segunda-feira, 16 de abril de 2012
::: DEPRESSÃO: doença que precisa de tratamento! :::
Leiam a entrevista de Drauzio Varela com Ricardo Moreno, médico psiquiatra e professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo, sobre a depressão.
Depressão não é tristeza. É ...uma doença que precisa de tratamento. Cerca de 18% das pessoas vão apresentar depressão em algum período da vida. Quando o quadro se instala, se não for tratado convenientemente, costuma levar vários meses para desaparecer. Depressão é também uma doença recorrente. Quem já teve um episódio na vida, apresenta cerca de 50% de possibilidades de manifestar outro; quem teve dois, 70% e, no caso de três quadros bem caracterizados, esse número pode chegar a 90%. A depressão é uma patologia que atinge os mediadores bioquímicos envolvidos na condução dos estímulos através dos neurônios, que possuem prolongamentos que não se tocam. Entre um e outro, há um espaço livre chamado sinapse, absolutamente fundamental para a troca de substâncias químicas, íons e correntes elétricas. Essas substâncias trocadas na transmissão do impulso entre os neurônios, os neurotransmissores, vão modular a passagem do estímulo representado por sinais elétricos. Na depressão, há um comprometimento dos neurotransmissores responsáveis pelo funcionamento normal do cérebro.
DIFERENÇA ENTRE TRISTEZA E DEPRESSÃO
Drauzio – Vamos começar pela pergunta clássica: qual a diferença entre tristeza e depressão?
Ricardo Moreno – Tristeza é um fenômeno normal que faz parte da vida psicológica de todos nós. Depressão é um estado patológico. Existem diferenças bem demarcadas entre uma e outra. A tristeza tem duração limitada, enquanto a depressão costuma afetar a pessoa por mais de 15 dias. Podemos estar tristes porque alguma coisa negativa aconteceu em nossas vidas, mas isso não nos impede de reagir com alegria se algum estímulo agradável surgir. Além disso, a depressão provoca sintomas como desânimo e falta de interesse por qualquer atividade. É um transtorno que pode vir acompanhado ou não do sentimento de tristeza e prejudica o funcionamento psicológico, social e de trabalho.
SINTOMATOLOGIA DA DEPRESSÃO
Drauzio – Muitas pessoas portadoras de depressão não reconhecem os sintomas da doença. Que dicas dar aos familiares para ajudá-los a identificar o comportamento de um deprimido?
Ricardo Moreno – Em geral, o indivíduo com depressão reconhece que está sendo afetado por algo novo, diferente das outras experiências de tristeza que teve na vida. A família pode identificar o comportamento do deprimido pela mudança de atitudes, porque ele deixa de ser o que era, deixa de sentir alegria, apresenta queda de desempenho e passa a agir de forma diferente da habitual.
Drauzio – Exatamente por estarem deprimidos, a maioria leva bastante tempo para procurar ajuda, não é?
icardo Moreno – Infelizmente, isso acontece. Muitas vezes, os indivíduos custam a identificar como anormal o que estão sentindo. É comum atribuírem a depressão a um mau momento da vida ou a relacionam com um obstáculo que poderá ser transposto sem dar-se conta de que foram acometidos por uma doença que tem tratamento capaz de melhorar sua qualidade de vida.
Drauzio - Quais são os sintomas mais característicos de um quadro depressivo?
Ricardo Moreno – São muitos os sintomas da depressão. Talvez o mais evidente seja o humor depressivo, que se caracteriza por tristeza e melancolia, acompanhado por falta de ânimo e de disposição, incapacidade de sentir prazer em atividades habitualmente agradáveis, alterações do sono e do apetite, pensamentos negativos, desesperança, desamparo.
Drauzio – Um de meus pacientes dizia que apesar de estar tudo bem na vida, não conseguia olhar para nenhum lado sem ver os aspectos negativos e que esses assumiam importância muito maior do que os positivos.
Ricardo Moreno - De fato, essa doença provoca uma distorção na visão de mundo e de si mesmo. Lembro-me bem de um paciente que dizia existir uma nuvem cinzenta a seu redor que o impedia de olhar o espectro das cores. Achei uma definição interessante que bem traduz o sentimento depressivo.
COMPORTAMENTO FAMILIAR PARADOXAL
Drauzio – Existe uma contradição que se estabelece nesses quadros. A família vê a pessoa nesse estado e quer que reaja, mas ela não consegue e os familiares se voltam contra o deprimido. Isso é regra?
Ricardo Moreno – Essa é uma armadilha em que caem as famílias e o deprimido porque, esgotadas todas as tentativas para estimulá-lo, surge a raiva: “Ele não reage; eu tento, mas ele não quer melhorar”. Tal comportamento reforça a desesperança e a baixa autoestima próprias do indivíduo com depressão. Por isso, é importante esclarecer familiares e paciente que essa incapacidade de reação é uma das características da doença e ajuda a diferenciar o estado patológico do normal. Quando estamos tristes, somos capazes de reagir aos estímulos de prazer. O deprimido dificilmente o consegue. A depressão tira-lhe as forças. Ele não tem como lutar contra ela.
DOENÇA PREVALENTE NAS MULHERES
Drauzio – Por que as mulheres têm mais depressão do que os homens?
Ricardo Moreno –O sexo feminino passa por vários processos hormonais durante a vida: o início dos ciclos menstruais, a gravidez, o parto e, por último, a menopausa. Tudo isso implica alterações na produção dos hormônios sexuais femininos e torna a mulher mais vulnerável. Tanto é assim que no período da gravidez, do parto e da perimenopausa, a depressão ocorre com maior frequência. Após a menopausa, a relação da incidência entre homem e mulher tende a igualar-se, pois nessa fase cessam essas flutuações hormonais femininas.
DEPRESSÃO PÓS-PARTO
Drauzio – Fale um pouco da depressão ligada ao parto, especialmente desses quadros graves que se estabelecem no pós-parto quando mulheres chegam a matar seus próprios filhos?
Ricardo Moreno – Existem duas posições no pós-parto. A primeira é um estado leve de melancolia que dura de cinco a sete dias e não traz grandes consequências nem para as mães nem para as crianças. A outra é a depressão pós-parto propriamente dita, um manifestação mais grave, porque compromete a mulher e sua visão de mundo e favorece o risco de um infanticídio.
É um caso tão sério que o código penal não o reconhece como crime, pois considera que a mulher perdeu a crítica e o ajuizamento da realidade.
DEPRESSÃO NA MENOPAUSA
Drauzio – Na passagem da menopausa, muitas mulheres se queixam de que de repente caem numa tristeza incontrolável e apresentam forte labilidade emocional. Por que isso acontece?
Ricardo Moreno – A menopausa também é um período de risco de depressão para as mulheres. É um fenômeno relacionado com a perda da capacidade reprodutiva e com as mudanças hormonais do sexo feminino.
DEPRESSÃO NOS HOMENS
Drauzio - Em que faixa etária os homens estão mais predispostos a sentir depressão?
Ricardo Moreno – Nos homens, a depressão é mais frequente nos adultos jovens, isto é, no final da adolescência e início da vida adulta. Pode-se dizer que o pico da incidência da doença ocorre dos 18 aos 30, 40 anos, justamente na fase mais produtiva do indivíduo.
DEPRESSÃO NA VELHICE
Drauzio – E na velhice, também ocorrem casos de depressão?
Ricardo Moreno – A depressão pode ocorrer em qualquer ciclo da vida: na infância, adolescência, na vida adulta e na velhice. A infância é a fase de diagnóstico mais difícil. Muitos casos passam despercebidos, pois os sintomas são atribuídos a características de personalidade da criança. Na velhice, acontece algo semelhante. Muitas vezes, atribui-se a queda de energia e disposição ao peso da idade. “Ele está velho, já fez o que tinha de fazer” é a explicação que se dá, ignorando os sintomas da depressão e a possibilidade de mudar sensivelmente a condição de vida do velho porque existe tratamento para essa doença.
É o GHANEM LABORATÓRIO CLÍNICO sempre atento à sua SAÚDE!
47 3028.3001.
Araquari, Joinville e São Francisco do Sul.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
::: GESTAÇÃO NA MATURIDADE :::
As brasileiras engravidam menos e em idade cada vez mais avançada. Será que a gravidez tardia é diferente?
Seja para priorizar a carreira, alcançar estabilidade financeira ou aproveitar melhor a... vida sem filhos, as mulheres têm adiado a realização do sonho da maternidade. Nos anos 1970, apenas uma em cada 20 grávidas que davam entrada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) tinha mais de 35 anos de idade. Dados do IBGE mostram que, nas últimas décadas, a brasileira tem engravidado menos e mais tarde.
Hoje, de cada seis gestantes atendidas no HCFMUSP, uma tem mais de 35 anos. Na teoria, a sequência de transformações depois da fecundação do óvulo é a mesma para praticamente todas as mulheres: a barriga cresce, as mamas dobram de tamanho e, nove meses depois, um bebê saudável e cheio de vida nasce para alegrar a vida familiar. Mas, na prática, a gravidez de uma mulher de 35 anos exige atenção redobrada dos médicos. Depois dessa idade, o organismo feminino durante a gravidez fica sujeito a complicações menos frequentes em mulheres mais jovens.
Segundo Rosiane Mattar, obstetra e professora livre-docente do Departamento de Obstetrícia da Unifesp, diabetes, hipertensão e obesidade são mais comuns em gestantes que engravidam mais tardiamente, assim como é maior o risco de que o bebê apresente alterações cromossômicas, como a síndrome de Down. Entre mães com 20 anos, o risco de gerar um bebê com síndrome de Down é de um em 1.734 gestações. Aos 25 anos, um a cada 1.250 gestações. Aos 35 anos, esse número cai para 1 bebê para 386 gestações. “Para mães de 40 anos, a probabilidade sobre para um em cem”, afirma Rosiane.
Segundo Mario Burlacchini, médico, nas gestações tardias também aumenta a incidência de malformações renais, cardíacas e do sistema nervoso central do feto, assim como de abortamentos precoces. “O risco de alterações é maior a partir dos 35 anos por causa do envelhecimento dos óvulos, que implica maiores chances de erros durante a divisão celular”, explica Burlacchini. E, claro, as gestantes mais velhas não podem esquecer as causas de malformações que são comuns também às mais jovens. “A obesidade, por exemplo, pode alterar o metabolismo feminino, o que também aumenta o risco de erro na divisão celular. Outros problemas, como exposição ao fumo e álcool, estresse e deficiência de vitaminas podem prejudicar a formação do feto”, alerta o médico.
RISCOS CONTORNÁVEIS
Os riscos da gravidez tardia, no entanto, podem ser contornados com um acompanhamento pré-natal adequado e com a adoção de cuidados adicionais com a saúde da gestante – quanto mais saudável estiver a mulher, maior a chance de que os nove meses de gestação transcorram com tranquilidade.
Os cuidados com a alimentação, com o ganho de peso e com as doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, devem ser intensificados. Também é importante ficar atento a problemas na tiroide, que são mais comuns em pessoas acima dos 35 anos e podem interferir na gravidez. É fundamental que o diagnóstico de hipotiroidismo, por exemplo, seja feito logo no início da gestação, pois a falta de hormônios tiroidianos pode afetar o desenvolvimento do bebê, provocando retardo mental e atraso no crescimento.
RISCOS CONTORNÁVEIS
Os riscos da gravidez tardia, no entanto, podem ser contornados com um acompanhamento pré-natal adequado e com a adoção de cuidados adicionais com a saúde da gestante – quanto mais saudável estiver a mulher, maior a chance de que os nove meses de gestação transcorram com tranquilidade.
Os cuidados com a alimentação, com o ganho de peso e com as doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, devem ser intensificados. Também é importante ficar atento a problemas na tiroide, que são mais comuns em pessoas acima dos 35 anos e podem interferir na gravidez. É fundamental que o diagnóstico de hipotiroidismo, por exemplo, seja feito logo no início da gestação, pois a falta de hormônios tiroidianos pode afetar o desenvolvimento do bebê, provocando retardo mental e atraso no crescimento.
Riscos podem ser contornados com acompanhamento adequado e a adoção de cuidados adicionais com a saúde da gestante.
Para identificar essas doenças, no entanto, não é necessário mais do que exames comuns de pré-natal, indicados pelo médico. Entre a 20a e a 24a semana de gestação, também é recomendável verificar a medida do colo do útero, por meio de uma ultrassonografia transvaginal, que permite estimar o risco de parto prematuro, maior nas gestações tardias. A medida deve ser repetida a cada 15 dias.
Outros procedimentos, como a biópsia do vilo corial e a amniocentese, são solicitados pelo obstetra em casos especiais, quando há suspeita de alterações cromossômicas causadoras de síndromes genéticas. “A paciente não deve decidir sozinha se vai ou não fazer esses exames. É preciso discutir com o médico a necessidade de sua realização, principalmente se for positivo o resultado do rastreamento combinado para cromossopatias – exames bioquímicos realizados no sangue, juntamente com uma ultrassonografia morfológica que verifica a medida da translucência nucal”, explica Mario Burlacchini.
SENSIBILIDADE À FLOR DA PELE
Cuidar do equilíbrio emocional é outra atenção necessária no período pré-natal. “A gravidez na maturidade provoca muita ansiedade na futura mãe, pelo menos até os primeiros exames confirmarem que está tudo bem com ela e o bebê”, diz Daniele Nonnenmacher, psicóloga.
Outros fatores contribuem para o nível de ansiedade da gestante. “As circunstâncias em que ocorre a gravidez – se era desejada, planejada, se foi festejada e recebida com felicidade pela família, se é a primeira, se é de gêmeos, se aconteceu após abortamentos de repetição ou tratamentos de fertilização desgastantes, se o ambiente familiar é estressante – interferem consideravelmente na ansiedade da gestante”, afirma a psicóloga. Daniele acrescenta que a ansiedade da mulher também pode vir da insegurança sobre o futuro de sua carreira profissional e sobre como conciliá-la com o papel de mãe. “Aos 25 anos, o pós-parto assusta porque a futura mãe não sabe se vai se sair bem nos cuidados com o filho, se será uma boa mãe e se vai ter estabilidade financeira para criar o bebê.
Aos 35 ou 40 anos, a mulher tem mais estabilidade financeira e sabe que vai desempenhar bem a maternidade, mas não tem certeza se conseguirá ser reinserida no mercado de trabalho no mesmo patamar de antes”, diz a psicóloga. Apesar das inseguranças, as mulheres que engravidam depois dos 35 anos costumam se informar sobre os riscos e têm consciência da importância de seguir o pré-natal corretamente. “São mulheres ansiosas, mas que habitualmente se cuidam melhor e curtem muito os nove meses, acham tudo lindo, desejam amamentar e vivem nesse momento a melhor fase de suas vidas”, diz Roseani Mattar.
É o GHANEM Laboratório Clínico sempre atento à sua SAÚDE!
Araquari, São Francisco do Sul e Joinville.
47 3028.3001.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
::: O exame VITAMINA D. Por que precisamos fazer este exame? :::
A deficiência de vitamina D tem sido associada ao aumento de risco de muitas doenças sérias, incluindo tipos comuns de câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, e osteoporoe. Estudos sugerem que a exposição à luz solar, que aumenta a produção de vitamina D na pele, previne muitas doenças crônicas.

Aproximadamente 70% das crianças não tomam sol o suficiente. Se deficiências infantis não forem corrigidas, pode levar ao desenvolvimento precoce se diabetes, problemas de pressão alta, doenças cardiovasculares, ou qualquer tipo de câncer. Deficiência é também prevalente em crianças que são não recebe o leite materno não acompanhado com suplementação de vitamina D. Adultos de todas as idades que tem a pela mais escura (aumento de melanina) ou que usa protetor solar, ou que limita fazer atividades fora de casa, tais como idosos que ficam em casa o tempo todo, também estão sujeitos a deficiências de vitamina D.
A vitamina D é essencial para a formação, crescimento e reparo dos ossos. A vitamina D é necessária para a absorção normal do cálcio, e funcionalmente imune. Essa vitamina também fortalece os músculos e ajuda a reduzir inflamações.
A maioria das pessoas recebe vitamina D pela exposição solar. Vitamina D também pode ser fornecida por suplementação e dieta, porém, existem poucos alimentos que naturalmente contém vitamina D. Alguns alimentos que contém essa vitamina são peixes gordos, óleo de fígado de peixe, e ovos.
O exame de vitamina D do Ghanem Laboratório Clínico pode ajudar a determinar se a sua exposição solar está adequada, se a vitamina D na dieta está suficiente, e ver se a possibilidade de mal absorção e doenças no fígado.
Consulte o seu MÉDICO, e venha conversar conosco sobre a realização deste exame!
É o Ghanem Laboratório Clínico sempre atento à sua SAÚDE!
47 3028.3001 - AMAMOS O QUE REALIZAMOS!
.
terça-feira, 10 de abril de 2012
::: VOCÊ conhece a sua "PISADA"? :::
Quem pratica corrida sabe que um bom plano de treinamento é fundamental e que adequá-lo ao seu dia a dia é a primeira e principal etapa para bons resultados. No entanto, você já parou para pensar na importância dos seus pés para seu desempenho?
Pois bem, os pés são parte fundamental do aparelho locomotor, pois são a base sobre a qual nos movemos de um lugar a outro, seja andando ou correndo, a todo instante, em qualquer terreno, sob qualquer temperatura. E, para cada situação, usam-se calçados diferentes: sapatos, sandálias, sapatos de salto alto (e muito alto, às vezes!), tênis, que podem influenciar e até mesmo comprometer a forma correta de pisar.
Além dos fatores externos, como as superfícies onde andamos e os calçados usados, as particularidades da composição corporal de cada um, como a altura, o peso, e a postura – joelhos mais abertos, contato excessivo entre os tornozelos, coluna lombar mais encurvada, entre outras alterações ou padrões – são determinantes da marcha, isto é, da maneira como caminhamos. A somatória desses fatores justifica a nossa forma de pisar, popularmente conhecida como “pisada”.
A pisada pode ser neutra, supinada (mais apoiada no lado externo dos pés) ou pronada (mais apoiada no lado interno dos pés). O tipo de pisada reflete a forma como distribuímos sobre as plantas dos pés a pressão gerada por nosso peso corporal e pelo impacto do movimento, seja andando ou correndo. A escolha de um tênis inadequado para o seu tipo de pisada implicará na queda do seu rendimento, durante os treinos ou nos dias de competição, além de poder deixá-lo predisposto a lesões musculoesqueléticas que também afetarão diretamente a sua corrida.
Felizmente, já existem no mercado equipamentos capazes de identificar os possíveis tipos de pisada, considerando o sexo e as medidas antropométricas de cada um (peso, altura e tamanho dos pés, por exemplo). Um deles é o baropodômetro eletrônico computadorizado, que identifica os pontos onde há maior pressão nas plantas dos pés, se essa distribuição é semelhante em ambos os pés, se a transferência de peso ao caminhar ocorre corretamente entre as três porções anatômicas do pé – retropé, mediopé e antepé. O estudo também inclui a avaliação do equilíbrio, por meio de um sistema chamado de estabilometria.
Essas medidas são obtidas em dois momentos: estático e dinâmico. No primeiro, a pessoa fica em pé, parada, com a postura normal e relaxada, para o reconhecimento da distribuição estática de pressões. Essa fase é importante para identificar problemas posturais e assimetrias no comprimento ou na força das pernas. Pode, ainda, apontar uma postura de deslocamento do pescoço e da cabeça para frente, sugestiva de problemas visuais; ou alterações de equilíbrio que podem decorrer de disfunções dolorosas das articulações temporomandibulares, envolvidas na mastigação. Todos esses fatores, embora pareçam pouco relacionados, influenciam a biomecânica do andar e, consequentemente, do correr.
Na análise dinâmica, por sua vez, todos esses quesitos citados são avaliados durante o deslocamento, ou seja, enquanto o indivíduo anda. Os déficits de força e flexibilidade muscular, os distúrbios de equilíbrio e coordenação, as dores nos membros inferiores e na coluna costumam trazer mudanças na distribuição de força na região plantar durante o movimento. Com esses dados, o profissional de saúde especializado pode entender as razões naturais ou alterações que justificam a pisada da pessoa e, sempre que necessário, recomendar o tênis mais adequado para a prática do esporte. Eventualmente, podem ser recomendados, ainda, o uso de palmilhas específicas e exercícios de fisioterapia.
Se você pretende começar ou melhorar o rendimento do seu treinamento, vale a pena consultar um especialista para saber qual a sua pisada. Com certeza, seu aproveitamento será melhor, com mais conforto e menos risco de lesões. Boas corridas!
Tênis para corrida: a escolha certa
Procure sempre verificar com o vendedor se o modelo atende às suas necessidades. O seu ritmo de treinamento e tipo de pisada são critérios fundamentais para a escolha do calçado mais adequado. Dependendo do tipo de terreno em que você habitualmente treina, possivelmente seu tênis deverá também ser apropriado para diminuir o impacto, dotado para isso de sistemas de amortecimento, especialmente se você já teve problemas ortopédicos anteriores (como entorse de tornozelo, lesões no joelho, lombalgias, cervicalgias) ou está acima do peso.
Fonte: Alexandre da Silva, fisioterapeuta.
É o GHANEM Laboratório Clínico sempre atento à sua SAÚDE!
Araquari, São Francisco do Sul e Joinville.
47 3028.3001.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
::: Dia Mundial da Saúde 2012 com o tema "Envelhecimento e Saúde" :::
Sob o tema “Envelhecimento e Saúde: boa saúde acrescenta vida aos anos”, o Dia Mundial da Saúde 2012 tem como objetivo a atenção com a qualidade de vida na maturidade. É fato que uma vida saudável ao longo dos anos contribui para uma maior plenitude e produtividade após os 60 anos. “Se pudéssemos quantificar, apenas 20% do envelhecimento é atribuído a fatores genéticos; os outros 80% estão ligados a hábitos de vida, que podem e devem ser alterados. Isso torna bastante grande a responsabilidade de cada um sobre o tipo de vida que queremos ter”, avalia Nelson Carvalhaes, médico geriatra.
Pensando no Dia Mundial da Saúde 2012, portanto, selecionamos algumas dicas para que idosos, familiares e cuidadores possam compreender melhor determinados aspectos relacionados à saúde na maturidade. O foco está na apresentação de dicas para manter um ambiente seguro em casa, evitando quedas e outros acidentes domésticos.
Prevenção começa em casa
Prestar atenção aos riscos ambientais é tão importante quanto saber se comportar diante deles. O grau de exposição ao risco dependerá não apenas da capacidade funcional do idoso, mas também das suas atitudes. Um bom começo é pensar em ambientes, se possível, livres de riscos de acidentes. A prevenção é simples e implica apenas na mudança de alguns hábitos.
Em todos os ambientes
• Instale pisos laminados de madeira. Eles impedem a formação de dobras e pequenos buracos no chão. Isso evita possíveis quedas e permite que uma cadeira de rodas circule com facilidade.
• Coloque fitas adesivas nos degraus. Antiderrapantes, elas marcam os pequenos obstáculos que podem estar no caminho.
Banheiro
• O banheiro é onde acontece a maioria dos acidentes. Instale nele telefones ou interfones. Esses aparelhos podem auxiliar no pedido de socorro.
• Pisos antiderrapantes evitam escorregões e quedas quando há acúmulo de água no chão. Podem ser instalados dentro do box.
• Contra os tropeções, nada de tapetinhos ou toalhas no chão.
• O box deve ter a porta abrindo para fora. Em caso de acidente, a pessoa não fica presa dentro do espaço.
• Barras de apoio no vaso sanitário ajudam o idoso a se levantar com segurança.
Cozinha
• Tampos instalados nos dois lados do fogão facilitam o apoio de panelas e objetos quentes.
• Detector de fumaça garante mais segurança a quem tem olfato reduzido ou costuma esquecer o fogo aceso.
• O microondas não deve ficar sobre a geladeira ou o freezer, pois apanhar coisas quentes e pesadas de um local alto pode causar um grave acidente, com queimaduras.
Quarto
• Instale controle de iluminação na cabeceira da cama. Com ele, o idoso não precisa se levantar para acender a luz.
• Telefone ou interfone no criadomudo ajudam a pedir socorro rápido em caso de quedas.
• Prateleiras mais baixas evitam o uso do banquinho ou da escada para alcançar objetos.
Sala
• Iluminação extra. Quanto mais iluminado o ambiente, menores os riscos de trombadas nos móveis.
• Janelas amplas, com peitoril mais baixo. Mesmo em cadeira de rodas, ou sentado, o morador consegue apreciar a paisagem.
• Nada de tapetinhos, móveis e enfeites na área de circulação. Eles atrapalham o caminho e dificultam a passagem.
Área de serviço
• Prefira os varais içados por rolamento. Eles diminuem o risco de a corda escapar das mãos.
• Não deixe nada espalhado. Baldes, vassouras, rodos devem ser encostados na parede. Isso evita tropeções e quedas.
Sobre o Dia Mundial da Saúde
Comemorado em 7 de abril, foi estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para servir de fórum para o diálogo mundial sobre as condições da saúde em todo o mundo, além de ser uma oportunidade para começar uma ação coletiva para abordar a saúde e o bem-estar das pessoas.
Fonte: Nelson Carvalhaes, assessor médico.
É o GRUPO GHANEM sempre atento à sua SAÚDE!
47 3028.3001. ARAQUARI, JOINVILLE e SÃO FRANCISCO DO SUL.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
::: Grupo Ghanem recebe acadêmicos e profissionais em seu programa de visitas "Portas Abertas" :::
O programa "Portas Abertas"do Grupo Ghanem recebeu na última segunda feira, dia 26 de março, o acadêmicos de Economia da Univille comandada pelo Amigo Prof. Victor Aguiar, para um bate papo sobre Gestão, Hipersegmentação na Saúde e Perspectivas de Mercado.
A visita foi realizada no Ghanemzinho Laboratório Infantil.
A visita foi realizada no Ghanemzinho Laboratório Infantil.
Ja última quarta feira, dia 28 de março, foi a vez dos acadêmicos de Design da Univille também guiada pelo Prof Victor Aguiar a visitarem o Ghanemzinho Laboratório Clínico Infantil por meio de nosso "Portas Abertas".
A Palestra sobre Hipersegmentação de Mercado e Sustentabilidade foi proferida pelo Gestor de Sustentabilidade do Grupo Ghanem Fernando Berlitz.
É uma honra para o Grupo Ghanem a visita de todos vocês! Obrigado por fazerem parte de nossa história! Valeu!
A Palestra sobre Hipersegmentação de Mercado e Sustentabilidade foi proferida pelo Gestor de Sustentabilidade do Grupo Ghanem Fernando Berlitz.
É uma honra para o Grupo Ghanem a visita de todos vocês! Obrigado por fazerem parte de nossa história! Valeu!
O Grupo Ghanem na última quinta feira, dia 29 de março, recebeu uma visita muito especial . Os profissionais da Escola Anjos da Terra! As professora e toda a diretoria interagiram por meio da palestra "Motivação para a Alta Performace" com Omar Amin Ghanem Filho em uma visita ao Ghanemzinho Laboratório Infantil!
Agradecemos muito a visita e a oportunidade de dividirmos com vocês o que nós amamos realizar, Atender nossos clientes!
Agradecemos muito a visita e a oportunidade de dividirmos com vocês o que nós amamos realizar, Atender nossos clientes!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
::: INCONTINÊNCIA URINÁRIA :::
Com tratamento adequado, é possível ter qualidade de vida
A incontinência urinaria é a perda involuntária de urina, ou seja, em circunstâncias em que a pessoa não deseja urinar. Estima-se que esta disfunção afete... até 20% da população brasileira, principalmente do sexo feminino e acima de 50 anos. Ao contrário do que muitos pensam, a incontinência urinária não é sempre uma consequência natural do envelhecimento. No entanto, por acharem que é um problema natural da idade, poucas pessoas procuram por tratamento e orientação médica.
A disfunção está diretamente relacionada à qualidade de vida do indivíduo. Muitos pacientes ficam preocupados com fatores como a localização do banheiro mais próximo e o tempo estimado entre a casa e o trabalho, por exemplo. Além disso, muitos adaptam sua rotina para fugir do desconforto dos sintomas, com medo de passar por alguma situação constrangedora. Com isso, acabam se privando de fazer viagens e outros deslocamentos mais longos.
A condição influencia até mesmo as atividades diárias, como trabalhar, ir ao banco e participar de uma festa, entre outras. A incapacidade de retenção da urina pode ocasionar também uma série de outros problemas, como infecções, sentimentos de vergonha do convívio social e até depressão.
A boa notícia para os portadores da disfunção é que, com tratamento adequado, é possível ter boa qualidade de vida. “Os tratamentos permitem que mais de 80% dos acometidos obtenham melhora dos sintomas”, afirma José Carlos Truzzi.
Nesse sentido, como medidas iniciais de tratamento, podem ser utilizadas a fisioterapia pélvica, a terapia comportamental e em alguns casos, medicamentos. No caso da incontinência urinária de esforço, um dos tipos mais freqüentes, o tratamento primário é feito por meio de exercícios pélvicos específicos e orientação comportamental. Nos casos mais refratários, o tratamento cirúrgico minimamente invasivo possibilita alta hospitalar em um período inferior a 24 horas.
Os exercícios mais conhecidos para a prevenção e tratamento da incontinência urinária são os de fortalecimento da musculatura pélvica, criados pelo Dr. Arnold Kegel na década de 1940. O sucesso dos exercícios de Kegel depende da técnica apropriada e da adesão a um programa regular. Alguns deles podem ser feitos em casa, seguindo os passos abaixo:
1 - Primeiro tente interromper o fluxo de urina, no ato da micção, para que saiba identificar o grupo de músculos a usar.
2 - Após este exercício, contraia estes mesmos músculos em qualquer lugar: preparando a comida, indo buscar o filho na escola, dirigindo o carro ou assistindo televisão, segurando por 4 segundos. Depois relaxe.
3 - Contraia e relaxe estes músculos pélvicos aproximadamente de 50 a 80 vezes por dia, ou mais.
Segundo José Carlos Truzzi, a melhora destes exercícios diários pode ser percebida em até três meses de prática. É indispensável, no entanto, que o paciente faça um acompanhamento médico do problema, já que somente um profissional pode indicar a melhor forma de tratamento para cada caso, aumentando bastante as chances de retomar a qualidade de vida do portador.
É o GHANEM Laboratório Clínico sempre atento à sua SAÚDE!
47 3028.3001
A incontinência urinaria é a perda involuntária de urina, ou seja, em circunstâncias em que a pessoa não deseja urinar. Estima-se que esta disfunção afete... até 20% da população brasileira, principalmente do sexo feminino e acima de 50 anos. Ao contrário do que muitos pensam, a incontinência urinária não é sempre uma consequência natural do envelhecimento. No entanto, por acharem que é um problema natural da idade, poucas pessoas procuram por tratamento e orientação médica.
A disfunção está diretamente relacionada à qualidade de vida do indivíduo. Muitos pacientes ficam preocupados com fatores como a localização do banheiro mais próximo e o tempo estimado entre a casa e o trabalho, por exemplo. Além disso, muitos adaptam sua rotina para fugir do desconforto dos sintomas, com medo de passar por alguma situação constrangedora. Com isso, acabam se privando de fazer viagens e outros deslocamentos mais longos.
A condição influencia até mesmo as atividades diárias, como trabalhar, ir ao banco e participar de uma festa, entre outras. A incapacidade de retenção da urina pode ocasionar também uma série de outros problemas, como infecções, sentimentos de vergonha do convívio social e até depressão.
A boa notícia para os portadores da disfunção é que, com tratamento adequado, é possível ter boa qualidade de vida. “Os tratamentos permitem que mais de 80% dos acometidos obtenham melhora dos sintomas”, afirma José Carlos Truzzi.
Nesse sentido, como medidas iniciais de tratamento, podem ser utilizadas a fisioterapia pélvica, a terapia comportamental e em alguns casos, medicamentos. No caso da incontinência urinária de esforço, um dos tipos mais freqüentes, o tratamento primário é feito por meio de exercícios pélvicos específicos e orientação comportamental. Nos casos mais refratários, o tratamento cirúrgico minimamente invasivo possibilita alta hospitalar em um período inferior a 24 horas.
Os exercícios mais conhecidos para a prevenção e tratamento da incontinência urinária são os de fortalecimento da musculatura pélvica, criados pelo Dr. Arnold Kegel na década de 1940. O sucesso dos exercícios de Kegel depende da técnica apropriada e da adesão a um programa regular. Alguns deles podem ser feitos em casa, seguindo os passos abaixo:
1 - Primeiro tente interromper o fluxo de urina, no ato da micção, para que saiba identificar o grupo de músculos a usar.
2 - Após este exercício, contraia estes mesmos músculos em qualquer lugar: preparando a comida, indo buscar o filho na escola, dirigindo o carro ou assistindo televisão, segurando por 4 segundos. Depois relaxe.
3 - Contraia e relaxe estes músculos pélvicos aproximadamente de 50 a 80 vezes por dia, ou mais.
Segundo José Carlos Truzzi, a melhora destes exercícios diários pode ser percebida em até três meses de prática. É indispensável, no entanto, que o paciente faça um acompanhamento médico do problema, já que somente um profissional pode indicar a melhor forma de tratamento para cada caso, aumentando bastante as chances de retomar a qualidade de vida do portador.
É o GHANEM Laboratório Clínico sempre atento à sua SAÚDE!
47 3028.3001
Assinar:
Postagens (Atom)














