sexta-feira, 9 de maio de 2014

::: Ghanem Toxicologia :::

Por Leonardo Nunes Cabral*

O Ghanem Laboratório possui serviços de excelência em ensaios laboratoriais nas áreas Ambiental, Toxicologia, Higiene Ocupacional e Alimentos.

Os ensaios toxicológicos visam identificar se os profissionais foram contaminados devido á exposição á diferentes substâncias em seu local de trabalho. 

Os ensaios são realizados no sangue e na urina e são direcionados para cada tipo de atividade, pois os contaminantes são diferentes dependendo da atividade desenvolvida. 



Estes ensaios fazem parte dos examos admissionais, periódicos e demissionais pois conseguem avaliar o nível de contaminação de um profissional desde antes do ingresso na empresa até o momento do desligamento.

Mais informações Disk Ghanem 3028 3001

* Leonardo Nunes Cabral é Coordenador  do Núcleo Técnico Operacional

sexta-feira, 2 de maio de 2014

::: GHANEM HIGIENE OCUPACIONAL :::

Realiza a avaliação de contaminantes no ar que os profissionais estão expostos nas empresas. Cada função dentro de uma empresa expõe seus funcionários á riscos químicos característicos daquele processo, por isso a avaliação de Higiene ocupacional deve ser feita de forma específica avaliando criteriosamente a função e por consequência exposição de cada profissional da empresa. Para esta análises é utilizada uma bomba de aspiração que simula o processo ocorrido no pulmão e capta em um filtro os compostos do ar. No laboratório é feita a avaliação deste filtro e o resultado final da analise é comparado com as legislações pertinentes para a indicação de adequação ou não.


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Paixão por sua saúde
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::: Conheça mitos e verdades sobre a gripe e previna-se contra este mal :::

Todo ano é a mesma coisa, muda a estação, os dias esfriam e a gripe aparece antes mesmo que comece a campanha de vacinação
 Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), as infecções respiratórias constituem a maior causa de consulta aos serviços de saúde, principalmente entre crianças até cinco anos. E isso em qualquer época do ano.
Porém, com a queda da temperatura, cresce a incidência destas doenças, que se mantêm entre as principais causas de internação no país. Além da gripe, causada por vírus, o problema é agravado porque 30% dos brasileiros apresentam complicações alérgicas, como rinite e bronquite, no outono/inverno.
Uma das razões é que o frio inibe a movimentação dos cílios presentes nas vias respiratórias. Dessa forma, eles não realizam adequadamente seu trabalho de aquecer e filtrar o ar que entra no corpo, aumentando a possibilidade de micro-organismos se instalarem.
Além disso, sabe-se que o vírus da gripe sobrevive por mais tempo em ambientes secos, característica climática típica do inverno no Brasil. Por fim, as pessoas ficam mais tempo em locais fechados, potencializando a transmissão.

Vale a pena tomar chá para ajudar na cura da gripe. 
PARCIALMENTE VERDADE: embora não existam estudos científicos que comprovem a eficácia de chás no combate à gripe, sabe-se que alguns tipos aliviam os sintomas como chás de hortelã, menta, alho, mel e limão, por exemplo. "A menta tem poder expectorante, o alho e o mel estimulam o sistema imunológico", diz Angela Beatriz Lana. "O chá quente provoca uma vasodilatação local que minimiza a sensação de desconforto, melhora o aporte de oxigênio e nutrientes necessários para o corpo reagir e permite a reposição de células. Além disso, fluidifica as secreções, auxiliando sua eliminação e atenuando a congestão", conclui o clínico geral e coordenador do SalomãoZoppi Diagnósticos, Eduardo Finger
Gripe é uma coisa, resfriado é outra. 
VERDADE: ambos são infecções das vias respiratórias, porém a gripe só é causada pelos vírus A e B (influenza), enquanto os resfriados são provocados por centenas de vírus. Outra diferença diz respeito aos sintomas: no segundo caso, são sempre mais leves, com tosse, irritação na garganta, coriza, obstrução nasal e às vezes febre e dor de cabeça, com intensidade moderada e recuperação rápida. Já a gripe apresenta os mesmos sinais só que com mais gravidade; a febre, por exemplo, oscila entre 38ºC a 40ºC, além da conhecida dor no corpo. A duração também é muito maior: de três a 21 dias. "No resfriado, há uma discreta congestão nasal e irritação de garganta, que na maioria das vezes não impedem as atividades normais do indivíduo. Na gripe, observa-se uma queda no estado geral e vontade de não levantar da cama", diz a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana
Posso adoecer se ficar perto de uma pessoa gripada ou resfriada. 
VERDADE: a proximidade favorece a contaminação, pois os micro-organismos circulam no ar, em gotículas de secreção expelidas pela pessoa contaminada. Importante: apesar de a forma mais comum de transmissão ser de indivíduo para indivíduo, também é possível contrair a moléstia por meio de contato com objetos contaminados, como talheres e teclados de computador

A gripe é sempre uma complicação do resfriado. 
MITO: o resfriado pode ser detonado por mais de 200 tipos de vírus e tem características inflamatórias, manifestadas por coriza e espirro, por exemplo. Já a gripe é oriunda do vírus influenza, que chega ao organismo pelas mucosas e traz sintomas como febre alta, dores no corpo e indisposição geral. Então gripe não é um resfriado mal curado, ou vice-versa, já que são situações clínicas diferentes. "Enquanto o resfriado gera um quadro leve, a síndrome gripal é mais importante porque tem a presença de febre, tosse, dor no corpo. Ambos são virais, mas não evoluem de um para o outro", sustenta Andrea Sette, pneumologista e clínica geral do Hospital e Maternidade Rede D"Or São Luiz
A vitamina C ajuda na prevenção da gripe. 
INCONCLUSIVO: "Várias pesquisas testaram e falharam em comprovar que a vitamina C previne gripes e resfriados", diz Eduardo Finger, coordenador do SalomãoZoppi Diagnósticos, doutor em Imunologia pela Tufts University School of Medicine. É o que mostraram alguns estudos conduzidos pelo Instituto Cochrane (Inglaterra), um deles divulgado este ano e com participação de mais de 10 mil voluntários: a incidência de gripe não diminuiu entre pessoas que ingeriram rotineiramente a suplementação em comparação com as que tomaram placebo. Por outro lado, em análise anterior, o Instituto concluiu que a vitamina ajuda a reduzir a duração dos sintomas. Quer dizer, usando o nutriente, não dá para garantir que a gripe não vá ocorrer, mas é provável que a infecção permaneça por menos tempo
Sair do banho quente e se expor à friagem ou tomar sorvete no inverno ajuda a pegar gripe. 
MITO: não há comprovação científica que relacione tais atos com a contração do distúrbio. A infecção só acontecerá se o sujeito entrar em contato com o vírus. Idem para o medo de dormir com o cabelo molhado: o máximo que pode ocasionar é uma crise de rinite, já que a umidade favorece a proliferação de fungos que resultam em reação alérgica. "As variações bruscas de temperatura, em pacientes sensíveis que têm asma ou rinite, contribuem para um quadro desconfortável de congestão que, no entanto, não configura gripe ou resfriado", explica o clínico geral Eduardo Finger
A vacina contra a gripe é 100% eficiente. 
MITO: a vacina cobre os três vírus gripais que estejam prevalecendo na época, no caso, três subtipos do vírus influenza: H1N1, H3N2 e B, explica a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana. "Como os vírus são mutantes, não há a garantia de 100% de eficiência. De qualquer forma, a vacina ajuda a evitar quadros mais graves de gripe, e tem cobertura ampla para as viroses", completa a pneumologista Andrea Sette. Estudos mostram que a proteção em crianças e adultos saudáveis pode ser de 70% a 90% e que a necessidade de hospitalização por pneumonia em maiores de 60 anos é reduzida em até 70%

Quando a vacina é tomada todo ano, corre-se o risco de ela perder a eficiência. 
MITO: os vírus sofrem mutações e, por isso, o Ministério da Saúde modifica o conteúdo anualmente. "A cada ano, uma nova vacina com os vírus mais comuns que circulam no ambiente é produzida. Quanto mais pessoas tomarem a dose, menos estes vírus se espalharão pela comunidade", diz Angela Beatriz Lana, médica pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais
Não há vacina contra resfriado. 
VERDADE: o motivo é que há uma variedade enorme de vírus causadores, e seria impossível contemplar todos
Se a pessoa espirra, é sinal de que pegou um resfriado. 
MITO: embora seja um sintoma tanto do resfriado quanto da gripe, não necessariamente está relacionado a eles. "Pode ser sinal de reação alérgica (rinite) provocada pela mudança brusca de temperatura ou pelo contato com algum elemento estranho (alérgeno) que o corpo não reconhece", afirma a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana. O espirro nada mais é do que uma resposta fisiológica do organismo na tentativa de eliminar impurezas depositadas nas vias aéreas
Beber muita água é obrigatório para melhorar o quadro. 
VERDADE: sintomas como tosse seca ou com secreção, coriza e nariz entupido, por exemplo, melhoram com a ingestão de água. Além de ajudar a umedecer as secreções para que sejam expelidas, o hábito também auxilia no controle da febre, já que ela sobe com a perda de líquido pela transpiração. "A hidratação para qualquer tipo de virose é importante: fluidifica infecções e elimina a secreção nasal, além de tornar mais fácil a expectoração da tosse. Quanto mais espesso o catarro e a coriza, mais dificuldade o organismo tem para eliminá-los", insiste Andrea Sette, pneumologista e clínica geral do Hospital e Maternidade Rede D"Or São Luiz. "Vale tomar água e também sucos e chás. O cuidado manterá as mucosas úmidas, prevenindo as dores de garganta", completa Angela Beatriz Lana, médica pela Universidade Federal de Minas Gerais
Antibióticos combatem vírus de gripes e resfriados. 
MITO: tais remédios combatem infecções causadas por bactérias, micro-organismos mais resistentes que os vírus de gripes e resfriados. Se a pessoa usar indevidamente os antibióticos, há o risco de seu organismo desenvolver resistência bacteriana, agravando um quadro infeccioso futuro
O alho é eficaz no combate à gripe. 
VERDADE: ele não cura a gripe, mas tem elementos como a alicina, de ação anti-inflamatória e antibacteriana. "Várias substâncias do alho vêm sendo relacionadas ao tratamento de resfriados e gripes, reduzindo os sintomas, como a coriza, e a duração dos mesmos", considera a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana
Não se deve tomar remédio por conta própria para curar gripe ou resfriado. 
VERDADE: analgésicos e antigripais não têm poder de cura e qualquer fármaco deve ser ingerido apenas para alívio dos sintomas. A automedicação é totalmente contraindicada. O que vale mais que tudo, sustentam os médicos, é ingerir muita água, comer bem e repousar. Caso não haja melhora, buscar orientação médica para adotar o tratamento adequado
Xaropes são inofensivos e podem dar uma sensação de melhora. 
MITO: para início de conversa, xaropes não são inofensivos. Portanto, o médico deve ser consultado para orientar se é ou não o caso de usar xarope, e de que tipo. Há os mucolíticos, que tornam o muco mais fluido e ajudam na sua eliminação; os broncodilatadores, que aumentam o tamanho dos brônquios para facilitar a passagem do muco; e os para inibir a tosse. "Todo medicamento pode ter efeitos colaterais que variam de acordo com a pessoa. Alguns xaropes, além da propriedade expectorante, são também laxantes e originam irritação gástrica e intestinal, urticária, falta de ar", adverte a otorrinolaringologista Angela Beatriz Lana
Hábitos simples evitam que se contraia a gripe. 
VERDADE: alguns deles são beber muito líquido; manter uma alimentação balanceada e equilibrada; lavar as mãos periodicamente ou com álcool gel; lavar o nariz com soro fisiológico, de forma a manter a mucosa limpa e hidratada; evitar ficar em ambientes fechados, em que haja grande acúmulo de pessoas; manter os locais de permanência - casa, trabalho, arejados; não usar o ar-condicionado, que resseca o ar e desidrata o muco protetor da faringe, facilitando a entrada de vírus. "Vale, também, desinfetar superfícies, como mesa de trabalho, telefones, teclados, controles remotos", recomenda Angela Beatriz Lana, médica formada pela Universidade Federal de Minas Gerais, acrescentando que é importante dormir bem, porque a privação de sono faz cair a imunidade
Fonte: saudeemalerta.com.br
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

::: O Cabelo como reflexo de sua Saúde :::

O cabelo também identifica quais nutrientes podem estar faltando em sua alimentação diária. Após 30 anos de pesquisa, o Mineralograma do Cabelo foi considerado o método mais prático para verificar o equilíbrio mineral do organismo, o excesso de metais tóxicos e a deficiência de minerais essenciais. Esse valioso instrumento indica quais os suplementos que você necessita e quais os que deve evitar.
O Mineralograma Capilar consiste na determinação de cerca de 37 elementos tóxicos ou essenciais em uma amostra de cabelo. O excesso de elementos tóxicos e as deficiências de elementos essenciais à vida, incorporados à raiz do cabelo durante o estágio inicial de seu crescimento, podem assim ser reconhecidos e correlacionados com sintomas clínicos. Diferentemente de amostra de sangue e urina, o cabelo é um monitor biológico capaz de registrar, por exemplo, uma intoxicação ao longo de um período de meses ou até anos, dependendo do comprimento do fio.



A importância do equilíbrio de minerais, bem como a presença de metais tóxicos no corpo humano é muito discutido com referência a sua influência em doenças e saúde. Há dados suficientes para demonstrar que nos tempos modernos, nosso contato com metais tóxicos aumentou de forma exponencial em relação há épocas passadas.
Este exame é muito importante na nutrição, medicina ortomolecular e medicina estética. Muitas pessoas chegam a estas especialidades, queixando-se que tem uma alimentação mais ou menos equilibrada, sono regular, prática de esportes, porém apresentam sintomas que vão desde insônia até retenção de líquidos e excesso de peso.
Estes relatos podem ser na maioria dos casos causados pelo desequilíbrio dos metais existentes no organismo, que em excesso ou escassez provocam inúmeros problemas.
Os resultados do Mineralograma fornecem informações precisas sobre os níveis de:
Minerais Essenciais: fósforo, cálcio, magnésio, sódio, potássio, ferro, manganês, zinco, cobre, cromo, enxofre, selênio, vanádio, lítio, molibdênio, tungstênio, estrôncio, boro, silício, germânio, níquel, cobalto.
Elementos Tóxicos: chumbo, berílio, mercúrio, cádmio, arsênico, bário, zircônio, titânio, telúrio, alumínio.
Minerais Suplementares: antimônio, escândio, ouro, prata, bismuto, estanho.
Seguir uma dieta balanceada é determinante para que seu sistema imunológico produza as defesas necessárias que evitam doenças e que suas células envelheçam prematuramente. Para realizar o Mineralograma, é preciso procurar um profissional especializado, que irá prescrever o tratamento adequado ao seu quadro clínico.
Quadro descritivos dos minerais detectados e suas funções
Cálcio: essencial aos ossos, dentes, coagulação e produz as ceramidas da pele.
Cobre: participa da síntese de colágeno e elastina, contribui para a absorção do ferro, é essencial para produção dos glóbulos vermelhos do sangue, do pigmento da pele, do tecido conjuntivo e das fibras nervosas.
Cromo: indicado em estados de hiperglicemia e hipoglicemia. A insulina e o cromo atuam juntos na metabolização da glicose, a principal fonte de energia do organismo.
Fósforo: contribui para dar força e dureza aos ossos e dentes, além de ser importante em muitos processos metabólicos, na ativação de enzimas e das vitaminas do complexo B.
Magnésio: preserva a tonicidade da pele. 
Manganês: participação na síntese de colágeno e da cartilagem, participa da composição de enzimas necessárias ao metabolismo e da produção de ossos e tendões. É usado como suplemento em casos de artrite e de perda óssea.
Selênio – antioxidante e o seu excesso pode causar lesões no cabelo e unhas.
Silício – preenchimento e retenção de água na pele, retardando o envelhecimento.
Zinco – antioxidante e cicatrizante da pele, sintetiza colágeno e elastina, é importante ao crescimento de pele e anexos, sua deficiência pode levar a queda de cabelo e adelgaçamento da pele.

Mineralograma no Ghanem Laboratório Clínico
Material coletado no laboratório: 1g de cabelo.
Coleta realizada de segunda a sexta feira.

Condições para a coleta: cabelos recém-lavados; 5 dias antes lavar com xampu neutro e não utilizar condicionador; não utilizar neste período xampu a base de selênio (anticaspa); 10 semanas sem utilizar processos de permanentes, tinturas, descoloração e reflexo; e não utilizar gel ou similar 24 horas antes da coleta. 

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terça-feira, 22 de abril de 2014

::: Cuidados com procedimentos de beleza durante a gestação :::

São raras as mulheres que vivem sem procedimentos de beleza, ainda mais se estão na moda, mas é bom saber que alguns deles oferecem riscos durante a gestação.

Os procedimentos de beleza são corriqueiros na vida das mulheres. Seja no cabelo, no rosto, na pele, há sempre algum método usado por elas. Entretanto, durante a gravidez, é preciso ficar atenta ao que é permitido. Por mais que os avanços tecnológicos tenham possibilitado que muitas técnicas possam ser utilizadas durante a gestação, ainda existem determinados procedimentos que devem ser evitados para proteger o bebê e a mãe. 
O Dr. Victor Hugo Sanchez, membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), com título de habilitação em Medicina fetal, explica alguns métodos que são proibidos para as gestantes. Quem diria que, entre eles, estaria a massagem modeladora. “É contraindicada na gravidez devido a risco de ruptura de alguns vasos sanguíneos e, eventualmente, poder levar a uma trombose”.
O alisamento capilar também é proibido pela substância que contém formol na composição, que é tóxica. Já as tinturas no cabelo devem ser evitadas nos três primeiros meses de gestação, pois pode resultar em alguma malformação fetal. “A partir do 2º trimestre pode usar, evitando a tintura de amônia. Já no final da gestação, as luzes podem ser usadas pelo menos 10 mm da raiz, para evitar absorção do produto químico pelo couro cabeludo”, conta o Dr. Victor.

Os tratamentos na pele também exigem atenção especial, como os peelings. “Especialmente os químicos, com ácido tricloroacético e ácido retinóico”, comenta Victor. Já os tratamentos de acne possuem contraindicação absoluta com o medicamento isotretinoina. “Por ser altamente teratogênico e poder causar alterações no feto (sistema nervoso e cardiovascular)”. As tatuagens devem ser evitadas pelos problemas de infecção ou contaminação de agulhas, que podem transmitir vírus como hepatite e HIV.
Por: Natássia Massote
Fonte: guiadobebe.uol.com.br/

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

::: Combinações inteligentes: potencialize o poder dos alimentos :::

Se souber fazer as combinações certas, você pode multiplicar os benefícios dos alimentos que coloca no prato. A seguir, algumas parcerias de sucesso já comprovado para extrair proveito máximo de cada refeição.


Laranja + feijão

Não é por acaso que a feijoada completa leva laranja. "A fruta é rica em vitamina C, famosa por facilitar a absorção do ferro do feijão", diz a nutróloga Sandra Fernandes, de Vitória.

A explicação é simples: esse mineral, essencial para manter o sistema imunológico em dia e transportar o oxigênio pela corrente sanguínea, necessita de um meio ácido para ser absorvido.

Outro benefício: como a laranja é também antioxidante, seu consumo evita o processo natural de perda de ferro pelo organismo.

Quantidade recomendada: 1 laranja para cada 5 colheres (sopa) de feijão. 

Brócolis + azeite

Os benefícios desse vegetal são muitos, com destaque para a melhora na coagulação do sangue e neutralização dos radicais livres. Os brócolis fazem parte do grupo de alimentos ricos em vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). "O que significa que elas dependem da presença de gorduras para ser absorvidas pelo corpo. Por isso, devemos ingerir brócolis na companhia de azeite de oliva extravirgem, óleos vegetais, castanhas ou abacate", recomenda Carlos Basualdo, nutricionista clínico do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Quantidade recomendada: 1 colher (sopa) de azeite para cada 3 buquês de brócolis. Agrião, abóbora, espinafre, repolho e couve também se beneficiam dessa combinação. 

Arroz + feijão

A junção do arroz e do feijão resulta em uma proteína de alto valor biológico, fornecedora de aminoácidos essenciais que não produzimos naturalmente. Ela ajuda na reparação de tecidos e em funções gerais do organismo.

O arroz contribui com a digestão e a absorção do ferro presente no feijão - a versão integral, repleta de fibras, é ainda melhor. "E a dupla tem baixo índice glicêmico, o que significa que a energia é liberada aos poucos na corrente sanguínea e a sensação de saciedade dura mais tempo", diz Carlos.

Quantidade recomendada: 1 colher grande (daquelas próprias para servir) de arroz para cada 1/2 concha de feijão. 

Banana + aveia

A fruta, conhecida por prevenir cãibras, deve ser vista com cautela por quem está de dieta, já que é uma opção calórica e rica em carboidrato.

A boa notícia é que basta salpicar um pouco de aveia para obter benefícios e sua ingestão valer a pena. "O cereal diminui a absorção do carboidrato presente na banana, reduzindo o índice glicêmico", defende a nutróloga Sandra Fernandes.

E há outros ganhos com as fibras solúveis adicionadas à fruta: elas auxiliam na manutenção dos níveis saudáveis de colesterol, no bom funcionamento do intestino e na prevenção do câncer de cólon.

Quantidade recomendada: 2 colheres (sopa) rasas de aveia para cada banana. 


Alho + salada

"Ele é um bom substituto do sal e dos temperos artificiais, que têm altíssimo teor de sódio", observa o nutricionista Carlos. Vale, portanto, em vez de comprar molhos prontos para salada, fazer o seu em casa e, sempre que possível, procurar adicionar alho.

Além de garantir mais sabor, ele auxilia no controle do colesterol e da pressão arterial. Um benefício extra: tem ação antifúngica e, por isso, ainda pode ajudar a preservar os alimentos mais suscetíveis a contaminações, como é o caso de vegetais crus em geral.

Quantidade recomendada: 1 ou 2 dentes de alho para cada prato de sobremesa de salada. 

Salmão + gergelim

"Fontes de ômega 3 e ômega 6, respectivamente, o salmão e o gergelim contêm gorduras essenciais para manter o bom funcionamento do cérebro, reduzir o risco de doenças cardiovasculares e evitar a inflamação do organismo, um dos motivos do sobrepeso", afirma a nutricionista clínica funcional Daniela Jobst, de São Paulo.

O gergelim também é fonte de vitamina E, poderoso antioxidante, e tem a capacidade de aumentar a absorção dos nutrientes presentes no salmão. Na prática, um alimento potencializa a ação do outro.

Quantidade recomendada: 1 colher (chá) de grãos de gergelim para cada posta do peixe. 


Pão integral + peito de peru

É uma ótima opção de lanche light que deixa você satisfeita por muito tempo. Proteínas magras, como o peito de peru, prolongam a sensação de saciedade até quando ingeridas com carboidrato refinado. Imagine, então, com integral.

Segundo Carlos Basualdo, isoladamente, o pão branco leva cerca de uma hora para ser digerido. "Como o processo é rápido, para a fome demorar mais a dar as caras ele precisa ser consumido com uma boa fonte de fibras, uma proteína ou até uma gordura boa", diz.

Melhor ainda dar preferência aos pães integrais com amêndoas, castanhas ou nozes na composição.

Quantidade recomendada: 2 fatias de pão integral com 4 fatias de peito de peru. 

Banana + canela

A banana entra em cena novamente; desta vez, por ser rica em triptofano, aminoácido que produz serotonina, hormônio neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. "Quando consumida com canela, a liberação dessa substância é potencializada", diz Daniela Jobst. E completa: "A especiaria ainda diminui os níveis de açúcar no sangue, evitando que o organismo armazene-o em forma de gordura".

Também é uma boa pedida no período pré-menstrual, pois reduz a compulsão por doces.

Quantidade recomendada: 1 colher (chá) rasa de canela em pó para cada banana. Uma opção é salpicar a fruta em rodelas com a especiaria e deixar por cerca de um minuto no micro-ondas. 
Fonte: mdemulher.abril.com.br/saude

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

::: Saiba tudo o que acontece nos primeiros 60 minutos de vida do seu bebê :::

Foram nove meses de espera. E uma expectativa que não tem tamanho. Do momento em que ele vem ao mundo até vocês se reencontrarem a sós no quarto, muita coisa se passa na sua cabeça e na sala de parto


O nascimento de um bebê é tão esperado quanto misterioso para as mães de primeira viagem. O que acontece na sala de parto? De que maneira vão examinar a criança? Quando ela vai mamar? São muitas as dúvidas que passam pela cabeça dos pais nos nove meses de espera. E muitas coisas acontecem do momento em que seu filho vem ao mundo até vocês irem para o quarto ou se encontrarem no berçário. Em 60 minutos, vocês vão se ver pela primeira vez, ele se aquecerá com o calor do corpo da mãe e passará por uma série de testes para mostrar que nasceu cheio de saúde. Haja emoção! Para reduzir a ansiedade, uma saída é tentar fazer um filminho na mente, com o roteiro do que deve se passar na hora H. Claro que há pequenas diferenças entre uma maternidade e outra, uma equipe de médicos e outra, mas, se bebê e mãe forem saudáveis, o ritual será muito semelhante.

Isso é regra especialmente no caso do bebê. Um documento do Ministério da Saúde dita os cuidados essenciais que devem ser tomados logo após o nascimento. Já no que se refere à mãe, explicaremos detalhadamente como costuma ser a assistência, mas nada impede que a gestante pergunte a seu obstetra e negocie com ele algumas decisões. As médicas Luciene Miranda Barduco, ginecologista e obstetra que atua em diversas maternidades paulistanas, Karina Zulli, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, e Alice Deutsch, coordenadora médica da Unidade Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein, todas de São Paulo, contam o que os futuros pais devem esperar.

BEBÊ SOB AVALIAÇÃO

Aquecer e acolher
Imediatamente após o parto, o bebê é enxugado pelas enfermeiras para que não sofra de hipotermia. Ocorre que ele naturalmente perde calor ao sair do útero e o resfriamento pode ser agravado pela temperatura mais baixa na sala de parto – que chega a ser até 15 graus a menos do que no abrigo uterino, onde gira em torno de 37ºC. Em seguida, geralmente o recém-nascido é colocado sobre o corpo da mãe, para ser acolhido e aquecido por ela.

Averiguar a respiração
Normalmente, o bebê começa a respirar nos primeiros 30 segundos após o parto e seu maior incentivo é o “choque térmico”. “Cerca de 90% dos recém-nascidos respiram naturalmente. Quando isso não acontece, fazemos manobras simples e rápidas que geralmente são bem-sucedidas”, explica Alice Deutsch. Trata-se de massagens suaves ou estímulos, como mexer nas pernas e nos braços para incentivá-lo a reagir. A especialista reforça que não se usa mais dar um tapinha no bumbum do bebê para que ele choramingue, sinalizando que está respirando. Aliás, nem toda criança chora ao nascer e isso não indica nenhuma anormalidade – em geral, os bebês choram como resposta ao impacto de um ambiente frio e luminoso.

Cortar o cordão
Enquanto o bebê é enxugado pelas enfermeiras, o obstetra interrompe o fluxo sanguíneo no cordão umbilical, com um equipamento que parece uma pinça, e o corta. Quando esse procedimento ocorre precocemente, o fluxo sanguíneo da mãe para o filho é interrompido antes do que deveria, o que pode gerar deficiência de hemoglobinas – as células vermelhas do sangue – no bebê e posterior anemia. Por outro lado, se o cordão é cortado tardiamente, o recém-nascido corre o risco de ficar com uma sobrecarga dessas células, o que resulta em dificuldades respiratórias e cardíacas. Por isso, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que o procedimento ocorra, em recém-nascidos saudáveis, de um a três minutos após o nascimento. Esse é o tempo médio necessário para que a pulsação no cordão cesse. Uma revisão de estudos realizada na Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, sugere que esse é o parâmetro ideal para estabelecer o momento de realizar o corte.

Avaliar 
Assim que estiver seco, aconchegado e com o cordão umbilical cortado, o bebê vai para um berço aquecido, ao lado da cama da mãe, onde é enrolado em lençóis e, em alguns hospitais, recebe uma touca. Bem alojado, ele passa por um exame clínico. O neonatologista observa sua vitalidade nos seguintes aspectos: batimento cardíaco, frequência respiratória, cor da pele, tônus muscular e reflexo. Essa primeira avaliação indicará se o bebê precisa de algum procedimento específico imediato, como reanimação neonatal, ou se está em perfeitas condições. Esse é o chamado Teste de Apgar, que deve ser feito no primeiro minuto de vida do recém-nascido e repetido no quinto. Para cada quesito é atribuída uma nota, de 0 a 2, que apontará se aquela função está perfeita (nota 2) ou deficiente (nota 0). Ao final do exame, os bebês que somaram de 8 a 10 pontos estão com ótima saúde; de 6 a 7, podem necessitar de algum cuidado especial; mas o preocupante mesmo é se a nota obtida estiver abaixo de 5, principalmente no segundo teste. “Geralmente, os bebês se recuperam rápido e, caso demonstrem alguma deficiência no primeiro minuto, já no segundo exame se saem muito bem”, explica Luciene. Se a pontuação baixa persistir, indicando problemas como respiração irregular ou frequência cardíaca abaixo do normal, os médicos vão optar entre diversos métodos de recuperação.

Aspirar o líquido amniótico
Depois de nove meses em meio aquoso, é comum que um pouco de líquido amniótico penetre nas cavidades do rosto do bebê. Para que o líquido não migre para o pulmão nem provoque engasgos e enjoos, os médicos costumam aspirar o excesso por meio de uma sonda. Primeiro, ela entra pela boca e passa pelo esôfago. Depois, faz a limpeza das narinas, para facilitar a respiração. Essa precaução é indispensável, na opinião dos médicos convencionais, para prevenir complicações, como sufocamento e pneumonia. Mas há profissionais que consideram a medida dispensável em alguns casos. “O parto normal provoca a eliminação dessas secreções durante a passagem pelo canal”, afirma a doula Ingrid Lotfi, fundadora da Rede Parto do Princípio, do Rio de Janeiro (RJ). Na sequência, alguns hospitais pesam o bebê em outra sala, sem a interferência da primeira mamada. No entanto, se a mãe fizer questão de amamentar antes, vale conversar com o obstetra. O bebê pode ser acompanhado pelo pai durante a pesagem, mas ele só será medido mais tarde, quando estiver com uma postura corporal mais esticada, visto que os bebês tendem a ficar encolhidos nos primeiros momentos.

Pingar o colírio
Hora de cuidar da visão. Os hospitais são obrigados por lei a pingar uma solução de nitrato de prata a 1% em cada olho do bebê. O colírio evitará a conjuntivite neonatal e outras infecções geradas pelo contato com as secreções maternas – seja no ventre ou na hora do nascimento, ao passar pelo canal vaginal. Esse procedimento é lei porque há indícios de que alguns casos de cegueira posteriores estariam relacionados à falta desse cuidado.

Enfim, amamentar!
É orientação da Organização Mundial da Saúde que o bebê seja amamentado na primeira hora de vida porque, de acordo com uma série de pesquisas, isso reduz os riscos de mortalidade e proporciona anticorpos para que ele enfrente os dias iniciais de sua vida com muita vitalidade. Além disso, nesse momento, as mães costumam estar emocionalmente predispostas a estreitar o vínculo com o filho, fazendo com que se sinta mais encorajado a enfrentar as mudanças que se apresentarão nos dias seguintes. Afinal, para quem passou nove meses protegido e quentinho no útero, o ambiente externo pode parecer ameaçador. Outra vantagem é que, quando o bebê suga o peito, o organismo da mãe fabrica ocitocina, hormônio que auxilia na contração uterina e estimula os dutos das mamas a liberar o colostro – a primeira secreção láctea, cheia de células de defesa. Então, passados os primeiros procedimentos, ele deverá ser colocado junto ao seio da mãe. Em geral, a criança demora de 10 a 20 minutos para encontrar o bico e sugar.


Após a primeira hora, a tendência é que o recém-nascido durma e descanse do esforço que fez para nascer e se adaptar ao meio externo. Os momentos que se seguem são de observação dos sinais vitais, como padrões de respiração, movimentação e frequência cardíaca. Isso pode ser feito no berçário ou no quarto da mãe, dependendo da política do hospital, e o bebê invariavelmente fica em um berço aquecido. O primeiro banho normalmente é dado cerca de seis horas após o parto, quando a pele já se beneficiou do vernix – material gorduroso que a protege ao sair do útero. Mas isso também varia de acordo com o protocolo de cada instituição.Os outros testes importantes, como o do pezinho, são realizados 24 horas após o nascimento.
MÃE SOB CUIDADOS

Durante o trabalho de parto e na primeira hora seguinte, a paciente é monitorada, a cada cinco ou dez minutos, em três aspectos: pressão arterial, frequência cardíaca e padrão respiratório. Se estiverem dentro da normalidade, indicam que a anestesia está interagindo corretamente com o organismo e que a mãe passa bem, sem alterações relevantes. A paciente também permanece com um acesso no braço para receber soro e medicamentos, como analgésicos e anti-inflamatórios, caso seja necessário.
SE O PARTO FOI NORMAL...
Expelir a placenta
Muitas mulheres expulsam naturalmente a placenta após dar à luz. Isso é importante para que o útero contraia e os vasos sanguíneos estanquem. Quando isso não acontece, vêm sintomas como enjoo e desmaio e a mulher corre risco de ter sangramento e infecções. “Apenas 3% das pacientes apresentam essas complicações”, tranquiliza a obstetra Karina. E, mesmo que o descolamento não ocorra a contento, o médico pode induzir contrações com medicamentos para que o corpo a expulse ou recorrer à retirada cirúrgica.

Suturar cortes 
Dependendo da elasticidade vaginal e do tamanho do bebê, há a necessidade de fazer uma incisão na lateral da vagina, para facilitar a saída do recém-nascido sem machucar a mãe. Caso isso tenha ocorrido, o obstetra fecha o corte com um ponto, para fazer o ajuste perineal. Assim, mulher nenhuma fica com a sensação de que teve alterações na região, decorrentes do parto normal.

Higienizar 
O obstetra volta a examinar a paciente para verificar se não sobrou nenhum pedaço da placenta, se a região perineal está saudável e como estão a respiração, o batimento cardíaco e a pressão arterial. Se tudo estiver OK, a mulher é higienizada, com soro fisiológico, e amamenta o bebê nessa primeira hora.
SE FOI CESÁREA...

As etapas executadas após o parto normal se repetem na cesárea com pequenas mudanças:
Placenta – Após retirar o bebê, o obstetra remove manualmente a placenta.

Sutura – Para que o bebê pudesse nascer, o obstetra teve de fazer um corte com 10 a 15 centímetros no púbis, abaixo da marca do biquíni. A sutura é feita em camadas (são sete), com um fio especial. O procedimento pode levar cerca de 20 minutos.

Sonda – Não é raro que a mulher perca o controle da urina, logo após o parto, por conta da anestesia. Para evitar escapes, pelo menos na primeira hora, ela fica com uma sonda para expelir o xixi.

Medicação – Como reação adversa à morfina – componente da anestesia –, algumas mulheres sentem uma forte coceira na pele. Apesar de incômodo, o sintoma não representa riscos e regride facilmente com a administração de um antialérgico.

Monitoramento – É o anestesista quem examina a paciente e a libera para o quarto – geralmente, quando ela já está mexendo bem as pernas (sinal de que o efeito da anestesia está passando). O período de observação pode durar de uma a três horas.

Amamentação
Após a assistência à mãe e o Teste de Apgar com o bebê, o aleitamento está liberado, ainda na primeira hora pós-parto.
EM AMBOS OS CASOS...

Depois de ser liberada da sala de parto, os médicos consideram que a mulher passa bem. Mas ela só poderá beber e comer depois de, aproximadamente, seis horas, mesmo em casos de parto sem anestesia, pois as transformações por que passou podem interferir na digestão. É permitido que ela ande um pouco, para ir ao banheiro, por exemplo, mas o ideal é que caminhe somente depois de se alimentar. Os enfermeiros avaliam seu estado geral periodicamente. Quanto à liberação das visitas, isso varia de acordo com a maternidade e pode ocorrer tanto imediatamente como algumas horas mais tarde.
Por Tatiana Bonumá
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