sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

::: Grupo Ghanem destaca a importância de Unidades Laboratoriais em Hospitais :::


Por Gisleine Masson

A presença de um laboratório de análises clínicas em uma unidade hospitalar propicia muitos benefícios tanto para o paciente quanto para a conduta médica. A rapidez na resposta dos exames permite a classe médica diagnosticar com mais agilidade e precisão, visto que em muitas situações a velocidade da informação é tão decisiva quando a própria informação, ou seja, o exame e tão relevante quanto o tempo em que vai ser liberado.

Para que toda esta ferramenta esteja presente em uma unidade hospitalar, se faz necessário que o laboratório prestador de serviços de análises clínicas, tenha equipe de atendimento capacitada constantemente, o sucesso na coleta de sangue e o transporte adequado das amostras são fundamentais para a qualidade do exame.

Além de equipe, o laboratório deve dispor de tecnologia atual, com metodologias para a realização dos testes que sejam referência, padrão ouro. Os equipamentos mais modernos são capazes de realizar mais de mil testes/hora, com modernos softwares tanto para o controle de qualidade certamente exigido como para a possibilidade de interface dos resultados, processo este que exclui a necessidade de digitação, a liberação de resultados nestes casos é imediata e eletrônica, isso confere produtividade e eficácia ao laboratório, eliminando ao máximo a possibilidade de erros humano nas análises.

Ter condições de realizar no próprio laboratório um vasto menu de exames, com sistema de “back up” para os equipamentos, contendo dois equipamentos idênticos sempre em funcionamento para a realização de cada exame, possibilita a  contínua realização dos testes, sem que em nenhuma hipótese, mesmo nas situações mais adversas, onde por algum problema mecânico, por exemplo, ocorra a parada de uma das máquinas.

O Grupo Ghanem possui unidades laboratoriais em 3 hospitais de Joinville, Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, Hospital Infantil Jeser Amarante Faria e Hospital Pró-Rim com atendimento especializado e 24 horas.

* Gisleine Masson é Gestora Técnica do Grupo Ghanem

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

::: Grupo Ghanem faz alerta no Dia Mundial de Combate à Aids:::

Hoje, 1º de dezembro, é internacionalmente instituído como o Dia Mundial de Combate à Aids, quando o mundo une forças para a conscientização sobre essa doença. Desde o final dos anos 80, tal dia vigora no calendário de milhares de pessoas ao redor do mundo.

Joinville ocupa a 37ª posição entre os cem municípios com mais de 50 mil habitantes e maiores taxas de incidência de Aids, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados na segunda-feira.

É uma boa notícia em relação ao número de 2009, quando a cidade ocupava a 28ª posição. Mas é pior quando comparado com 2008, quando Joinville ficou em 38º. Dos 34.212 novos casos de Aids no Brasil em 2010, 0,53% foram registrados na cidade.

Assim como no resto do País, os jovens, principalmente homens, são alvo de preocupação em Joinville. Das 2.854 pessoas soropositivas acompanhadas pela Unidade Sanitária da cidade no ano passado, os homens são maioria (64%). Os jovens de 20 a 39 anos representam 72,5% deles e  no último ano, surgiram 183 novos casos, número semelhante ao identificado em 2009 (195 diagnósticos).

Também gera alerta, o aumento recente da incidência de casos de HIV em gestantes. Somente no primeiro semestre de 2011, a cidade realizou 3.357 exames de HIV, dos quais 1.540 em gestantes.

O Sul do País foi a região que apresentou a maior taxa de incidência. Dos 15 municípios do ranking, 14 são sulistas. Em Santa Catarina, Balneário Camboriú chamou a atenção com o 3º lugar na lista. É um dos maiores aumentos entre as cidades – de 60,7 em 2009 para 77,7 em 2010.


Todos os exames laboratoriais para DSTs/AIDS são realizados sob forma sigilosa no Ghanem Laboratório Clínico e a identidade do paciente é preservada, não sendo possível a identificação do cliente durante o processo de análise da amostra de sangue.
Para realizar o exame não é necessário JEJUM. 

Consulte o seu médico para avaliar o risco de ter contraído doenças sexualmente transmissíveis. Lembre-se que o conhecimento pode fazer a diferença entre você tornar-se ou não uma pessoa cada dia mais saudável.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

::: UM GRANDE ANO PARA O LABORATÓRIO DE ENSAIOS ESPECIALIZADOS DO GRUPO GHANEM :::



Por Fernando Berlitz*

2011 está sendo um ano diferenciado para o nosso antigo IP - INSTITUTO DE PESQUISAS. Como a denominação alterada para GHANEM ENSAIOS ESPECIALIZADOS desde a criação do GRUPO GHANEM (que inclui ainda as marcas GHANEM LABORATÓRIO CLÍNICO, GHANEMZINHO e LABORATÓRIO POPULAR), o laboratório do Grupo Ghanem tem recebido consecutivos reconhecimentos do mercado, por sua atuação em Sustentabilidade, Gestão da Qualidade e Excelência em Gestão. E mais, todas estas apenas no segundo semestre desse ano!!!
Em Agosto veio o Prêmio da Pesquisa Expressão de Gestão Sustentável - Destaque Comunidade. A seguir, em Auditoria Externa de seu sistema de gestão da qualidade, foi recomendada pelo INMETRO para Acreditação NBR 17025 (Laboratório de Ensaios e Calibração). Em novembro, mais dois importantes reconhecimentos...
Por sua atuação em termos de Responsabilidade Sócio-Ambiental, recebe o Certificado de Responsabilidade Social da Assembléia Legislativa de SC, em sua primeira edição. E, por último, está selecionado entre as organizações finalistas em SC do PRÊMIO MPE BRASIL (MBC/Sebrae), por sua Excelência em Gestão e também na Categora Jovem Empreendedor>

GHANEM ENSAIOS ESPECIALIZADOS... um orgulho para o GRUPO GHANEM!
Uma segurança para nossos Clientes!!!


*Fernando Berlitz é Gestor de Sustentabilidade, Processos e Melhoria Contínua do Grupo Ghanem

domingo, 27 de novembro de 2011

::: Hipersegmentação do IP - Instituto de Pesquisas gera o GRUPO GHANEM :::

          O Grupo Ghanem é uma organização catarinense provedora de serviços e soluções integradas em Medicina Laboratorial e Ensaios Especializados, constituídos pelas marcas Ghanem Laboratório Clínico, Ghanemzinho Laboratório Clínico Infantil, Laboratório Popular e IP – Instituto de Pesquisa.


Por uma questão de padronização, no ano de 2011, a marca IP – Instituto de Pesquisas segmentou seus serviços de atuação e padronizou a marca com as demais do Grupo.


O IP – Instituto de Pesquisas passa a se chamar: Ghanem Ambiental, Ghanem Alimentos, Ghanem Toxicologia e Ghanem Higiene Ocupacional.
 
O objetivo principal, além da padronização, é fortalecer e focar nos segmentos específicos.

Com um modelo de gestão que prioriza a transparência das ações, viemos por meio deste explicar a todos os nossos clientes e amigos o desenvolvimento das nossas marcas.

O Grupo Ghanem é uma organização jovem, em franco desenvolvimento, e está sempre calcado no equilíbrio das dimensões econômica, social e ambiental, que norteiam o cotidiano profissional de suas pessoas.
As informações deste Blog a partir de hoje estarão no BLOG do GRUPO GHANEM.
Acesse, siga e curta! Todos os dias, informações atuais e com qualidade para você!
Amamos o que realizamos!
Obrigado por fazer parte de nossa história!
Grupo Ghanem - Paixão pela VIDA!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

::: GRUPO GHANEM RECEBE CERTIFICADO DE RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA SC :::




Recebemos o comunicado de nossa Certificação pela Assembléia Legislativa de SC em razão de nossas ações de Responsabilidade Sócio-Ambiental!

Fomos agraciados com esse importantíssimo reconhecimento em nossas duas atuações/presenças no mercado, representado pelas marcas “Ghanem Laboratório Clínico” e “IP Instituto de Pesquisas” (atualmente “Ghanem Ensaios Especializados”).

Segundo a Comissão Mista de Certificação de Responsabilidade Social da Assembléia Legislativa:

“Nas análises feitas nos documentos apresentados no processo de inscrição foi constatado que sua Empresa desenvolveu ações de cunho socioambiental e atendeu a todos os requisitos previstos no Edital de Certificação - Edição 2011. Portanto, é com imensa satisfação que comunicamos que sua Empresa será agraciada com o Certificado de Responsabilidade Social de Santa Catarina, instituído pela Lei 12.918 de 23 de janeiro de 2004, com primeira edição em 2011”.

Fomos certificados a partir de um processo que iniciou ainda no primeiro semestre desse ano e envolveu múltiplas áreas/processos/profissionais da nossa organização e o relato com evidências de todas as nossas ações de Responsabilidade Sócio-Ambiental ao órgão competente. Esse processo, denominado Certificação de Responsabilidade Social de Santa Catarina e Troféu Responsabilidade Social - Destaque SC – Edição 2011, é uma ação inovadora da Assembléia Legislativa de SC e que tem como principais objetivos prestigiar, estimular, difundir e reconhecer o esforço das empresas privadas e entidades com fins não econômicos de Santa Catarina que tenham a responsabilidade social incluída em suas políticas de gestão, contando com o comprometimento social da empresa, entidade, dirigentes e funcionários.

A partir disso, fomos convidados para, no dia 30 de novembro de 2011, às 19horas, participarmos da Sessão Especial, no Plenário Deputado Osni Régis, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, em Florianópolis, para receber, em nome do Ghanem Laboratório Clínico e do IP Instituto de Pesquisas, a Certificação de Responsabilidade Social de Santa Catarina-Edição 2011.

Deixamos aqui o nosso agradecimento a todos os que participaram da construção desse grande diferencial e a todos os profissionais do Grupo Ghanem, reconhecidos por esse certificado!

A Responsabilidade Sócio-Ambiental está no DNA do Ghanem e todos nós somos responsáveis por essa bela construção e reconhecimento!

Obrigado e Parabéns a todos!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A prática de exercício físico pelo diabético



O exercício físico tem um importante papel na prevenção e no controle da resistência à insulina, do pré-diabetes, do diabetes gestacional, do diabetes tipo 2 e das complicações relacionadas ao diabetes.
Tanto o exercício aeróbico quanto o anaeróbico melhoram a ação da insulina e podem contribuir no controle dos níveis glicêmicos, dos lípides, da pressão arterial, do risco cardiovascular e na melhora da qualidade de vida. Entretanto, o exercício físico deve ser realizado de forma regular a fim de que os benefícios sejam duradouros.
A maioria das pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2 pode praticar a atividade física com segurança, desde que certas precauções sejam tomadas. 

Avaliação pré-exercício

Algumas situações podem contra indicar a prática de atividade física, como hipertensão arterial grave e não-controlada, neuropatia autonômica grave, neuropatia periférica grave ou história de lesões extensas no(s) pé(s), além da retinopatia diabética grave.
Antes de praticar exercícios, os indivíduos com diabetes (principalmente os sedentários) devem passar por uma avaliação médica, que incluirá a análise do controle glicêmico, o uso de medicamentos e a avaliação de limitações físicas e complicações micro e macrovasculares. Além disso, essa avaliação visa detectar outros fatores de risco, como doençascrônicas associadas ao diabetes (obesidade, dislipidemia, hipertensão, etc).
Se a atividade física é monitorada, a anamnese do profissional de educação física antes do início das atividades visa identificar os pacientes de maior risco, o que pode ser ainda complementado pela antropometria e pelos testes físicos preliminares ao início das atividades.

Tipo de exercício físico

Os efeitos do exercício físico na ação da insulina variam de acordo com os parâmetros da carga de treinamento da atividade realizada e com a alimentação (prévia e subsequente).
Durante o exercício aeróbico intenso e a atividade anaeróbia, mesmo que de curta duração, há uma maior produção de glicose (pelo aumento das catecolaminas plasmáticas), resultando em hiperglicemia, que pode persistir até por 1 a 2 horas após a atividade física, podendo ser seguidos de hipoglicemias dentro de horas após o término do exercício. Atividades de baixa a moderada intensidade podem reduzir as glicemias durante (dentro de 20-60 minutos) ou após a mesma.
A combinação de exercícios aeróbicos e anaeróbicos parece ser mais efetiva sobre o controle glicêmico que a prática de cada tipo isoladamente. Os adolescentes e adultos podem se submeter a atividades que envolvam todos os grandes grupos musculares, 2 a 3 vezes por semana. É recomendável que os idosos, ou os diabéticos com deficiência física, sejam submetidos às mesmas atividades, se possível. No caso de restrição, deve-se estimular a atividade física conforme sua habilidade/capacidade.
De forma prática, os diabéticos devem, idealmente, ser submetidos a pelo menos 150 minutos por semana de atividade física aeróbica de moderada a alta intensidade, distribuídos em pelo menos 3 vezes durante a semana, com intervalo máximo de 2 dias consecutivos entre os treinos aeróbicos.

Situações especiais

É desejável que os diabéticos tipo 1 e os diabéticos tipo 2 usuários de insulina e/ou hipoglicemiantes orais que possam causar hipoglicemia* façam um exame de glicemia capilar imediatamente antes (e, se necessário, durante e depois) do exercício físico. São considerados um grupo de risco.
*Sulfoniluréias: glimepirirda, glicazida, glipizida, clorpropamida, glibenclamida;
Glinidas: repaglinida, nateglinida.

Hipoglicemia

No grupo de risco, se o valor da glicemia capilar estiver abaixo de 100 mg/dL, deve haver a ingestão de aproximadamente 15g de carboidratos (por exemplo: 1 fruta média, 3 bolachas, 1 fatia de pão de forma, 1/2 pão de sal, 1 copo de suco de laranja) antes da realização do exerciício físico. A quantidade de carboidratos a ser consumida pode ainda variar conforme a dose de insulina aplicada previamente, a duração e intensidade do exercício (parâmetros da carga do treinamento). Pode ainda haver necessidade de ingestão extra de carboidrato, de acordo com a monitorização glicêmica durante e após a atividade.
Em caso de história de hipoglicemia gravedurante o dia (por exemplo, um evento em que foi necessária a ajuda de outras pessoas para correção glicêmica), qualquer atividade física deve ser evitada nesta data (risco de outra hipoglicemia tão grave quanto à anterior).
Se o diabético apresentar sinais/sintomas de hipoglicemia durante o exercício (mal-estar, sudorese fria, náusea, palpitação, tremores, mudança de comportamento, sonolência, perda de consciência), a glicemia capilar deve ser prontamente realizada. Constatada a hipoglicemia (ou com valores limítrofes), se o diabético estiver acordado e capaz de se alimentar, deve-se oferecer alimento contendo açúcar, como bala ou suco/refrigerante comum. O diabético deverá então monitorizar com maior frequência a glicemia capilar nas horas seguintes, pois eventos hipoglicêmicos tardios poderão acontecer.
É desejável que o diabético sempre tenha uma fonte de carboidrato simples (por ex.: bala, açúcar, glicose hipertônica), no local onde realizará a atividade, e de fácil acesso.
Se a hipoglicemia for acompanhada de perda de consciência ou convulsão, o diabético deverá ficar deitado de lado – não se deve oferecer líquidos ou alimentos (pelo risco de aspiração pulmonar) – e uma unidade do SAMU deverá ser acionada imediatamente.
Os diabéticos tipo 2 que não fazem uso de insulina ou hipoglicemiantes orais não necessitam medidas preventivas especiais relacionadas a hipoglicemia, por ser um evento raro.

Hiperglicemia

A hiperglicemia pode ser considerada quando os valores de glicemia capilar são superiores a 200 mg/dL. Geralmente, não há sintomas associados.
Quando os diabéticos tipo 1 têm deficiência de insulina por período prolongado (12-48 horas), ainda que parcial (dose inadequada de insulina ou omissão de doses), e estão cetóticos, a prática de exercícios físicos pode piorar a hiperglicemia e a cetose. Dessa forma,na presença de cetose, a atividade física não deve ser realizada. Na ausência de fitas para dosagem de cetonemia / cetonúria, deve-se valorizar a glicemia capilar e o estado geral do diabético.
De forma prática, não é necessário suspender o exercício físico baseado apenas em hiperglicemia, se o diabético estiver sentindo-se bem e se a cetonemia/cetonúria for negativa. Caso não haja como medir-se a cetonemia/ cetonúria, pode-se ter como parâmetro o valor de glicemia de 300 mg/dL – se houver valores superiores, avaliar a suspensão da atividade programada até que a glicemia esteja entre 100 e 250 mg/dL.
Os indivíduos com diabetes tipo 2 com descontrole glicêmico, mesmo com valores de glicemia capilar acima de 300 mg/dL, geralmente não apresentam complicações com a prática de atividade aeróbica (desde que estejam sentindo-se bem e adequadamente hidratados, sem cetose).
Os diabéticos tipo 1 com valores de glicemia acima de 300 mg/dL e os diabéticos tipo 2 com hiperglicemia e mal-estar devem receber hidratação oral frequente e aplicação de insulina de ação rápida conforme recomendação médica prévia. Nos casos duvidosos ou em que o diabético encontra-se inseguro quanto à coduta a ser tomada, contato médico deverá ser realizado.

Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes
 
 
 
 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Software calcula probabilidade de doenças hereditárias


 Programa agiliza obtenção de dados que demandam cálculos complexos

Pesquisa do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um software, denominado PenCalc, que calcula a taxa de penetrância de doenças autossômicas dominantes, que são doenças hereditárias, passadas de geração para geração. A estimativa dessa taxa é feita por meio de cálculos aplicados à estrutura de heredogramas, gráficos que representam a herança genética de determinada característica, e mostram como o defeito é transmitido.

— Os cálculos de estimativa da taxa de penetrância são muito complexos. O software automatiza essas operações, agilizando a obtenção dos dados — explica a pesquisadora Andréa Horimoto, autora do estudo.

O PenCalc é destinado para uso de profissionais que trabalham com aconselhamento genético. O programa calcula, por meio da análise de genealogias (árvores genealógicas) que mostram a segregação da doença, o valor apropriado da taxa de penetrância da doença.

O trabalho foi motivado pelo caso de uma família acompanhada pelo serviço de aconselhamento genético do instituto. Uma síndrome autossômica dominante afetou 53 pessoas da mesma família. Foram analisadas outras 21 genealogias de famílias com a mesma síndrome para testar o software. A precisão do programa era avaliada em comparação aos resultados dos cálculos empregando metodologias alternativas.

Fonte: ClicRBS - 10/11/2011