quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Contagem regressiva para o "Universo das Crianças" de Joinville.





Local

Este ano, 2010, a realização receberá um cenário mais amplo, o Complexo da EXPOVILLE, que representará uma “Mini Cidade” dentro do CIRCO com diversos segmentos mercadológicos. O Complexo é composto pelo Megacentro Wittich Freitag, chamado de “MEGACENTRO MÁGICO”, pelo Pavilhão Nilson Bender, o “PAVILHÃO DA ALEGRIA”, e pelo Parque do Complexo Expoville.

Mais informações: http://universodascriancas.com.br/?page_id=536
____________________________________________________________________

Ações

Conheça algumas das Ações de nossos brilhantes Parceiros: http://universodascriancas.com.br/?page_id=961

____________________________________________________________________

Artistas

O “UNIVERSO das CRIANÇAS” conta com a contribuição de muitos artistas de diversas áreas culturais de Joinville, Santa Catarina e nacionais. Algumas organizações parceiras estão investindo em grupos artísticos para que realizem apresentações em seus estandes e nos palcos; participem dos desfiles no “Carrinho das Estrelas” e realizem oficinas educativas.

Mais informações: http://universodascriancas.com.br/?page_id=564

____________________________________________________________________
Desfiles

Durante a realização do UNIVERSO das CRIANÇAS nas ruas do Megacentro Mágico, sete desfiles em cima dos “Carrinhos das Estrelas” (plataformas elétricas) serão realizados.
Mais informações: http://universodascriancas.com.br/?page_id=880

____________________________________________________________________
Apresentadores

Em 2010, o evento contará com a contribuição voluntária e muito especial de onze brilhantes apresentadores para os três palcos. São eles: http://universodascriancas.com.br/?page_id=435

____________________________________________________________________
Cerimonialista

O “UNIVERSO das CRIANÇAS” contará com a participação voluntária do Cerimonialista Thiago Boeing, profissinal da Prefeitura Municipal de Joinville.
Mais informações: http://universodascriancas.com.br/?page_id=761
____________________________________________________________________

Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Cientistas aprimoram técnica da fertilização in vitro




Laboratório Ghanem de Análises Clínicas
Paixão por Saúde



Cientistas dos EUA dizem ter desenvolvido uma técnica para prever com mais precisão quais embriões têm mais chances de sucesso na fertilização in vitro.

A equipe, da Universidade Stanford, estudou a velocidade da divisão celular nos primeiros dias do desenvolvimento embrionário. Os que se desenvolviam em um determinado ritmo tinham mais chance de maturar na forma de “blastocistos”, prontos para serem implantados e fertilizados.

Publicado na revista científica Nature Biotechnology, o estudo pode ajudar a compreender o motivo pelo qual alguns casais não conseguem produzir embriões viáveis.

Vencedores
Um dos problemas da fertilização in vitro não é relacionado à fertilização em si, e sim à escolha dos óvulos que podem ter mais chances de derivar em uma gravidez bem-sucedida.

Em geral, acredita-se que os embriões que se tornam “blastocistos” – um grupo de 70 a 100 células – até o sexto ou sétimo dia após a fertilização são os candidatos com as maiores chances.

Diversas clínicas de fertilização in vitro, principalmente na Grã-Bretanha, têm esperado esse período antes de escolher embriões para implantação, mas a pesquisa da Stanford pode oferecer uma maneira mais rápida para fazer essa escolha.

Semelhanças
Os cientistas usaram câmeras que filmam sequências de fotos para observar o desenvolvimento de embriões descongelados. Descobriram que aqueles que evoluíram para “blastocistos” tinham semelhanças entre si quando estavam no estágio anterior.

Essas semelhanças estavam na maneira como as células se dividiam para formar outras duas novas células: a velocidade de uma parte da primeira divisão, o intervalo entre a primeira e a segunda divisões e, depois, se as as células resultantes se dividiam novamente em momentos parecidos.

Tudo isso normalmente acontece nos dois primeiros dias do desenvolvimento embrionário, oferecendo uma resposta potencialmente mais rápida para a dúvida de se um embrião tem ou não chances de sucesso.

Surpresa
Para Reijo Pera, professor que liderou o estudo, foi uma surpresa poder prever o processo com precisão. “Sempre pensamos nos processos de vida ou morte do embrião, mas, na realidade, descobrimos que cada célula no embrião está tomando decisões de maneira autônoma. Ninguém havia observado isso antes.”

A ausência de estudos prévios reflete a falta de embriões humanos disponíveis para pesquisas. Testes em embriões de ratos são menos confiáveis porque a maioria deles chega ao estágio de blastocisto – o que não ocorre com humanos.

A embriologista Virginia Bolton, consultora do hospital Guy’s and St. Thomas, em Londres, opina que é improvável que a descoberta aumente as chances de sucesso das fertilizações in vitro na Grã-Bretanha.

Mas a especialista vê benefícios: “Esses dias extras usados na observação dos embriões envolvem muitos gastos – então, (o fato de ser possível identificar em menos dias qual embrião pode ser bem-sucedido) pode resultar em economia de dinheiro para os pacientes”.


Fonte: Portal Terra



Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Nova pesquisa produz células-tronco a partir da pele





Laboratório Ghanem de Análises Clínicas
Paixão por Saúde


Pesquisadores anunciaram uma forma rápida e segura de transformar células comuns da pele em células-tronco e células musculares. Eles afirmaram na quinta-feira (30) que o método pode fornecer uma forma de gerar tecido dentro da nova ciência chamada medicina regenerativa, que os médicos esperam que um dia leve a maneiras de reparar lesões e talvez até substituir órgãos inteiros.

Em janeiro deste ano, cientistas do Instituto para a Biologia da Célula-Tronco e da Medicina Regenerativa na Universidade Stanford, na Califórnia, publicaram na revista “Nature” a descrição de seu trabalho de conversão de células da pele em neurônios.

Em artigo publicado na revista “Cell Stem Cell”, o médico Derrick Rossi, da Harvard Medical School, e seus colegas afirmaram que estavam trabalhando em novas maneiras de produzir células pluripotentes induzidas, as chamadas iPS.

Essas células se parecem muito com as células-tronco embrionárias, as verdadeiras células-mestre do corpo, que podem dar origem a todas as células e tecidos do corpo.

São necessários apenas três ou quatro genes para transformar as células da pele, ou qualquer outra célula comum, e fazê-las terem um comportamento como o das células-tronco.

Mas a maioria das maneiras de fazer isso envolve a utilização de um vírus para levar os genes novos para dentro da célula, ou DNA, e essas técnicas podem provocar outros problemas, incluindo tumores.

Rossi e seus colegas do laboratório do pesquisador George Daley testaram um método novo, usando RNA. RNA é a substância que carrega as instruções para o DNA.

Para a surpresa deles, o RNA proveniente dos quatro genes de “célula-tronco” conseguiu transformar as células da pele comuns em células iPS. Essas células poderiam, assim como as células-tronco, ser produzidas para formar células cardíacas, neurônios e outros tipos de célula.

Eles também foram capazes de transformar diretamente as células da pele em células musculares, relataram os pesquisadores.

Fonte: G1

Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ficar muito tempo sentado pode aumentar o risco de morte



Laboratório Ghanem de Análises Clínicas
Paixão por Saúde



Já reparou que nos últimos anos estamos ficando cada vez mais tempo parado em frente ao computador? Todos nós sabemos que o sedentarismo é um fator que contribui para doenças, mas segundo pesquisa da Sociedade Americana de Câncer, o fato de a pessoa passar parte do dia sentada, mesmo que ela faça exercícios regularmente, não diminui o risco de morte.

A pesquisa acompanhou 123 mil homens e mulheres ao longo de 13 anos, e chegou a uma conclusão alarmante. Segundo a pesquisa, ficar seis horas diárias sentado pode provocar efeitos permanentes no organismo, aumentando um risco de morte em 18% para os homens e 37% para as mulheres. Ficar sentado, independente do nível de atividade física praticada, provoca consequências metabólicas importantes.

Isso quer dizer que não adianta você passar o dia todo sentado no escritório e no final do dia correr para a academia praticar exercícios. Segundo os autores do estudo, ao praticar atividade física, o organismo interrompe a produção da lípase, que é uma enzima utilizada pelos músculos na queima da gordura. A gordura permanece no organismo, aumentando o número de triglicérides e LDL, conhecido como mau colesterol.

Em testes feitos em laboratórios, com ratos, a lípase só voltou ao normal após quatro horas de caminhada. Apesar do metabolismo dos roedores não ser igual ao dos humanos, fica claro que, além de praticar exercícios após o expediente, vale a pena se movimentar um pouco mais no horário comercial.

Fonte: Redação Terra - Fábio Santos


Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Estamos arrecadando BRINQUEDOS!! Nos ajude a ajudar!!!




Laboratório Ghanem de Análises Clínicas
Paixão por Saúde


No “Universo das Crianças” a entrada é gratuita, inclusive o estacionamento e é proibida a venda de produtos e a cobrança de taxas pela prestação de serviços e orientações.

Ainda, é solicitada à comunidade a doação de alimentos não perecíveis (arroz, feijão, macarrão e leite em pó), brinquedos e/ou livros que serão destinados às entidades que trabalham com crianças de Joinville e região. Os voluntários do Rotary Internacional nos ajudarão com a arrecadação destas doações no dia do evento.

Os Brinquedos poderão ser entregues antecipadamente no KG Laboratório de Análises Clínicas (da rua Max Colin, 813 / esquina rua Blumenau, Joinville / SC).

Caso não possa participar do UNIVERSO das Crianças, mas se interessa em contribuir, favor contate a organização por meio (47) 9242.3657 ou criancas@institutoghanem.org.br

Participe e nos ajude a levar alimentos, brinquedos e livros a quem mais precisa!


Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Governo investirá R$ 76 milhões para estimular a doação de órgãos no país.



Laboratório Ghanem de Análises Clínicas
Paixão por Saúde




O Ministério da Saúde assinou nesta segunda-feira (27), Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, portarias que preveem investimentos de R$ 76 milhões no setor de transplante de órgãos no Brasil.

Entre as medidas anunciadas, o governo pretende criar 80 novos leitos para transplante de medula óssea, implementar centros para transplante de córnea, ossos e pele, além de direcionar investimentos na capacitação de profissionais do setor.

Também foi lançada uma campanha para estimular a sociedade a discutir a importância da doação de órgãos e para que as pessoas informem às suas famílias seu desejo de doar órgãos.

Com isso, o ministério espera um aumento de 20% na quantidade de transplantes realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O SUS atende aproximadamente 95% dessas cirurgias no país. “O sistema não financia apenas o ato do transplante em si, vai desde o exame até o atendimento após a operação”, afirmou Marcia Bassit, ministra interina da Saúde.

Ela avaliou que há ainda alguns desafios a superar: “Por exemplo, garantir a igualdade no acesso aos transplantes e a redução na fila de espera e melhorar a qualidade dos atendimentos.” A ministra lembrou que aproximadamente 60 mil brasileiros aguardam na fila por transplantes.

O secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, alertou para dois outros problemas: uma em cada 4 famílias não autorizam a doação de órgãos e metade dos óbitos causados por morte cerebral não são comunicados pelos médicos para que se possa providenciar a doação dos órgãos. Segundo o ministério, o investimento na capacitação de profissionais do setor resultará na melhora desses dados.

Beltrame também explicou que a fila de espera tende a diminuir no próximos anos. “Isso é em todo o mundo. A tendência é o número de transplantes crescer mais que as filas”, afirmou. A explicação é a maior expectativa de vida, o diagnóstico mais rápido e os investimentos na área.

Questionado sobre o tempo médio de espera por um órgão no Brasil, o secretário disse que o tempo depende principalmente de dois fatores: a região do país e o órgão necessitado. “Por exemplo, em São Paulo, a espera por córneas é praticamente zero.”


Fonte: G1

Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Gene defeituoso pode ser a causa da enxaqueca, diz estudo





Laboratório Ghanem de Análises Clínicas
Paixão por Saúde

Falha no gene Tresk faz com que fatores do ambiente ativem áreas do cérebro que controlam a dor.



Uma pesquisa britânica revelou que um gene defeituoso pode ser a causa das dores de cabeça características da enxaqueca. Os cientistas envolvidos na pesquisa acreditam que a descoberta pode levar a novos tratamentos para a doença.

Segundo o estudo publicado na revista Nature Medicine, o mau funcionamento de um gene conhecido como "Tresk" faz com que fatores do ambiente ativem áreas do cérebro que controlam a dor, causando a enxaqueca.

A equipe responsável pela pesquisa, formada por especialistas de diferentes países, utilizou amostras de DNA de pessoas que sofrem da doença e de seus familiares.

Segundo o pesquisador da Universidade de Oxford Zameel Cader, que participou do estudo, o gene Tresk estava inativo nos pacientes, o que causava a enxaqueca. "O que nós queremos é encontrar um remédio que ative o gene", disse Cader à BBC.

"Estudos anteriores haviam identificado partes do nosso DNA que aumentam o risco na população em geral, mas eles não haviam encontrado genes que pudessem ser diretamente responsáveis pela enxaqueca", afirmou Cader.

"O que nós descobrimos é que a enxaqueca parece depender do quão estimuláveis são os neurônios em partes específicas do cérebro".

Estima-se que uma em cada cinco pessoas sofra de enxaqueca. Em vários casos, a dor de cabeça vem acompanhada de náusea e de sensibilidade à luz. Em outros, ela é precedida por um distúrbio sensorial conhecido como aura, identificado pela percepção de uma luz ou de um cheiro estranho.

"(A descoberta) abre avenidas para se planejar novas pesquisas que poderão, então, levar a novos tratamentos, mas certamente este será um longo caminho", diz o médico Aarno Palotie, do Wellcome Trust Sanger Institute.


Fonte: G1


Postado por: Jefferson Arthur Scaini Cancelier


Siga-nos no twitter: @labghanem
e-mail: sac@laboratorioghanem.com.br
site: http://www.laboratorioghanem.com.br/