quinta-feira, 8 de agosto de 2013

8 de Agosto: Dia Nacional de Controle ao Colesterol

Pequenas mudanças nos hábitos alimentares revertem o aumento das taxas.


Ele é como uma faca de dois gumes: é essencial na produção hormonal, mas, em excesso, se transforma em risco à saúde. Certamente você já deve ter sido alertado sobre os perigos de não controlar as taxas de colesterol, esse, muitas vezes, incompreendido.

O cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração, Daniel Magnoni, explica que, quando os níveis estão acima do indicado, as frações da gordura ficam mais disponíveis na circulação. Entre estas frações, encontra-se o LDL, considerado como colesterol ruim. Ele se deposita na parede interna das artérias e inicia o processo de acúmulo de gorduras, levando ao entupimento das veias.
Os excessos podem ser gerados por duas razões: fatores genéticos ou hábitos alimentares errados. O que acontece é que cerca de 70% do colesterol produzido vem do fígado.
Ambos os casos podem ser revertidos com alguns acertos no menu diário. O especialista explica que, quando as calorias da dieta são ultrapassadas, o organismo passa a armazená-las para um eventual período de falta. Esse armazenamento é feito em forma de colesterol

Se você detectou que suas taxas de colesterol estão acima do recomendado, ou ainda, se quer evitar o aumento perigoso à saúde do coração, alguns truques precisam ser colocados em ação.

Confira alguns truques para baixar o colesterol:

Troque as versões integrais pelas desnatadas 
A recomendação está relacionada aos alimentos de origem animal, devido à grande quantidade de gordura saturada que apresentam. Na lista dos campeões neste tipo de gordura estão queijos amarelos, leite integral, carnes gordas e pele de aves como frango. 

A melhor opção para controlar os níveis da gordura é trocar os queijos amarelos pelos brancos, o leite e seus derivados pelas versões desnatadas, e as carnes gordas pelas magras. Hoje em dia, já é possível encontrar nas prateleiras iogurtes com 0% de gordura , lembra.

O que isso tem a ver com as taxas de colesterol? Tais alimentos estão relacionados com o aumento das taxas de colesterol ruim, o LDL. E assim como a gordura saturada, o colesterol também está presente nos alimentos de origem animal. Seria como matar dois coelhos numa cajadada só. Além dos alimentos listados acima, é importante evitar o consumo de manteiga, gema de ovo e banha de porco , ressalta Roberta. Atente também às preparações que contam com tais ingredientes, como bolos e tortas. 

Maneire nas carnes
O alerta é redobrado aos bifes de carne vermelha porque eles são os que apresentam uma quantidade maior de colesterol, especialmente cortes que levam mais gordura. Porém, isso não significa que elas devem ser totalmente excluídas do menu.

Controlando a ingestão dos outros alimentos fontes de colesterol, é possível ingerir carne vermelha até três vezes por semana. 

O fato de as carnes vermelhas oferecerem mais colesterol, no entanto, não faz com que os outros tipos de carnes possam ser consumidos à vontade. As carnes brancas e magras também possuem colesterol e, por isso, devem ser dosadas. Os alimentos que contêm colesterol devem ser monitorados de uma forma geral. Leve em conta que o total da gordura obtido em um dia deve ser menor que 300 mg , completa.

Retirar a gordura visível das carnes é mais um conselho para ficar de olho no colesterol colocado no prato. Isso faz com que a quantidade de colesterol se reduza. Cem gramas de contra-filé grelhado com gordura contêm 144 mg de colesterol. Sem a gordura, a quantidade diminui para 102 mg , exemplifica. Quando optar por carnes brancas como frango, retire a pele. Cem gramas de peito de frango com pele contêm 80 mg de colesterol. Sem a pele, o valor passa a ser 59 mg , compara a nutri.

Controle a ingestão de biscoitos recheados
Você deve ficar de olho não só nas bolachas doces, mas em todos os produtos que levam gordura trans em sua composição. A indústria alimentícia utiliza a gordura hidrogenada na preparação de alguns produtos. A gordura hidrogenada, por sua vez, apresenta gordura trans. O perigo do ingrediente é o mesmo que o da gordura saturada. Ou seja, ela influencia no aumento das taxas de LDL.

Na hora das compras, verifique a porcentagem de valor diário (%VD) no rótulo dos alimentos. Valores de %VD acima de 20 são considerados altos. Opte por aqueles que apresentam números inferiores de gorduras saturadas, trans e colesterol. 

Lance mão dos óleos vegetais 
Na luta para abaixar os níveis de colesterol, em vez de apenas restringir o consumo dos vilões, você pode recorrer à ajuda de alguns mocinhos. O óleo de canola e o azeite de oliva são bons exemplos de alimentos que você deve incluir na dieta. As gorduras monoinsaturadas presentes nos dois tipos de óleos vegetais ajudam a reduzir as taxas de LDL, colesterol maléfico. 

Já os óleos vegetais ricos em gorduras poliinsaturadas, como o de soja, girassol e milho, aumentam os níveis de HDL, considerado como bom colesterol. Além de ficar de olho na quantidade de gorduras saturadas e trans, dar preferência aos alimentos com maior quantidade de gorduras mono e poliinsaturadas. Outras opções de alimentos ricos nas gorduras que somam pontos positivos na luta contra as taxas de colesterol são os peixes

Corte as frituras da sua rotina alimentar 
Apesar do que se pensa, os alimentos fritos não influenciam diretamente no aumento de colesterol, a não ser que tenham sido produzidos com gordura de origem animal, como banha de porco. Porém, quando superaquecidos, os óleos sofrem mudanças nas estruturas das moléculas. Assim, o efeito que eles possuem de aumentar o HDL fica neutralizado. Mesmo quando preparadas em óleos vegetais, as frituras não são aconselháveis para quem quer controlar os níveis de colesterol sanguíneo. 

O superaquecimento e reaproveitamento dos óleos formam substâncias que modificam o cheiro e a textura deles. A acroleína, por exemplo, é uma substância que irrita a mucosa intestinal , cita ela. Prefira sempre os assados e cozidos, mas não esqueça de dar atenção também ao tipo de alimento ingerido , completa.

Pratique exercícios físicos 
Os exercícios também entram em ação na luta contra o colesterol elevado. O especialista do HCor esclarece que, ao suar a camisa, você utiliza suas reservas energéticas, ajudando na diminuição de gordura corporal e, conseqüentemente, na baixa do colesterol sanguíneo.

Fonte: minhavida.com.br



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sábado, 13 de julho de 2013

::: Excesso de sal e proteína pode afetar rins e aumentar risco de cálculo renal :::

Ver a cor da urina ajuda a identificar se paciente bebe muita água ou não.
Ideal é tomar de 2 a 3 litros de água por dia para manter corpo hidratado.

Embora sejam pequenos, os rins são extremamente importantes para o funcionamento do corpo e para a saúde. De maneira geral, eles são responsáveis por eliminar as toxinas do sangue por um sistema de filtração, além de regular a produção de glóbulos vermelhos e a pressão sanguínea.
De acordo com o urologista Fabio Vicentini, as pessoas nascem com 100% da função dos rins, porém, depois dos 40 anos de idade, elas começam a perder cerca de 2% dessa função por ano. A alimentação é essencial para preservar a saúde dos rins - excesso de sal e proteína é o maior vilão do funcionamento renal. No caso do consumo exagerado de proteína, os rins podem se sobrecarregar e desenvolver uma inflamação que pode até entupir a passagem do sangue - isso pode fazer o paciente chegar aos 60 anos sem o funcionamento renal.
Em relação ao consumo de sal e açúcar, o nefrologista Décio Mion explica que esses dois alimentos podem levar o paciente a desenvolver pressão alta e diabetes, doenças que se não tratadas corretamente, podem levar à falência total dos rins. Como lembra o médico, o controle da pressão arterial também é uma das funções desses órgãos e, se eles não funcionam, a pressão pode aumentar e causar inchaço. Por isso, a dica é usar o mínimo de sal no preparo dos alimentos e nas refeições.

Uma das principais dicas para manter os rins saudáveis por mais tempo é beber de 2 a 3 litros de água por dia.
Para saber se o corpo está hidratado ou não, é preciso observar a cor da urina - se ela estiver amarela escura, é um sinal de alerta de que é necessário aumentar a ingestão de água e que o paciente pode estar com algum problema nos rins; porém, se a cor for clara, significa que o paciente bebe água o suficiente e têm os rins saudáveis.
Fora a cor, é fundamental observar também se há sangue na urina já que isso pode indicar pedra nos rins, infecção ou até mesmo um tumor. Segundo o urologista, geralmente, quem bebe pouca água corre mais risco também de ter infecção urinária e se esse problema for recorrente, pode danificar os rins da mesma maneira.
Além do sal e da próteína, antiinflamatórios, antibióticos e o cálculo renal também podem ser prejudiciais aos rins. E, caso eles não funcionem, as toxinas podem se acumular no sangue e causar uma condição séria, conhecida como uremia.
Nesse caso, o paciente começa a ter náuseas, fadiga, desorientação, falta de ar e também edema nos braços e pernas. Porém, de maneira geral, ter inchaço no corpo, dor na região lombar e sangue na urina são alguns dos sinais de alerta para o paciente procurar um médico para avaliar se tem algum problema renal.
Pedra nos rins
De acordo com o urologista Fabio Vicentini, o risco de cálculo renal é maior em pessoas que sofrem com obesidade, que têm mais de 40 anos, são homens ou têm histórico familiar. Nesses casos, é importante se preocupar ainda mais com a prevenção da pedra nos rins - uma das dicas é reduzir o consumo de alimentos que aumentam as chances do problema, como café, chocolate, nozes, frutos do mar e carnes vermelhas, por exemplo.
Fonte: g1.globo.com/bemestar
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

::: Atenção à água dos Condomínios Residenciais :::

A água é um recurso natural, que deve ser utilizado com consciência. A ONU estima que, nos próximos 25 anos, dois em cada três habitantes do planeta vão enfrentar desafios no abastecimento de água em condições adequadas para o uso humano. Entre as principais causas para essa restrição, podemos citar o crescimento populacional, a poluição das águas, o desperdício na distribuição e no uso, e as mudanças climáticas.
Do total de água existente no planeta, 97,6% é salgada e apenas 2,4% é doce. Setenta e nove por cento da água doce se concentra em geleiras, outros 21% estão nos lençóis freáticos e 0,04% em rios e lagos. Assim, podemos entender que a água não é um recurso significativamente abundante no planeta.
O Brasil desperdiça o dobro da média dos outros países, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República. Em 1999, a água desperdiçada em tubulações envelhecidas ou desviada por ligações clandestinas chegou a 38% da oferta total. Na região norte do País esta perda chegou a 52%.
A água em condomínios residenciais é sempre um assunto sério. Um reservatório trincado, uma abertura na tampa da caixa d'água ou tubulações sujas podem se transformar em grandes desafios para os condôminos. Se ocorrer algum problema de saúde com um morador por causa da água e ficar provado que este teve origem em condições inadequadas no armazenamento, a responsabilidade pode ser imputada ao edifício.
Condomínios, sejam grandes ou pequenos, consomem muita água. Esse consumo pode ser feito de forma racional, economizando e evitando o desperdício de água com medidas simples.

A cada seis meses, deve-se limpar a caixa d'água. É importante verificar se a tampa tem alguma abertura que facilite a entrada de animais, fezes ou qualquer tipo de sujeira.
Em relação à economia de água, a adoção de intervenções físicas no condomínio traz resultados mais impactantes do que apenas a recomendação de mudanças no procedimento dos condôminos.
Abaixo, algumas sugestões que podem reduzir os gastos no seu edifício:
1) Inspeções de rotina contra vazamentos
A principal medida para a economia de água é a vistoria periódica de todas as válvulas e torneiras do edifício.

2) Redutores de vazão
Podem ser instalados em chuveiros e torneiras com geração de economia no consumo de água.

3) Aquecedores
O aquecimento de água deve ser feito, se possível, diretamente nas saídas (torneiras e chuveiros), em vez de se utilizar um aparelho central. Isso porque, a cada vez que vai usar água quente, o morador precisa esperar que toda a água fria saia do encanamento. Isso gera um gasto desnecessário.

4) Troca de vasos sanitários
Os vasos mais antigos despejam entre 12 litros e 24 litros de água por descarga. Já os vasos com caixa acoplada diminuem esse volume para até 6 litros.

5) Individualização dos hidrômetros
A vantagem do hidrômetro individual é que cada morador passa a pagar exatamente pela água que consome, podendo fazer a gestão de seu consumo individual.

6) Reuso da água
Algumas empresas recomendam a construção de reservatórios para armazenar a água das chuvas. Essa água seria usada para a limpeza e também para regar os jardins.

7) Eliminador de ar
Em muitos lugares, uma parte da conta de água é causada pela passagem de ar pelo hidrômetro.


A Portaria 2914/11 do Ministério da Saúde exige que toda água utilizada para consumo humano seja clorada e que seja submetida a análises pelo menos uma vez por mês, independente da fonte (rede pública de abastecimento, poço ou outra qualquer). Esta análise tem por objetivo garantir que a água distribuída mantenha as características mínimas exigidas para o consumo evitando problemas de saúde. As análises vão desde a verificação da presença de bactérias coliformes (que deve ser feito mensalmente) até análises mais completas onde são verificados parâmetros como Flúor, Cloro e pH entre outros, que podem ajudar na identificação de problemas e direcionar o tratamento mais efetivo para que a água possa ser considerada potável novamente.

Ghanem Laboratório l Ghanem Ambiental l 3027-4441




quarta-feira, 26 de junho de 2013

::: Dia Nacional do Diabetes :::

A data 26 de junho é marcada pelo Dia Nacional do Diabetes, doença silenciosa, que apesar de já ter alcançado níveis epidêmicos no Brasil, ainda é desconhecida por muitas pessoas. No país, estima-se que existam cerca de 10 milhões de portadores de diabetes, mas apenas metade deles sabe que possuem a enfermidade. 
A doença deve atingir 330 milhões de pessoas em todo o mundo até o ano de 2025, segundo a Federação Internacional da Diabetes.
Para lhe ajudar, nós listamos alguns cuidados especiais.



Dieta do diabetes: nove cuidados essenciais com a alimentação


Legumes podem ser consumidos à vontade e frutas pedem mais atenção!

Os mitos que cercam a alimentação dos diabéticos são incontáveis. Dizem que o portador de diabetes não pode comer carboidratos ou nenhum tipo de açúcar e deixar de lado até mesmo a carne vermelha.
dieta ideal para quem tem o problema varia para cada diabético. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares. Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros. Confira quais são esses cuidados: 

1) Arroz, pães e massas integrais: a endocrinologista e nutróloga Ellen Paiva, do CITEN, explica que os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.

Porém, lembre-se de preferir sempre aos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina.


2) Carboidratos simples e açúcar: doces, pães e massas não precisam ser abolidos completamente da dieta do diabético. Entretanto, é preciso estar atento à quantidade. 

"Os doces podem ser consumidos esporadicamente, atendendo a princípios rigorosos de quantidade e frequência e acompanhados de compensação de carboidratos", afirma Ellen. No geral, uma dieta para diabéticos deve ser constituída 50% de carboidratos.

Por isso, quando o portador de diabetes resolve comer um doce, deve reduzir o consumo de outras formas de carboidrato para manter a equivalência ou, no caso do dependente de insulina, aumentar a sua dose de insulina para aquela refeição.  


3) Atenção às frutas: "As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos", conta Ellen. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis. Mas, na verdade, não podem. 

Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples. 

A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas. "As frutas podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titulação da insulina nos pacientes insulino dependentes".


4) Sucos: embora muito saudáveis, os sucos geralmente consomem as três porções de frutas que o diabético tem direito durante todo o dia. "Um exemplo disso é suco de laranja. Um copo equivale em calorias ao consumo de um bombom e tem quantidade de glicose capaz de elevar em muito a glicemia do paciente", alerta a nutróloga. 
A recomendação, portanto, é que as frutas sejam consumidas como tal, em lanches e sobremesas. Durante refeições, o ideal é evitar o consumo de líquidos ou optar pela água.  

5) Leite desnatado: para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios. 

6) Cortes magros de carne vermelha: a maior riqueza das carnes vermelhas são os micronutrientes, como o ferro e a vitamina B12, já que as proteínas podem ser facilmente encontradas em carnes brancas e proteínas vegetais. Por conta disso, a carne vermelha não só pode como deve ser consumida, mas evite as opções que possuem uma quantidade muito grande de gorduras saturadas, como filé mignon, picanha e contra-filé. "Os melhores cortes de carne são o lagarto, o patinho e a alcatra", conta Ellen. 

7)Peixes: eles são os mais indicados entre as carnes brancas. Os melhores são aqueles ricos em gorduras boas, como trutas, salmão e sardinha. "Esses peixes, apesar de saudáveis, são muito calóricos e, por isso, as porções devem ser controladas e nunca preparadas fritas ou empanadas", lembra a nutróloga. 

8) Legumes e verduras à vontade: ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos. "A regra é colorir o prato e variar de acordo com legumes e verduras da estação", aconselha Ellen. 

9) Não exagere nas porções: o diabético pode estar fazendo uma dieta correta e rica em alimentos saudáveis, mas, se exagerar nas porções, estará caminhando na direção oposta. "O excesso de calorias é nocivo ao diabético, mesmo que ele esteja comendo os alimentos mais indicados", alerta Ellen. 

Fonte: minhavida.com.br

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

::: Hemograma para Gestantes :::


Müller, Ketrin Goetz.

Bioquímica Hematologista l Ghanem Laboratório Clínico


A partir de agora, nosso laboratório realizará Hemogramas específicos para as Gestantes
O comportamento hematológico do organismo da mulher grávida frente ao desenvolvimento do feto modifica o perfil do hemograma da gestante. Durante a gestação, pode ocorrer hemodiluição, caracterizado por um aumento do volume plasmático em relação ao volume eritrocitário devido à formação da placenta e ao rápido desenvolvimento do feto. A partir do 6ª semana de gestação há um aumento progressivo da volemia plasmática, que chega a 30-40% em torno do 20ª semana e estaciona no 28ª semana. A massa eritróide também aumenta, mas apenas 10 a 20%, o que resulta na diminuição das cifras hematimétricas (eritrócitos, hemoglobina e hematócrito). Este processo é fisiológico na gestação, sendo caracterizado como pseudonanemia da gravidez1, 2, 3, 4.  



O leucograma também pode alterar-se muito e de modo variável na gravidez, devido a uma resposta inespecífica das células da série leucocitária, porém, favorável ao desenvolvimento seguro do feto, protegendo-o durante todo o período. Há neutrofilia, de mínima a considerável, com ou sem presença de bastões. A neutrofilia continuada pode causar aparição de granulações tóxicas, até de corpos de Döhle, pelo encurtamento do prazo de maturação entre promielócitos e granulócitos maduros na medula, tudo isso sem significado patológico. A presença de 1 a 4% de mielócitos e/ou metamielócitos é usual e normal. Por este motivo, alguns laboratórios têm o hábito de não anotá-los quando vistos na fórmula ao microscópio1,5,6.

A contagem de plaquetas tende a diminuir 10 a 30%, sendo irrelevante e assintomática1.

Todas estas alterações, mesmo sendo fisiológicas na gravidez, podem se tornar um desafio ao médico obstetra, pois, muitas vezes, é difícil distinguir entre o que é hemodiluição e o que é anemia real, desencadeada pela gravidez ou preexistente. Em mulheres que normalmente têm hemoglobina entre 11 e 12g/dL, durante a gestação a hemoglobina pode cair fisiologicamente abaixo de 10g/dL. O VCM aumenta de 2 a 4 fL, pode haver esferócitos, policromatofiia e reticulocitose leves que são responsáveis pelo aumento da massa eritróide. Deste modo, torna-se importante, se possível, conhecer os valores normais da mulher não grávida, e após a gravidez, utilizar como base valores referenciais de hemograma para gestantes. O Ghanem Laboratório Clínico agora disponibiliza os valores referencias do hemograma para o 1o., 2o. e 3o. trimestre da gestação, sendo necessário apenas informar a idade gestacional no momento do cadastro. 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. FAILACE, R. Hemograma: manual de interpretação. 3.ed. Porto Alegre, Artes Médicas, 1995.
2. HANGAI, M. M. et. Al. Estudos dos Parâmetros Laboratoriais do Hemograma de Gestantes, Através da Comparação com o Hemograma de Pacientes Não-Gestantes, no Município de São José, na Grande Florianópolis. LAES & HAES, São Paulo, n. 143, p.116-38, jun.-jul. 2003.
3. SOUZA, A. I.; FILHO M. B.; FERREIRA L. O. C. Alterações Hematológicas e Gravidez. Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, v. 24, n. 1, p. 29-36. 2002.
4. BAKER, W. F. Hematologic problems in obstetrics, pregnancy, and gynecology. Hematology/ Oncology Clinics of North America. Los Angeles, v. 14, n. 5, p. 1061-77, oct. 2000.
5. Bain BJ. Células Sanguíneas: Um guia prático. 4ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
6. Oliveira RAG. Hemograma como fazer e interpretar. São Paulo: Livraria Média Paulista Editora, 2007.
  
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quarta-feira, 19 de junho de 2013

::: FOOD DETECTIVE para as Intolerâncias Alimentares :::

Muitas pessoas exibem reações inflamatórias crônicas de sensibilidade a alimentos específicos. 
Diferentes dos efeitos imediatos da alergia, medida por IgE, as reações de sensibilidade a alimentos mediadas por IgG podem levar vários dias para aparecerem.
Depressão, ganho de peso, dermatite, constipação, diarréia, dor nas articulações, artrite, fadiga, sensação de estufamento, retenção de líquidos, distúrbios do sono, e a síndrome do intestino irritável, entre outros sintomas, estão associadas a intolerância a alimentos. Existem mais de 150 sintomas descritos na literatura médica relacionados com intolerâncias alimentares por IgG e o exame "Food Detective" irá auxiliá-lo no mapeamento de vários alimentos.
Quando o alimento irritante é retirado da dieta, os sintomas desaparecem rapidamente, melhorando a condição do paciente.
Portanto, o conhecimento dos alimentos que podem causar reações mediadas por IgG é de grande ajuda, permitindo que oriente-se a dieta da melhor maneira possível.



Alimentos testados

- Leite e ovos: leite de vaca e ovo total.
- Peixes, Crustáceos e Frutos do Mar: Bacalhau, Caranguejo, Hadoque, Lagosta, Mexilhão, Linguado, Salmão, Camarão, Truta e Atum. 
- Carnes: Carne Bovina, Cordeiro, Frango, Porco e Peru.
- Frutas: Azeitonas, Grapefruit, Toranja, Laranja, Limão, Groselha Preta, Maçã, Melão, Melancia, Morango e Tomate.
- Grãos e Cereais: Aveia, Arroz, Centeio, Cevada, Glúten, Milho, Trigo e Trigo Duro.
- Castanhas e Sementes: Amêndoa, Amendoim, Cacau, Café, Castanha de Caju, Castanha do Pará, Girassol, Gergelim e Noz.
- Vegetais: Aipo, Alho, Alho Poró, Batata, Brócolis, Cenoura, Couve, Repolho, Pimentões (Amarelo, Verde, Vermelho), Mix Leguminosas (Ervilha, Feijão e Lentilha) e Soja.
- Diversos: Chá (Camelia simensis), Fermentos/Leveduras, Cogumelos, Gengibre, Mel. 

Agendamento e Instruções

Por favor agende seu horário por meio do Disk Ghanem 47 3028.3001 ou sac@grupoghanem.com.br
- Agendamento e pagamento prévios com uma semana de antecedência da coleta.
- Coleta realizada de 2a. a 6a. feira. 
- Jejum obrigatório de 8 a 12 horas. 

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

::: Manter uma dieta saudável aumenta a imunidade e reduz risco de doenças :::

Alimentação saudável e equilibrada é o segredo para viver mais e melhor.
Médicos explicam quais alimentos são bons para o sistema imunológico.

Mudar a alimentação é importante para a saúde, em qualquer idade e momento da vida. Ter um estilo de vida saudável e uma dieta equilibrada é fundamental para aumentar a imunidade do corpo e consequentemente reduzir o risco de diversas doenças, inclusive o câncer.
Por isso, ingerir frutas, verduras, legumes, proteínas, vitaminas e minerais é um hábito essencial para quem quer ter mais qualidade de vida, como alertaram a clínica geral Dulce Brito e o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni.



Mesmo quem tem fatores genéticos que aumentem as chances de determinadas doenças podem também se beneficiar da mudança dos hábitos alimentares – o paciente pode até desenvolver o problema, mas terá mais bem-estar e menos complicações. Para melhorar o sistema imunológico, o cardiologista Daniel Magnoni explica que proteínas, vitaminas e minerais são os grupos que mais ajudam na produção de células de defesa.



Além disso, comer de 3 a 5 porções diárias de legumes, verduras e frutas também faz bem e reduz o risco de câncer, principalmente de boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, pulmão, pâncreas e próstata nos homens.
Há ainda a vitamina C, extremamente poderosa na alimentação já que é um antioxidante natural e rica em fibras e licopeno, substâncias que protegem a saúde. Entre os alimentos com essa vitamina, os campeões são a acerola e o caju.
De acordo com o cardiologista Daniel Magnoni, pessoas que fazem regime e idosos podem ter a imunidade afetada porque têm deficiência de vários nutrientes, como a proteína. Além disso, é importante lembrar que a imunidade pode diminuir por causa de vários outros motivos.
Por exemplo, no caso de câncer, a quimioterapia pode destruir células boas e ruins, o que prejudica a resistência.
Além disso, quando a mulher fica grávida, o corpo não pode considerar o bebê um corpo estranho e, por isso, os sistemas de alerta ficam inativados, diminuindo a proteção.
Depois que o filho nasce, a amamentação é quem protege a mãe contra o câncer de mama e até contra a diabetes, por exemplo. Além de fazer bem para a mãe, amamentar também faz bem para o bebê, que tem 40% menos chances de ser diabético no futuro, como explicou a clínica geral Dulce Brito.
Há ainda o motivo mais comum que prejudica o sistema imunológico, que são as gripes e resfriados. De acordo com a clínica geral Dulce Brito, quando há um processo infeccioso, ocorre uma espécie de batalha dentro do organismo e as células de defesa tentam expulsar o “invasor”.
Por isso, há menos proteção para os outros problemas que podem aparecer. Nesse caso, é ainda mais importante beber muita água, comer bem e aumentar a ingestão de energéticos e proteínas.
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