::: 20 Dúvidas mais comuns em cada fase da gravidez :::

A preocupação em cuidar do bebê aparece desde o primeiro momento em que a mulher descobre que vai ser mãe. A partir desse momento as mamães começam a se interessar por qualquer informação que possa ajudar no desenvolvimento de uma gravidez tranquila e saudável. Algumas delas até se transformam em “experts“ de bebês e até orientam outras grávidas sobre suas descobertas.
De acordo com o ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM- 107.997), a cada fase que a gestante avança, o corpo modifica. “A gestação é uma fase marcada por mudanças físicas e psíquicas. Durante a gravidez a mulher começa a produzir uma quantidade enorme de hormônios, como o Beta HCG, a progesterona e diversos outros, que vão interferir diretamente no seu corpo”, explica o ginecologista.
A gestação é dividida em três fases: Primeira, Segunda e Terceira, cada uma referente a um trimestre.

O primeiro trimestre corresponde a 1ª a 13ª semana. É a fase mais difícil para a mãe e o bebê. “Enjoos matinais, cansaço, alterações de humor, seios sensíveis são um dos sintomas que correspondem ao primeiro trimestre da gravidez. O exercício físico, substituir os sutiãs por outros mais confortáveis, consumir bebidas quentes e frutas secas são boas escolhas para atenuar esses sintomas durante esse estágio”, destaca o ginecologista Dr. Domingos Mantelli Borges Filho.
O segundo trimestre ocorre da 14ª a 27ª semana.  A barriga começa a crescer e as náuseas desaparecem. É a hora de a mãe passar a cuidar melhor da alimentação e evitar os excessos para não engordar. “A partir do quarto mês, o alargamento da cintura é mais nítido e com isso surge à necessidade de começar a usar roupas mais confortáveis e soltas. É possível que a gestante engorde, em média, de 5 a 7 quilos, devido ao apetite que aumenta na mesma proporção em que o bebê cresce. A digestão fica mais lenta e pode ocorrer constipação e prisão de ventre. Por isso, é importante uma alimentação rica em grãos integrais e fibras”, alerta o médico.
O terceiro trimestre que acontece da 28ª a 40ª semana marca a última fase da gestação.  “Nesse último estágio que antecede a chegada do bebê a gestante pode sentir falta de ar provocada pela pressão do ventre desenvolvido sobre o diafragma. Outro fator é o crescimento do bebê que também aperta a bexiga, podendo levar a perdas involuntárias de pequenas quantidades de urina ao tossir, correr, rir ou fazer algum esforço”, ressalta o ginecologista.
Você está no primeiro trimestre e tem dúvidas em relação aos enjoos?  O ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho esclarece 20 dúvidas das gestantes que estão passando por cada uma dessas fases.
Primeiro Trimestre
1.Sangrar durante o início da gravidez é normal?
A perda de sangue no início da gravidez ocorre em quase 20% das gestantes e pode sim ser normal, correspondente à nidação que é a fixação do embrião dentro do útero! Porém as patologias como a ameaça de abortamento devem ser descartadas.
2.Os meus sintomas de gravidez parecem ter desaparecido, significa que posso ter tido um aborto?
A intensidade dos sintomas como cansaço, tensão mamária, náuseas variam muito de mulher para mulher.  Caso, você note alguma anormalidade diante  desses sintomas, procure o seu médico para ele fazer um exame que possa detectar se existe algum problema fora do comum.
3. Como deve ser feita a alimentação?
Alimentação da gestante deve ser equilibrada. Frutas, verduras, carnes, cereais e leite devem ser incluídos. “O ideal é a gestante comer pouco e fazer de quatro a seis refeições ao dia, bebendo bastante líquido (de um a dois litros de água por dia). Evite massas, doces, bebidas gasosas e álcool. E observe o seu peso, o recomendado é 9 a 12 Kg referentes ao IMC da gestante, que é considerado uma medida saudável para a mãe e o bebê”, orienta o ginecologista. E nada de comer por dois!!

4. É possível sentir os movimentos do feto a partir do primeiro trimestre de gestação
Os movimentos do bebê nesse estágio ainda não são perceptíveis pela mãe. O bebê só pode ser sentido a partir da décima oitava semana. Antes disso o que a gestante sente são os movimentos peristálticos do intestino.
5. Inchaço em grávidas é sempre sinal de que a pressão está alta?
No final da gestação o edema é bastante comum, devido á compressão da veia cava dentro do abdômen e muitas vezes não significa que é problema de pressão alta.
6. Sexo durante a gravidez faz mal para o bebê?
A relação sexual pode ser bem-vinda para o casal. Exceto em casos especiais, como o surgimento de sangramento ou contrações.
Segundo Trimestre
7. Já dá para saber o sexo do bebê e a data do parto?
A data do parto pode ser calculada a partir da primeira data da última menstruação. Quanto, ao sexo do bebê, por meio do exame de sangue a partir da 10 semanas e com o ultrassom com 18 semanas é possível saber o sexo do bebê.
8. Grávidas não podem fazer nenhum tratamento odontológico?
Isso é mito. A gestante pode realizar um tratamento bucal normalmente, pois é nesse estágio de gravidez que há maior incidência de cáries e inflamação na gengiva. Caso for necessário realizar exames de raios-X, a gestante deve vestir um avental de chumbo para proteger o feto, e a anestesia deverá ser preferencialmente sem substância vasoconstrictora.
9. A partir de quantas semanas é possível ouvir o coração do bebê?
Os batimentos cardíacos são audíveis a partir da quinta semana com o uso do ultrassom.
Entre 12ª e 14ª semanas de gestação, é possível ouvir o coraçãozinho do bebê com outro equipamento, o sonar Doppler.
10. Quantos quilos posso engordar?
A gestante deve se preocupar com o ganho de peso durante o segundo trimestre. As futuras mamães não podem ultrapassar o seu IMC (Índice de Massa Corpórea), ela pode ter variações de peso para um pouco mais ou para menos conforme o seu IMC.
O ideal seria engordar de 5 a 12kg no máximo .
11. Posso passar qualquer hidratante no corpo ou precisa ser um tipo específico para gestantes?
Alguns ativos de hidratantes comuns são proibidos na gravidez, como ureia em concentrações altas. Por essa razão, o melhor é optar por produtos exclusivos para gestantes. Mas saiba que mesmo eles podem causar alguma irritação.

12. Posso fazer tratamento para varizes?
As varizes que aparecem durante a gestação normalmente somem após o parto. O ideal para as gestantes que estão passando por esse problema é não optar por nenhum tratamento. Deixar as pernas levantadas por alguns minutos, evitar ficar muito parada em pé ou sentada e fazer caminhadas podem amenizar os sintomas.

13. Posso tingir o cabelo?
Somente a partir do quarto mês de gestação. As tinturas, mesmo aquelas sem amônia na composição, e a hena, não devem ser usadas no primeiro trimestre da gravidez. Escova progressiva, alisamentos também deve ser evitados durante toda a gestação.
14.Como calculo a semana de gestação?
Faça a contagem a partir do último dia da menstruação e considere que a gravidez tem 280 dias, ou 40 semanas. Mas, não misture o cálculo das semanas com o dos meses. Isso porque quatro semanas tem 28 dias, e não um mês
Terceiro Trimestre
15. A ansiedade pode acelerar o parto ou fazer mal para o bebê?
Independente do grau de ansiedade da mãe ela não interfere no aceleramento da gestação. Em alguns casos, alguns médicos orientam o uso de medicamentos para controlar o equilíbrio emocional, pois você querendo ou não, essa ansiedade apesar de não acelerar o parto, ela libera hormônios que passa para o bebe causando varias alterações.
16. Estou muito inchada. Devo me preocupar?
O inchaço é comum no final da gestação, mas se ele acontece de forma generalizada, procure o seu médico para diagnosticar se esse edema pode desencadear um problema grave, por exemplo, a doença hipertensiva que ocorre na gravidez.
17. Tenho tido muitas dores nas costas. O que posso fazer para aliviá-las?
A coluna vertebral é bastante sobrecarregada durante a gestação. Se as dores forem insuportáveis, pode-se ainda utilizar analgésicos.
Alongamentos e massagens pode ser a salvação durante toda a gravidez.
18. Até quantas semanas uma gestação pode ir?
O tempo previsto é de 40 semanas. O envelhecimento da placenta pode comprometer tanto a circulação do sangue como a troca de nutrientes entre o bebê e a mãe. Essa situação é arriscada para ambos. Porém hoje em dia os estudos mostram que podemos aguardar em segurança até 41 semanas
19. Como sei que estou entrando em trabalho de parto?
As contrações aumentam e duram em torno de 30 a 40 segundos cada uma. Ocorrem em media de 3 contrações em 10 minutos. O rompimento da bolsa é o sinal que a mãe deve ir imediatamente para o hospital, pois ela pode estar entrando em trabalho de parto.
20. Quando o bebê encaixa?
A mulher não tem como saber. Somente um exame clínico e o toque vaginal é que são capazes de revelar se há ou não a dilatação.
Fonte- Ginecologista e Obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho
http://www.especialidadesintegrada.com.br/
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

::: Novos integrantes de nossa família Ghanem Laboratório :::

"Sejam muito bem vindos" novos integrantes de nossa família Ghanem Laboratório! Estamos muito felizes com a chegada e início da colaboração de vocês; felizes em pertencer a tudo isso. Nosso time Grupo Ghanem dia a dia ficando MELHOR, muito obrigado pela confiança ... e super sucesso para todos nós!!!




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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

::: 5 hábitos para vencer o cansaço :::

Pesquisa do Ibope mostra que 98% dos brasileiros andam se sentindo exaustos. Aqui, especialistas dão conselhos para quem quer escapar do cansaço.

 


1. Desligue as luzes e os gadgets
"Apesar de ser a nossa principal arma de combate à fadiga, não estamos levando o ato de dormir tão a sério como deveríamos", alerta a biomédica Monica Andersen, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo um estudo da instituição, 70% das pessoas que moram em grandes cidades se queixam de sono ruim. Uma das principais explicações é que a vida de hoje tem muitos elementos excitantes, capazes de atrapalhar nosso descanso, como televisão, computador, celular e tablet. Em prol da qualidade do sono, o ideal é apagar tudo, inclusive as luzes do quarto. "Só quando estamos no escuro, o cérebro dá a ordem para a produção da melatonina, hormônio que induz ao estado de sono", diz a expert. Além disso, ficar digitando respostas a cada mensagem que chega e assistir a filmes na cama são hábitos que estimulam o cérebro, impedindo que a pessoa realmente relaxe e durma bem.
2. Vá para a academia
A primeira coisa de que abrimos mão quando estamos cansadas é a academia. Mas pular o exercício só piora as coisas, como afirma um estudo da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, apenas 20 minutos de atividades moderadas - que pode ser nadar, correr e até fazer sexo - fornecem uma superdose de energia que dura o resto do dia. A prática também melhora o desânimo emocional. "Hormônios do prazer são liberados, relaxando a mente", diz o endocrinologista Daniel Leraria, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. "Já a fadiga muscular que resulta do exercício é rapidamente superada com alimentação correta.".

3. Garanta uma dose de bom humor
Pesquisas já comprovaram cientificamente e você deve ter sentido na própria pele: dar risada traz benefícios imediatos. Enquanto você gargalha, o corpo relaxa e sente prazer; a imunidade se fortalece e o cansaço, em especial o mental, é drasticamente reduzido. Tudo isso acontece porque, no momento da diversão, o cérebro libera anticorpos e hormônios do bem, como endorfina e serotonina. Apesar de sabermos disso, em meio ao estresse e à correria do dia a dia, negligenciamos a diversão e o lazer. Mude esse hábito e garanta na agenda momentos para tirar o foco do trabalho e dos desgastes da rotina. Vá para casa comer uma pizza em família, conversar e rir. Chame os amigos para um barzinho ou frequente a happy hour semanal organizada pelos colegas do escritório. Convide o parceiro para um programa diferente a dois. Que tal um show de stand up? Se hoje falta companhia, alugue uma comédia e dê risada sozinha.
4. Evite alimentos gordurosos
Sabe aquela sensação de moleza que dá depois de comer uma feijoada? Ela pode ajudar a explicar como uma dieta gordurosa deixa você mais cansada, como concluiu um estudo da Universidade de Penn State, nos Estados Unidos. "Para processar a gordura, o corpo altera a circulação sanguínea e concentra forças no intestino, onde ocorre a digestão", diz o nutrólogo Antonio Elias, diretor da Associação Brasileira de Nutrologia. Enquanto isso, os músculos e o cérebro têm a irrigação diminuída, aumentando a sensação de moleza e sonolência. "Para quem anda cansado, recomendo dar preferência a alimentos com fibras, que têm digestão lenta e evitam picos altos ou baixos de energia", explica. O especialista sugere, por exemplo, trocar sobremesas gordurosas, como as que levam chantilly, por frutas com bagaço. "Laranja e manga vão dar ânimo na medida certa.".
5. Experimente terapias alternativas
Com respaldo de pesquisas, cada vez mais algumas terapias não-convencionais são apontadas como bons recursos para combater diferentes males. Uma descoberta recente dá conta de que a ioga possui o poder de derrubar as barreiras impostas pelo cansaço mental, aumentando a rapidez do raciocínio e a retenção de informações. Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, observaram as reações em jovens mulheres que faziam 20 minutos de ioga e depois exercícios de meditação e de respiração. Por comparação, comprovou-se que a ioga é tão eficaz - ou mais - para dar disposição e rapidez mental quanto outras atividades físicas. Ao ser analisada, a acupuntura também mostrou-se benéfica. Segundo um estudo britânico, a técnica, além de ter efeito relaxante, diminui a sonolência durante o dia e a fadiga.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

::: 6 sinais que o útero dá quando algo não vai bem :::

Fique atenta aos alertas do seu útero e afaste-se de doenças que comprometem sua fertilidade e sua saúde.


Para o homem, é fácil ver qualquer feridinha na região genital. Mas para nós, muitas vezes, isso passa batido! Muitas mulheres ignoram um pedido de socorro do útero e ficam vulneráveis a desenvolver doenças como endometriose, mioma, pólipos, sinéquia e até câncer.  Elas são identificadas em exames como o papanicolau e ultrasom transvaginal.
Quanto mais tardio o diagnóstico, mais difícil é o tratamento. Por isso, consulte-se com um ginecologista uma vez por ano ou ao menor sinal de problema. Veja como dar a atenção que o órgão mais feminino do nosso corpo merece.

Sentiu algo? Vá pro médico!
1. Hemorragia ou falta de menstruação:  "Se o fluxo variar muito, sinal de alerta", diz a ginecologista Denise Coimbra, de São Paulo.
2. Dores na hora H: É na penetração ou ela vem do útero? Observe e conte para o médico.
3. Inchaço: É normal apenas antes da menstruação.
4. Cólicas: Se forem fortes a ponto de lhe causar ânsia de vômito, consulte-se.
5. Cheirinho ruim: A secreção vaginal não pode ter odor forte.
6. Infertilidade: Dificuldade para engravidar pode ser endometriose.

Saiba mais sobre as doenças:

Mioma: É tumor benigno que se alimenta de estrogênio. O tratamento anula a produção desse hormônio. Em alguns casos, ele é retirado em cirurgia. A doença é mais comum entre mulheres negras.
Endometriose: Em vez de ser eliminado na menstruação, o sangue gruda na parede do útero, o endométrio. Ele atrofia, causando dor e dificuldade para engravidar. O tratamento é clínico ou cirúrgico.
Sinéquia: As paredes do útero grudam. "Surge após processos infecciosos, inflamatórios ou abortos", afirma a médica Denise Coimbra. Precisa de cirurgia.
Pólipos: Pequenos tumores que se formam na cavidade do útero e podem causar infertilidade. A paciente faz microcirurgia.
Câncer de colo do útero: O HPV é a causa. Surgem lesões na mucosa da vagina, imperceptíveis a olho nu. Se o diagnóstico demora, pode evoluir para câncer. Mantenha o papanicolau em dia.
Fonte: mdemulher.abril.com.br/
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

::: Vai se casar? Não se esqueça dos exames pré-nupciais :::

O objetivo é verificar as condições de saúde e de fertilidade do casal.

Hoje, falar nesses exames pode soar estranho para muitos, pois o casamento não é mais programado como antes. Atualmente, quando os casais optam pelo casamento, grande parte já tem uma vida sexual ativa e já mora junto. Mesmo assim, o check-up nupcial deve ser item obrigatório na lista de providências pré-matrimoniais. São essenciais para os que desejam ter filhos. São o marco zero do planejamento familiar.

Considerando que, no mundo inteiro, 20% dos casais têm problemas de fertilidade, é possível dimensionar a importância dos exames pré-nupciais. Até alguns anos atrás, estes exames se resumiam a uma visita ao ginecologista/urologista e à realização de testes laboratoriais simples sangue, urina e espermograma. Hoje, com o desenvolvimento tecnológico, os 
exames se sofisticaram, possibilitando a detecção e o tratamento precoce de doenças. O mais recomendável é marcar uma consulta num período de seis a três meses antes do casamento, com um ginecologista e um urologista de inteira confiança dos noivos.

Antes da realização dos exames propriamente, é feita uma anamnese, 
uma anamnese, uma avaliação do passado médico do casal. A finalidade básica dos exames pré-nupciais é avaliar o histórico do casal quanto a doenças anteriores e suas possíveis seqüelas que não somente dificultem a gravidez, como também possam indicar a possibilidade de fetos mal-formados.

Ainda durante a consulta são avaliados os medicamentos e as vacinas que o casal já tomou, bem como o mapeamento de vícios que sejam prejudiciais à saúde. Além disso, é preciso verificar anomalias genéticas nas famílias, episódios de aborto ou gravidez anterior. Outro fator importante a ser considerado é a faixa etária do casal, pois quanto mais avançada for a idade dos pais, maiores são as chances do bebê vir a apresentar alguma anomalia. 



Relação de exames pré-nupciais:
1) Há exames que ajudam a determinar o grau de fertilidade do casal e possíveis alterações cromossômicas relevantes:
- Espermograma: determina as condições de fertilidade do homem e permite o tratamento de infecções assintomáticas que diminuem o número de espermatozóides. Com orientação e tratamento, muitos desses problemas são reversíveis;
- Cariótipo: exame que avalia a existência ou não de alterações cromossômicas, podendo causar problemas reprodutivos como infertilidade, abortamentos de repetição e prole malformada. Caso se diagnostiquem alterações cromossômicas é possível determinar riscos específicos.

2) Outros exames preventivos visam garantir a saúde do bebê da mulher que deseja engravidar:
- Sorologia para rubéola: determina a imunidade para a rubéola e a necessidade da vacinação, que protegerá o feto. Em caso de vacinação deve-se evitar a gravidez por pelo menos três meses;
- Toxoplasmose: identifica infecções provocadas pelo protozoário toxoplasma gondii, permitindo o tratamento para evitar a transmissão vertical, isto é, da gestante para o feto. A transmissão para o feto no primeiro trimestre da gravidez pode provocar óbito fetal, abortamento ou deixar seqüelas, como a cegueira.

3) E por fim, realizam-se os exames que garantem a saúde do casal, detectando infecções, doenças e anemias, tanto no homem quanto na mulher:

- VDRL: detecta a sífilis, possibilitando o tratamento;
- Hemograma completo: avalia anemias e alterações de glóbulos brancos e plaquetas;
- Clamídia - (chlamydia trachomatis): identifica a doença sexualmente transmissível e de grande prevalência que pode provocar infecções oculares, urogenitais e infertilidade;
- Sorologia para a hepatite: detecta a infecção pelos vírus B e C, permitindo encaminhamento ao especialista no caso de infecção e indicando vacina do tipo B nos casos de sorologia negativa;
- HIV: exame que detecta a infecção pelo vírus HIV, de importância fundamental para o início de um tratamento adequado e aconselhamento para casos de gestação;
- Urina: detecta eventuais infecções assintomáticas e doenças renais;
- Exame parasitológico de fezes: permite diagnóstico e tratamento de parasitoses assintomáticas que podem trazer conseqüências indesejáveis no futuro. 


A realização dos exames pré-nupciais também é uma recomendação da Organização Mundial de Saúde, OMS, que em 2005, durante a realização de sua 58ª Assembléia Mundial, instigou os governos de todo o mundo a incentivar a realização destes exames como uma das formas de prevenir deficiências. Mesmo depois do casamento, é aconselhável continuar de olho na saúde do casal, principalmente se 

acontecer uma gravidez, pois à exceção da tipagem sangüínea, todos os outros exames devem ser refeitos durante o pré-natal, principalmente os de toxoplasmose, hepatites, HIV e citomegalovírus.

Fonte:minhavida.com.br

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

::: Entenda as diferenças entre intolerância e alergia alimentar :::

Apesar de alguns de seus sintomas se confundirem, intolerância e alergia alimentar têm origens diferentes - e cada um demanda cuidados específicos. Aprenda a distinguir um do outro.


Ser obrigado a maneirar em um alimento ou a cortá-lo de vez do cardápio vem se tornando uma realidade para cada vez mais gente. "Na última década, os casos de alergia alimentar subiram 18% nos Estados Unidos", conta Ariana Campos Yang, alergologista da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. E a intolerância parece seguir o mesmo rumo: estima-se que, hoje, um em cada dez americanos tem reações adversas à lactose, o açúcar do leite. Embora no Brasil não existam estatísticas a respeito, os especialistas observam um aumento na incidência de ambos os problemas. Motivo de sobra para entender a diferença entre eles e ficar esperto na hora de reconhecer seus sinais.
 

O que é alergia alimentar

Na alergia, o organismo encara proteínas específicas de um alimento como inimigas e envia células de defesa para barrá-las. Nesse mal-entendido, o corpo acaba agredido. "A reação pode envolver todos os órgãos", diz Ariana. Inchaço nos lábios, coceira, tosse, falta de ar e diarreia estão entre as manifestações que aparecem após a ingestão. No pior dos cenários, ocorre o choque anafilático. Mesmo que a resposta alérgica seja leve em uma ocasião, nada impede que, em contatos posteriores com aquela comida, haja ataques mais sérios. A ordem é se consultar com um médico e, talvez, riscar o item da dieta.


Tratamento


"Em geral, a alergia costuma surgir na infância", diz a alergista Renata Cocco, da Universidade Federal de São Paulo. O bom é que, principalmente antes dos 5 anos, há uma chance de a encrenca sumir, porque o sistema imune da criançada está em pleno desenvolvimento. Mas quando persiste até a idade adulta - ou nas poucas vezes em que dá as caras apenas nessa fase -, ela acompanha o indivíduo pelo resto da vida.

Hoje, uma das apostas da medicina para combater o mal é a imunoterapia. "Ela consiste em administrar o extrato do alimento rejeitado em doses crescentes para induzir uma tolerância", explica o imunologista Jorge Kalil, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Só que a tática pode levar a efeitos colaterais e, por isso, só deve ser aplicada em hospitais.


O que é a intolerância alimentar

A intolerância é uma desordem completamente diferente, a começar pela causa: a carência de uma enzima que processaria certo nutriente. "Na deficiência da lactase, por exemplo, a lactose não é digerida e, aí, atrai água ao intestino, propiciando diarreias", diz o médico Carlos Francesconi, da Federação Brasileira de Gastroenterologia. Os efeitos da intolerância chegam a demorar horas (ou dias) para se manifestar e ficam quase restritos ao aparelho digestivo - dor de barriga, gases, enjoo... Ao contrário da alergia, esse tipo de transtorno até permite consumir um pouco da substância não tolerada, desde que com orientação. Em certos casos, dá inclusive para tomar uma dose da enzima em falta e, a partir daí, ingerir uma pitada do ingrediente. Se diferem em vários aspectos, a intolerância e a alergia têm um ponto em comum: com atenção ao prato e suporte médico, é possível contorná-las sem abalar tanto a qualidade de vida.


Os causadores de alergia...

- Peixes e frutos do mar
- Ovo
- Trigo
- Soja
- Amendoim
- Castanhas
- Leite e seus derivados
- Gergelim
 

...e os de intolerância

- Leite e seus derivados
- Grãos com glúten
- Banana
- Frutas cítricas
- Carnes processadas
- Repolho
- Vinho tinto
- Produtos com corantes
Fonte: mdemulher.abril.com.br

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