sexta-feira, 5 de julho de 2013

::: Atenção à água dos Condomínios Residenciais :::

A água é um recurso natural, que deve ser utilizado com consciência. A ONU estima que, nos próximos 25 anos, dois em cada três habitantes do planeta vão enfrentar desafios no abastecimento de água em condições adequadas para o uso humano. Entre as principais causas para essa restrição, podemos citar o crescimento populacional, a poluição das águas, o desperdício na distribuição e no uso, e as mudanças climáticas.
Do total de água existente no planeta, 97,6% é salgada e apenas 2,4% é doce. Setenta e nove por cento da água doce se concentra em geleiras, outros 21% estão nos lençóis freáticos e 0,04% em rios e lagos. Assim, podemos entender que a água não é um recurso significativamente abundante no planeta.
O Brasil desperdiça o dobro da média dos outros países, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República. Em 1999, a água desperdiçada em tubulações envelhecidas ou desviada por ligações clandestinas chegou a 38% da oferta total. Na região norte do País esta perda chegou a 52%.
A água em condomínios residenciais é sempre um assunto sério. Um reservatório trincado, uma abertura na tampa da caixa d'água ou tubulações sujas podem se transformar em grandes desafios para os condôminos. Se ocorrer algum problema de saúde com um morador por causa da água e ficar provado que este teve origem em condições inadequadas no armazenamento, a responsabilidade pode ser imputada ao edifício.
Condomínios, sejam grandes ou pequenos, consomem muita água. Esse consumo pode ser feito de forma racional, economizando e evitando o desperdício de água com medidas simples.

A cada seis meses, deve-se limpar a caixa d'água. É importante verificar se a tampa tem alguma abertura que facilite a entrada de animais, fezes ou qualquer tipo de sujeira.
Em relação à economia de água, a adoção de intervenções físicas no condomínio traz resultados mais impactantes do que apenas a recomendação de mudanças no procedimento dos condôminos.
Abaixo, algumas sugestões que podem reduzir os gastos no seu edifício:
1) Inspeções de rotina contra vazamentos
A principal medida para a economia de água é a vistoria periódica de todas as válvulas e torneiras do edifício.

2) Redutores de vazão
Podem ser instalados em chuveiros e torneiras com geração de economia no consumo de água.

3) Aquecedores
O aquecimento de água deve ser feito, se possível, diretamente nas saídas (torneiras e chuveiros), em vez de se utilizar um aparelho central. Isso porque, a cada vez que vai usar água quente, o morador precisa esperar que toda a água fria saia do encanamento. Isso gera um gasto desnecessário.

4) Troca de vasos sanitários
Os vasos mais antigos despejam entre 12 litros e 24 litros de água por descarga. Já os vasos com caixa acoplada diminuem esse volume para até 6 litros.

5) Individualização dos hidrômetros
A vantagem do hidrômetro individual é que cada morador passa a pagar exatamente pela água que consome, podendo fazer a gestão de seu consumo individual.

6) Reuso da água
Algumas empresas recomendam a construção de reservatórios para armazenar a água das chuvas. Essa água seria usada para a limpeza e também para regar os jardins.

7) Eliminador de ar
Em muitos lugares, uma parte da conta de água é causada pela passagem de ar pelo hidrômetro.


A Portaria 2914/11 do Ministério da Saúde exige que toda água utilizada para consumo humano seja clorada e que seja submetida a análises pelo menos uma vez por mês, independente da fonte (rede pública de abastecimento, poço ou outra qualquer). Esta análise tem por objetivo garantir que a água distribuída mantenha as características mínimas exigidas para o consumo evitando problemas de saúde. As análises vão desde a verificação da presença de bactérias coliformes (que deve ser feito mensalmente) até análises mais completas onde são verificados parâmetros como Flúor, Cloro e pH entre outros, que podem ajudar na identificação de problemas e direcionar o tratamento mais efetivo para que a água possa ser considerada potável novamente.

Ghanem Laboratório l Ghanem Ambiental l 3027-4441




quarta-feira, 26 de junho de 2013

::: Dia Nacional do Diabetes :::

A data 26 de junho é marcada pelo Dia Nacional do Diabetes, doença silenciosa, que apesar de já ter alcançado níveis epidêmicos no Brasil, ainda é desconhecida por muitas pessoas. No país, estima-se que existam cerca de 10 milhões de portadores de diabetes, mas apenas metade deles sabe que possuem a enfermidade. 
A doença deve atingir 330 milhões de pessoas em todo o mundo até o ano de 2025, segundo a Federação Internacional da Diabetes.
Para lhe ajudar, nós listamos alguns cuidados especiais.



Dieta do diabetes: nove cuidados essenciais com a alimentação


Legumes podem ser consumidos à vontade e frutas pedem mais atenção!

Os mitos que cercam a alimentação dos diabéticos são incontáveis. Dizem que o portador de diabetes não pode comer carboidratos ou nenhum tipo de açúcar e deixar de lado até mesmo a carne vermelha.
dieta ideal para quem tem o problema varia para cada diabético. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares. Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros. Confira quais são esses cuidados: 

1) Arroz, pães e massas integrais: a endocrinologista e nutróloga Ellen Paiva, do CITEN, explica que os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.

Porém, lembre-se de preferir sempre aos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina.


2) Carboidratos simples e açúcar: doces, pães e massas não precisam ser abolidos completamente da dieta do diabético. Entretanto, é preciso estar atento à quantidade. 

"Os doces podem ser consumidos esporadicamente, atendendo a princípios rigorosos de quantidade e frequência e acompanhados de compensação de carboidratos", afirma Ellen. No geral, uma dieta para diabéticos deve ser constituída 50% de carboidratos.

Por isso, quando o portador de diabetes resolve comer um doce, deve reduzir o consumo de outras formas de carboidrato para manter a equivalência ou, no caso do dependente de insulina, aumentar a sua dose de insulina para aquela refeição.  


3) Atenção às frutas: "As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos", conta Ellen. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis. Mas, na verdade, não podem. 

Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples. 

A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas. "As frutas podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titulação da insulina nos pacientes insulino dependentes".


4) Sucos: embora muito saudáveis, os sucos geralmente consomem as três porções de frutas que o diabético tem direito durante todo o dia. "Um exemplo disso é suco de laranja. Um copo equivale em calorias ao consumo de um bombom e tem quantidade de glicose capaz de elevar em muito a glicemia do paciente", alerta a nutróloga. 
A recomendação, portanto, é que as frutas sejam consumidas como tal, em lanches e sobremesas. Durante refeições, o ideal é evitar o consumo de líquidos ou optar pela água.  

5) Leite desnatado: para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios. 

6) Cortes magros de carne vermelha: a maior riqueza das carnes vermelhas são os micronutrientes, como o ferro e a vitamina B12, já que as proteínas podem ser facilmente encontradas em carnes brancas e proteínas vegetais. Por conta disso, a carne vermelha não só pode como deve ser consumida, mas evite as opções que possuem uma quantidade muito grande de gorduras saturadas, como filé mignon, picanha e contra-filé. "Os melhores cortes de carne são o lagarto, o patinho e a alcatra", conta Ellen. 

7)Peixes: eles são os mais indicados entre as carnes brancas. Os melhores são aqueles ricos em gorduras boas, como trutas, salmão e sardinha. "Esses peixes, apesar de saudáveis, são muito calóricos e, por isso, as porções devem ser controladas e nunca preparadas fritas ou empanadas", lembra a nutróloga. 

8) Legumes e verduras à vontade: ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos. "A regra é colorir o prato e variar de acordo com legumes e verduras da estação", aconselha Ellen. 

9) Não exagere nas porções: o diabético pode estar fazendo uma dieta correta e rica em alimentos saudáveis, mas, se exagerar nas porções, estará caminhando na direção oposta. "O excesso de calorias é nocivo ao diabético, mesmo que ele esteja comendo os alimentos mais indicados", alerta Ellen. 

Fonte: minhavida.com.br

Ghanem Laboratório Clínico, paixão por SUA saúde!!!





sexta-feira, 21 de junho de 2013

::: Hemograma para Gestantes :::


Müller, Ketrin Goetz.

Bioquímica Hematologista l Ghanem Laboratório Clínico


A partir de agora, nosso laboratório realizará Hemogramas específicos para as Gestantes
O comportamento hematológico do organismo da mulher grávida frente ao desenvolvimento do feto modifica o perfil do hemograma da gestante. Durante a gestação, pode ocorrer hemodiluição, caracterizado por um aumento do volume plasmático em relação ao volume eritrocitário devido à formação da placenta e ao rápido desenvolvimento do feto. A partir do 6ª semana de gestação há um aumento progressivo da volemia plasmática, que chega a 30-40% em torno do 20ª semana e estaciona no 28ª semana. A massa eritróide também aumenta, mas apenas 10 a 20%, o que resulta na diminuição das cifras hematimétricas (eritrócitos, hemoglobina e hematócrito). Este processo é fisiológico na gestação, sendo caracterizado como pseudonanemia da gravidez1, 2, 3, 4.  



O leucograma também pode alterar-se muito e de modo variável na gravidez, devido a uma resposta inespecífica das células da série leucocitária, porém, favorável ao desenvolvimento seguro do feto, protegendo-o durante todo o período. Há neutrofilia, de mínima a considerável, com ou sem presença de bastões. A neutrofilia continuada pode causar aparição de granulações tóxicas, até de corpos de Döhle, pelo encurtamento do prazo de maturação entre promielócitos e granulócitos maduros na medula, tudo isso sem significado patológico. A presença de 1 a 4% de mielócitos e/ou metamielócitos é usual e normal. Por este motivo, alguns laboratórios têm o hábito de não anotá-los quando vistos na fórmula ao microscópio1,5,6.

A contagem de plaquetas tende a diminuir 10 a 30%, sendo irrelevante e assintomática1.

Todas estas alterações, mesmo sendo fisiológicas na gravidez, podem se tornar um desafio ao médico obstetra, pois, muitas vezes, é difícil distinguir entre o que é hemodiluição e o que é anemia real, desencadeada pela gravidez ou preexistente. Em mulheres que normalmente têm hemoglobina entre 11 e 12g/dL, durante a gestação a hemoglobina pode cair fisiologicamente abaixo de 10g/dL. O VCM aumenta de 2 a 4 fL, pode haver esferócitos, policromatofiia e reticulocitose leves que são responsáveis pelo aumento da massa eritróide. Deste modo, torna-se importante, se possível, conhecer os valores normais da mulher não grávida, e após a gravidez, utilizar como base valores referenciais de hemograma para gestantes. O Ghanem Laboratório Clínico agora disponibiliza os valores referencias do hemograma para o 1o., 2o. e 3o. trimestre da gestação, sendo necessário apenas informar a idade gestacional no momento do cadastro. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 3.ed. Porto Alegre, Artes Médicas, 1995.
2. HANGAI, M. M. et. Al. Estudos dos Parâmetros Laboratoriais do Hemograma de Gestantes, Através da Comparação com o Hemograma de Pacientes Não-Gestantes, no Município de São José, na Grande Florianópolis. LAES & HAES, São Paulo, n. 143, p.116-38, jun.-jul. 2003.
3. SOUZA, A. I.; FILHO M. B.; FERREIRA L. O. C. Alterações Hematológicas e Gravidez. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, v. 24, n. 1, p. 29-36. 2002.
4. BAKER, W. F. Hematologic problems in obstetrics, pregnancy, and gynecology. Hematology/ Oncology Clinics of North America. Los Angeles, v. 14, n. 5, p. 1061-77, oct. 2000.
5. Bain BJ. Células Sanguíneas: Um guia prático. 4ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
6. Oliveira RAG. Hemograma como fazer e interpretar. São Paulo: Livraria Média Paulista Editora, 2007.
  
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quarta-feira, 19 de junho de 2013

::: FOOD DETECTIVE para as Intolerâncias Alimentares :::

Muitas pessoas exibem reações inflamatórias crônicas de sensibilidade a alimentos específicos. 
Diferentes dos efeitos imediatos da alergia, medida por IgE, as reações de sensibilidade a alimentos mediadas por IgG podem levar vários dias para aparecerem.
Depressão, ganho de peso, dermatite, constipação, diarréia, dor nas articulações, artrite, fadiga, sensação de estufamento, retenção de líquidos, distúrbios do sono, e a síndrome do intestino irritável, entre outros sintomas, estão associadas a intolerância a alimentos. Existem mais de 150 sintomas descritos na literatura médica relacionados com intolerâncias alimentares por IgG e o exame "Food Detective" irá auxiliá-lo no mapeamento de vários alimentos.
Quando o alimento irritante é retirado da dieta, os sintomas desaparecem rapidamente, melhorando a condição do paciente.
Portanto, o conhecimento dos alimentos que podem causar reações mediadas por IgG é de grande ajuda, permitindo que oriente-se a dieta da melhor maneira possível.



Alimentos testados

- Leite e ovos: leite de vaca e ovo total.
- Peixes, Crustáceos e Frutos do Mar: Bacalhau, Caranguejo, Hadoque, Lagosta, Mexilhão, Linguado, Salmão, Camarão, Truta e Atum. 
- Carnes: Carne Bovina, Cordeiro, Frango, Porco e Peru.
- Frutas: Azeitonas, Grapefruit, Toranja, Laranja, Limão, Groselha Preta, Maçã, Melão, Melancia, Morango e Tomate.
- Grãos e Cereais: Aveia, Arroz, Centeio, Cevada, Glúten, Milho, Trigo e Trigo Duro.
- Castanhas e Sementes: Amêndoa, Amendoim, Cacau, Café, Castanha de Caju, Castanha do Pará, Girassol, Gergelim e Noz.
- Vegetais: Aipo, Alho, Alho Poró, Batata, Brócolis, Cenoura, Couve, Repolho, Pimentões (Amarelo, Verde, Vermelho), Mix Leguminosas (Ervilha, Feijão e Lentilha) e Soja.
- Diversos: Chá (Camelia simensis), Fermentos/Leveduras, Cogumelos, Gengibre, Mel. 

Agendamento e Instruções

Por favor agende seu horário por meio do Disk Ghanem 47 3028.3001 ou sac@grupoghanem.com.br
- Agendamento e pagamento prévios com uma semana de antecedência da coleta.
- Coleta realizada de 2a. a 6a. feira. 
- Jejum obrigatório de 8 a 12 horas. 

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

::: Manter uma dieta saudável aumenta a imunidade e reduz risco de doenças :::

Alimentação saudável e equilibrada é o segredo para viver mais e melhor.
Médicos explicam quais alimentos são bons para o sistema imunológico.

Mudar a alimentação é importante para a saúde, em qualquer idade e momento da vida. Ter um estilo de vida saudável e uma dieta equilibrada é fundamental para aumentar a imunidade do corpo e consequentemente reduzir o risco de diversas doenças, inclusive o câncer.
Por isso, ingerir frutas, verduras, legumes, proteínas, vitaminas e minerais é um hábito essencial para quem quer ter mais qualidade de vida, como alertaram a clínica geral Dulce Brito e o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni.



Mesmo quem tem fatores genéticos que aumentem as chances de determinadas doenças podem também se beneficiar da mudança dos hábitos alimentares – o paciente pode até desenvolver o problema, mas terá mais bem-estar e menos complicações. Para melhorar o sistema imunológico, o cardiologista Daniel Magnoni explica que proteínas, vitaminas e minerais são os grupos que mais ajudam na produção de células de defesa.



Além disso, comer de 3 a 5 porções diárias de legumes, verduras e frutas também faz bem e reduz o risco de câncer, principalmente de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, pulmão, pâncreas e próstata nos homens.
Há ainda a vitamina C, extremamente poderosa na alimentação já que é um antioxidante natural e rica em fibras e licopeno, substâncias que protegem a saúde. Entre os alimentos com essa vitamina, os campeões são a acerola e o caju.
De acordo com o cardiologista Daniel Magnoni, pessoas que fazem regime e idosos podem ter a imunidade afetada porque têm deficiência de vários nutrientes, como a proteína. Além disso, é importante lembrar que a imunidade pode diminuir por causa de vários outros motivos.
Por exemplo, no caso de câncer, a quimioterapia pode destruir células boas e ruins, o que prejudica a resistência.
Além disso, quando a mulher fica grávida, o corpo não pode considerar o bebê um corpo estranho e, por isso, os sistemas de alerta ficam inativados, diminuindo a proteção.
Depois que o filho nasce, a amamentação é quem protege a mãe contra o câncer de mama e até contra a diabetes, por exemplo. Além de fazer bem para a mãe, amamentar também faz bem para o bebê, que tem 40% menos chances de ser diabético no futuro, como explicou a clínica geral Dulce Brito.
Há ainda o motivo mais comum que prejudica o sistema imunológico, que são as gripes e resfriados. De acordo com a clínica geral Dulce Brito, quando há um processo infeccioso, ocorre uma espécie de batalha dentro do organismo e as células de defesa tentam expulsar o “invasor”.
Por isso, há menos proteção para os outros problemas que podem aparecer. Nesse caso, é ainda mais importante beber muita água, comer bem e aumentar a ingestão de energéticos e proteínas.
Ghanem Laboratório Clínico, paixão por SUA saúde!!!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

::: Antienvelhecimento :::

Insônia, Sonolência, Perda de Massa Muscular e Óssea, Susceptibilidade para Infecções, Incontinência Urinária, Ressecamento Vaginal, Déficit Cognitivo, Problemas de Memória, Ansiedade e Depressão; podem ser sinais do envelhecimento. Atentos ao bem estar de seus clientes, o Ghanem criou "perfis hormonais" com a coleta de saliva para os cuidados com o envelhecimento.




O envelhecimento é o conjunto de mudanças que ocorre ao longo da vida, principalmente após o período reprodutivo. Estas mudanças conduzem a uma diminuição progressiva da capacidade orgânica, tornando os indivíduos mais susceptíveis a inúmeras doenças. No processo de envelhecimento, ocorre a perda funcional de vários sistemas como o cardiovascular, neurológico e imunológico. Muitas destas alterações estão relacionadas as alterações hormonais.
O equilíbrio hormonal é fundamental para a manutenção da saúde e do bem estar, logo as mudanças que ocorrem no envelhecimento devem ser constantemente monitorados para garantia de uma vida funcional plena e com qualidade, na busca do envelhecimento saudável.


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terça-feira, 11 de junho de 2013

:: Atenção ... Esforço físico atrapalha os resultados dos exames laboratoriais! ::




Alguns, sim.
Por exemplo, os de glicemia e dosagem de fator VIII de coagulação. Tanto que, antes de fazê-los, você não pode ter se submetido a qualquer esforço físico.
Além disso, lembre-se: os exames laboratoriais são padronizados para a realização em condições ideais, bem definidas. É o que os médicos chamam de condições basais.
Em conseqüência, testes feitos após esforços físicos terão eventualmente valores diferentes dos que você tem.
Por que o esforço físico interfere no exame Glicemia?
A glicemia reflete a quantidade de açúcar no sangue que, por sua vez, é uma fonte de energia de rápido aproveitamento pelo organismo.
Dessa forma, sempre que o organismo precisar de mais energia - esforço físico, stress - por exemplo, há alterações importantes nas velocidades de produção e consumo de açúcar.
A maioria das vezes em que se faz exames de dosagem de glicemia, queremos saber como está o nível basal, pois o valor de referência diz respeito a esta situação.
Portanto, a pessoa deve estar o mais próximo possível desta condição.



É a nossa atenção, Ghanem Laboratório Clínico II, às ideais condições para a realização de seus exames laboratoriais!

Contem sempre conosco!
Disk GHANEM 47 3028.3001.