quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

::: Ética também é um dos nossos VALORES! :::



A melhor definição de Ética segundo Mário Sérgio Cortella


Ética é o conjunto de valores e princípios que eu e você usamos para decidir as três grandes questões da vida, que são: “Quero – Devo – Posso”
Quais são os princípios que usamos em nossas vidas?
- Existem coisas que eu quero mas não devo;
- Existem coisas que eu devo mas não posso;
- Existem coisas que eu posso mas não quero.
Quando é que você tem paz de espírito? Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é o que você pode e é o que você deve.
Como se define a ética? Através dos modos, através do exemplo, através de princípios da sociedade, religiosos ou não; através de normatizações…
Há vinte anos, num auditório, algumas pessoas fumariam e outras não. Há dez anos haveria uma placa: “É proibido fumar”. Hoje não é mais preciso nenhuma imposição, ninguém fuma por censo comum. Às vezes isso surge como norma. Quando o cinto de segurança passou a ser obrigatório no Brasil, tinha gente que até vestia a camisa do time de futebol Vasco da Gama (que é branca com uma faixa transversal preta) só para enganar o agente da lei, tal a má vontade em obedecer a essa normatização. Hoje, todo mundo entra no carro e automaticamente coloca a faixa, sem nem lembrar da multa. – Isso significa que a ética vai se construindo.
Não existe ninguém “sem ética”. O deputado que frauda, rouba, o falso amigo que mente e engana e o patrão que explora seus empregados? Esses têm uma ética contrária à ética da maioria. São “antiéticos”. Mas isso ainda é um tipo (deturpado) de ética.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

::: Entenda como se desenvolvem as alergias :::

Grande parte das alergias respiratórias e alimentares pode ser curada.

Ninguém nasce alérgico - para desenvolver qualquer alergia, é preciso que a pessoa primeiro entre em contato com a proteína causadora do problema. Por isso, as alergias a determinados alimentos e produtos podem surgir em qualquer etapa da vida, principalmente se a exposição ao agente alérgeno for apenas de vez em quando.
No entanto, boa parte delas, respiratórias ou alimentares, pode ser tratada e até mesmo curada.
A pediatra Ana Escobar e a alergista Ariana Yang explicam como se desenvolvem as alergias e quais os tratamentos. Um jardineiro que lida com plantas todos os dias, por exemplo, pode desencadear uma alergia ao pólen daquela planta que floresce apenas em períodos específicos do ano, mas não uma alergia ao pólen daquelas que ele lida o ano inteiro, já que a exposição é frequente.

No caso das alergias alimentares, os sintomas e reações podem ser um pouco mais graves do que os sinais das alergias respiratórias, já que podem levar a um choque anafilático, por exemplo.
O Ghanem Laboratório Clínico por meio do exame "FOOD DETECTIVE"  analisa com um pouco de sangue se você tem alergia a 59 tipos de alimentos.

As pessoas que têm alergias, como rinite, por exemplo, podem ter sintomas  quando entram em contato com o pó ou o pólen, muito comum nessa época do ano, quando as plantas começam a florescer e os pólens ficam suspensos no ar por causa do vento. Nesse período, espirros, congestão nasal, coceira no nariz, olhos e garganta surgem com maior intensidade. No Ceará, por exemplo, o pólen do caju é o mais conhecido.
De acordo com a alergologista e imunologista Fabiane Pomiecinski, a maioria dos pacientes que têm alergia ao pólen, são alérgicos também a ácaros, fungos e a pelo de gatos e cachorros, por exemplo. Por isso, nessa época do ano, é importante proteger o rosto, evitar a circulação do ar e lavar o nariz com soro fisiológico, para evitar crises e reações alérgicas.
Por causa da época do ano, a demanda de pacientes alérgicos em Fortaleza cresceu muito e há especialistas pesquisando qual é o agente alérgeno do caju para fazer o tratamento de dessensibilização. Porém, no caso do pólen, o tratamento é feito com injeções ou via comprimido sublingual.
Já o paciente que não quer ou não pode tratar a alergia ao pólen pode ainda fazer o tratamento para amenizar os sintomas, com antialérgicos e cuidados para minimizar o contato, como manter a casa limpa e sem poeira e lavar os olhos e o nariz ao longo do dia.

Fonte: g1.globo.com/bemestar

Ghanem Laboratório, 
Paixão por sua saúde!



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

::: Alimentos que fazem a tireoide trabalhar mais (e você perder peso) :::

Ela é pequena e seu formato lembra o de uma borboleta, mas, não se engane, o tamanho desta glândula é desproporcional à sua importância.

Uma queda brusca nas reservas de energia, um cansaço implacável, o intestino que resolve travar, inchaços nas pernas e sem falar nos ponteiros da balança que custam a baixar. Estes podem ser os sinais de que a tireoide está funcionando em marcha lenta. A pequena glândula endócrina, em formato de borboleta e localizada na parte anterior do pescoço, no famoso gogó, é responsável pela produção dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina), que regulam o metabolismo.

"A tireoide produz principalmente o T4 que será transformado dentro das células em T3, o hormônio ativo. O T3 se ligará a receptores no núcleo das células e incitará o funcionamento das mesmas. O T3 age em praticamente todos os órgãos, estimulando várias funções. Por exemplo, no coração, controla os batimentos cardíacos; no intestino, monitora o peristaltismo e a frequência de evacuações; e no cérebro, interfere na memória, no humor e em outras funções cognitivas", explica a endocrinologista Gisah Amaral de Carvalho, membro do departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

E quando a tireoide desacelera - problema conhecido como hipotireoidismo - todo o corpo fica preguiçoso. Com a diminuição no metabolismo geral, há uma verdadeira pane e, ainda, a tendência a engordar, que pode chegar a 10% do peso corporal. Mas, atenção! Segundo o endocrinologista Filippo Pedrinola, apesar do problema poder sim aumentar a silhueta, raramente a deficiência da tireoide leva à obesidade. O tratamento é feito por meio da reposição hormonal com levotiroxina, que deve ser ingerida diariamente em jejum.




A solução pode estar no seu prato

O principal nutriente para o bom funcionamento da tireoide é o iodo. A glândula utiliza este mineral - que pode ser ingerido na dieta - para a produção dos hormônios. "Uma dieta adequada fornece cerca de 150 microgramas (mcg) de iodo por dia, quantidade suficiente para uma adequada fabricação de T3 e T4", explica Gisah Amaral de Carvalho. Mas, ela alerta para o exagero. "Medicamentos, vitaminas ou alimentos com grande quantidade do mineral podem fornecer uma dose exagerada, o que pode atrapalhar o funcionamento da glândula." Vale lembrar, que com uma estratégia para suprir a necessidade de iodo pelas populações, diversos países, até mesmo o Brasil, adotam a iodação do sal para consumo. "Embora não se deva consumir sal em excesso, porque pode trazer prejuízos à saúde, o seu consumo moderado e diário é essencial para que a necessidade do mineral seja suprida", explica a nutróloga Regina Mestre, do RJ.

OUTROS PROBLEMAS

Mas, além do hipotireoidismo, que é a disfunção mais comum na glândula, há um outro distúrbio preocupante: o hipertireoidismo. A doença é caracterizada pela aceleração da tireoide, ou seja, pela produção excessiva de T3 e T4. Os sintomas mais comuns são insônia, taquicardia, irritabilidade, falta de concentração e, ao contrário do hipotireoidismo, perda abrupta de peso. O tratamento pode incluir a droga antitireoidiana.
Em casos severos pode-se recorrer ao iodo radioativo, que vai provocar a morte celular, e hipotireoidismo, o que resulta em reposição hormonal posteriormente. A recomendação cirúrgica é apenas para os casos graves. "As duas disfunções são geneticamente herdadas. Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo são doenças auto-imunes, ou seja, o indivíduo produz anticorpos contra a tireoide", explica Gisah.
No momento em que a produção de T3 e T4 fica muito baixa, a hipófise recebe a mensagem para produzir mais TSH, hormônio que vai estimular a fabricação dos dois primeiros. Mas quando os níveis de T3 e T4 aumentam, a hipófise é avisada para cessar a produção de TSH. É por essa razão que um dos exames sanguíneos que verificam o funcionamento da tireoide é o nível de TSH. Se estiver muito alto, o resultado aponta o hipotireoidismo. Porém, se estiver baixo, indica hipertireoidismo.
A tireoide também pode ter alteração anatômica, resultado da presença de nódulos ou do crescimento uniforme da glândula (bócio difuso). "Os nódulos são detectados ao exame clínico (apalpação do pescoço) em 4% a 7% da população e em 95% dos casos são benignos.", explica Gisah.

Fonte: revistavivasaude.uol.com.br


Ghanem Laboratório
Paixão por sua saúde







quarta-feira, 6 de novembro de 2013

::: Entenda os riscos e como funcionam os medicamentos para emagrecer :::

Muita gente acredita que os remédios para emagrecer são fórmulas mágicas para perder alguns quilinhos.

Os endocrinologistas Alfredo Halpern e Walmir Coutinho explicaram, porém, que não é bem assim - esses remédios funcionam para pessoas obesas como um complemento a uma mudança de hábitos. Em alguns casos, inclusive, o paciente pode precisar desses medicamentos ao longo de toda a vida, mas como alertou o endocrinologista Alfredo Halpern, eles não chegam a causar dependência.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Farmácia Pedro Menegasso, os medicamentos auxiliam no emagrecimento porque diminuem o apetite ou aumentam a sensação de saciedade. Porém, eles só podem ser usados com indicação médica, mesmo porque podem agir de maneira diferente em cada pessoa.

De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, o medicamento isolado não faz milagre e não adianta se o paciente não começar uma mudança na rotina. No Brasil, apenas dois desses medicamentos são aprovados pelo Ministério da Saúde - o orlistat e a sibutramina, utilizados para combater a obesidade.



A sibutramina inibe a recaptura da serotonina e aumenta a sensação de saciedade, mas pode ainda aumentar a pressão e os batimentos do coração. Por isso, pessoas com IMC menor de 30, com mais de 65 anos, crianças, adolescentes e com histórico de diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto, doenças no coração ou transtornos psiquiátricos devem evitar esse medicamento.
De acordo com o psiquiatra Alexandre Pinto de Azevedo, a sibutramina pode causar essas alterações de humor e até alterar a percepção da realidade do paciente. 
Porém, como alertou o endocrinologista Alfredo Halpern, existem casos em que a sibutramina pode ser eficiente na perda de peso. Além dela, há ainda outro remédio aprovado pelo Ministério da Saúde, que é o orlistat, que impede a gordura de ser absorvida pelo corpo, como mostrou o médico.
Há ainda os remédios manipulados, que parecem ser um pouco menos nocivos, mas segundo o endocrinologista Walmir Coutinho, é preciso tomar cuidado com essas fórmulas manipuladas que podem conter substâncias que a pessoa pode nem saber que está tomando.
Por exemplo, em alguns casos, esses medicamentos podem ter colágeno e extrato de planta, substâncias que não têm comprovação que funcionam na perda de peso - por isso, é importante sempre prestar atenção na composição desses produtos.


De acordo com o endocrinologista Alfredo Halpern, existem ainda alguns medicamentos usados para tratar alguma doença, mas que podem também emagrecer. Nesse caso, o médico deve conversar com o paciente e explicar que o efeito principal do remédio não é o emagrecimento e deve assumir a responsabilidade da prescrição médica.
Por último, o endocrinologista Walmir Coutinho falou sobre os shakes, que podem ser tomados porque têm nutrientes importantes e são uma maneira fácil de substituir uma refeição, já que são menos calóricos.
Além disso, eles podem ser uma boa opção de café da manhã para aquelas pessoas que costumam pular essa refeição, além de ajudar nos primeiros dias de mudança de alimentação.
Fonte: g1.globo.com/bemestar
Ghanem Laboratório
Paixão por sua saúde!

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

::: Anemia e deficiência de ferro em crianças :::

A anemia por deficiência de ferro é uma doença grave que afeta de 20% a 40% das crianças na fase de lactentes, ou seja, nos dois primeiros anos de vida.
Sabe-se que a anemia, queda da hemoglobina responsável pelo transporte de oxigênio aos tecidos, é uma manifestação mais tardia da deficiência de ferro, um elemento fundamental em várias funções do organismo: crescimento, desenvolvimento e defesa contra infecções.
A deficiência de ferro, antes de a anemia instalar-se, já compromete a saúde da criança e, por tanto a prevenção deve ser sempre considerada.
Pesquisas confirmam que crianças que apresentam anemia ou insuficiência de ferro nos dois primeiros anos de vida demostram comprometimento no desenvolvimento cognitivo e na capacidade de aprendizado que persistem na vida adulta.



Para prevenir a anemia e a deficiência de ferro devem-se tomar alguns cuidados com a alimentação das crianças lactentes como:
Aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, não necessitando assim nenhuma suplementação de ferro.
      A partir do 6º mês, além de manter o aleitamento materno, introduzir uma alimentação complementar equilibrada e balanceada, incluindo boas fontes de ferro ( carnes vermelhas, de aves, peixe, fígado, feijão, lentilha, ervilha, soja, espinafre, couve, brócolis rúcula, castanha do pará e de caju).
      Na impossibilidade do aleitamento materno, oferecer à criança, no primeiro ano de vida, produtos que atendam as necessidades nutricionais e de ferro. Produtos que devem ser sempre recomendados e supervisionados por um médico pediatra.
Também para a prevenção da anemia e deficiência de ferro deve-se levar regularmente a criança ao pediatra, para receber orientações adequadas de alimentação nas diferentes faixas de idade, monitorando o crescimento e receber instruções sobre a necessidade de uso de suplementos de ferro.



O diagnóstico precoce continua sendo o fator de destaque para o controle da doença. Aos primeiros sinais de fraqueza, dor muscular e cefaleia, o médico deve ser consultado. Após uma avaliação clínica, exames laboratoriais devem ser solicitados, como hemograma, ferro, ferritina, que contribuirão muito para a prevenção e monitoramento destas anomalias.

Ghanem Laboratório
Paixão por sua saúde


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

::: O estresse pode aumentar o risco de doença cardíaca :::

O stress é uma parte normal da vida. O stress pode vir de causas físicas, como não dormir o suficiente ou ter uma doença. Ela pode vir de causas mentais, tais como não ter dinheiro suficiente ou morte de um ente querido, ou faz com que menos dramáticas, tais como obrigações diárias, e as pressões que fazem você sentir que não estão no controle.
A resposta do seu organismo ao estresse foi projetado para protegê-lo, mas se ele é constantemente ativado pode prejudicá-lo. Estudos sugerem que os altos níveis de cortisol de estresse crônico pode aumentar o colesterol no sangue, triglicérides e pressão arterial. Estes são fatores de risco tradicionais para doença cardíaca.
"O estresse crônico pode causar alterações fisiológicas que promovem a aterosclerose, o acúmulo lento de depósitos de placas nas artérias do coração", diz James A. Blumenthal, Ph.D., um psicólogo, em Durham, NC, que se especializa nos fatores psicossociais da doença cardíaca .
Tensões relativamente menores também podem desencadear problemas cardíacos, tais como isquemia miocárdica. Esta é uma doença em que o coração não recebe sangue suficiente. O estresse crônico também pode afectar a forma como os coágulos de sangue. Ele pode fazer o sangue pegajoso e aumentar o risco de acidente vascular cerebral.
Além disso, "as pessoas que sofrem de estresse crônico pode tendem a fumar mais e ser mais sedentários", diz o Dr. Blumenthal.

O que fazer

As pessoas respondem a situações estressantes de forma diferente. Alguns reagem fortemente a uma situação. Outros são relaxados e despreocupados. Felizmente, você pode diminuir o efeito do estresse em seu corpo. Primeiro, identificar as situações que lhe causam estresse. Em seguida, aprender a controlar suas reações físicas e mentais para essas situações estressantes. Adotar hábitos de vida que o tornam menos vulneráveis ​​aos efeitos do stress sobre o seu coração.
Dr. Blumenthal oferece estas sugestões para gerir o stress e manter seu coração saudável.


Obter abundância de exercício
Dr. Blumenthal diz que o exercício pode ajudar a neutralizar os efeitos nocivos do estresse crônico. Para a saúde cardíaca, apontar para, pelo menos, 30 minutos de intensidade moderada atividade física, como caminhada rápida, todos os dias ou quase todos os dias da semana.
"A quantidade de exercício certamente afeta a saúde cardiovascular, mas também pode ser uma ajuda para controlar o peso e melhorar os lipídios [gorduras no sangue], bem como a pressão arterial e outros fatores de risco para doenças cardíacas", diz Dr. Blumenthal.
O exercício tem um outro benefício stress. "Pessoas que se exercitam têm uma resposta física reduzida ao estresse. Sua pressão arterial e freqüência cardíaca não subir tão alto quanto as pessoas sob estresse que não exercem", diz ele.
Sua freqüência cardíaca também retorna ao normal mais rapidamente do que a taxa de coração de alguém que não exerce. O exercício regular também pode reduzir o risco de depressão, outro fator de risco para doenças cardíacas.
Precisa de motivação do exercício? Obter um pedómetro e tente fazer o login 11.000 a 12.000 passos por dia. Essa meta também vai ajudar você a manter seu peso. Com um pedômetro, você recebe um feedback instantâneo e de crédito para tudo que você faz, como tomar as escadas em vez do elevador.

Reforçar o seu sistema de apoio

A pesquisa sugere que ter uma rede tão forte apoio social como sendo casado, ter alguém que você pode conversar e confiança, ou pertencentes a uma ou mais organizações ou uma religião, pode reduzir o seu nível de estresse e, portanto, o risco de doenças cardíacas.
Se você já tem doença cardíaca, esta mesma rede pode ajudar a reduzir o risco de ataque cardíaco. Isto significa ter alguém para ajudá-lo com as atividades diárias, tais como compras de supermercado, cozinhar ou fazer recados. Ter pelo menos uma pessoa em que pode confiar leva uma carga pesada fora de você e oferece conforto.
Um forte sistema de apoio ajuda você a cuidar melhor de si mesmo, também. "A falta de apoio social influencia na medida em que as pessoas se envolvem em comportamentos de alto risco, como fumar, comer uma dieta rica em gordura, e muito álcool consome", diz o Dr. Blumenthal.

Procuram tratamento para depressão ou ansiedade crônica

"Ambas as tensões podem aumentar o risco de doença cardíaca, ou morrer da doença, se você já tem," diz o Dr. Blumenthal.
Em um estudo, as pessoas foram questionados se haviam sentido tão triste, desanimado, sem esperança ou durante o mês passado que eles estavam imaginando se alguma coisa valeu a pena. Aqueles que responderam sim tinham mais do dobro do risco para doença arterial coronariana.
Outros estudos sugerem que a ansiedade crônica pode aumentar o risco de morte súbita cardíaca. Para reduzir seu nível de ansiedade, tente de redução de estresse, tais como técnicas de yoga, meditação, caminhadas, meditação tradicional, ou imaginação guiada. Experimentar até encontrar um que funcione para você. Se nenhuma dessas técnicas funcionar, pergunte ao seu médico sobre a medicação para a ansiedade.


Reduzir o stress do trabalho

Estudos mostram ter um trabalho exigente que lhe oferece poucas oportunidades para tomar decisões ou fornece pouca recompensa pode aumentar o risco de doença cardíaca.
"O risco de estresse no trabalho é agravada quando você experimenta um aglomerado de tensões, como não ter um forte sistema de apoio ou sentimento cronicamente ansiosos," diz o Dr. Blumenthal.
Se você não consegue encontrar uma posição diferente dentro da sua empresa, faça o que puder para ganhar controle sobre seu ambiente. Para evitar burnout relacionado com o trabalho, reserve 10 minutos do tempo de parada a cada dia.
"Você não pode simplesmente ficar em 'go' o tempo todo," diz o Dr. Blumenthal. "O corpo e a mente precisam de tempo para rejuvenescer."

Ghanem Laboratório
Paixão por sua saúde!



sexta-feira, 25 de outubro de 2013

::: A saúde começa pela boca :::

O organismo humano funciona como uma orquestra: cada órgão cumpre o papel de um instrumento. E, quando um desafina, o corpo todo pode ser afetado. Quando a saúde bucal não está em harmonia, as bactérias e os fungos naturais dessa região podem se proliferar e atingir outros órgãos.
Cuidar dos dentes não é apenas questão de estética, e sim de saúde. De acordo com a American Dental Association (ADA), problemas bucais, como doença crônica gengival (periodontite), podem acarretar inclusive males no coração e nos pulmões.
Diversas doenças sistêmicas – aquelas que eventualmente afetam todo o organismo – podem ter origem em infecções orais. “Um exemplo é a endocardite bacteriana, infecção grave das válvulas cardíacas ou das superfícies do coração, cuja bactéria que causa o problema pode ser proveniente de falta de cuidados com a higiene oral, como não escovar os dentes, e de doenças bucais existentes”, explica a dra. Letícia Bezinelli, cirurgiã-dentista da unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Um caso sério

Entre os problemas bucais mais comuns na população brasileira está a gengivite
Entre os problemas bucais mais comuns na população brasileira está a gengivite, que, quando não tratada, pode evoluir para a periodontite. Conforme a Associação Brasileira de Odontologia, menos de 22% de adultos e 8% dos idosos têm as gengivas totalmente saudáveis.
As complicações surgem quando a placa bacteriana não é removida e, assim, inicia-se a inflamação da gengiva. Suas características mais conhecidas são a vermelhidão, inchaço e o sangramento.
Quando acumulada por um período maior, a placa começa a endurecer pela deposição de sais minerais da saliva e dá origem ao cálculo dental – o tártaro – o qual fica firmemente aderido ao dente. “A escovação já não é capaz de removê-lo e, se o cirurgião-dentista não atuar, inicia-se uma destruição progressiva e irreversível das estruturas que sustentam os dentes: osso alveolar e ligamento periodontal”, alerta a dra. Fernanda de Paula Eduardo, cirurgiã-dentista da unidade de Transplante de Medula Óssea do HIAE.
Assim, um simples problema bucal se transforma em um caso mais sério, a periodontite. Essa inflamação resulta em sangramento, sensibilidade, retração da gengiva, mau hálito, mobilidade e pode acabar com a perda dental. “O grande problema da doença periodontal é que, na maioria das vezes, se comporta de forma silenciosa e assintomática e, quando o paciente percebe, já existe um comprometimento severo da estrutura dentária”, afirma a dra. Letícia Bezinelli.

Cárie dentária

Os problemas bucais não param por aí. Segundo a Associação Brasileira de Odontologia, 60% das crianças têm cárie, muito comum nessa fase da vida. É uma doença infectocontagiosa, ou seja, trasmissível. A cárie surge a partir de resíduos alimentares que permanecem em contato com os dentes e são utilizados pelas bactérias presentes na boca. Assim, surge a placa bacteriana e, a partir dessa interação, há produção de ácidos que podem destruir as estruturas dentais.
Se não for diagnosticado rapidamente, esse processo evolui e pode levar à morte da polpa – nervo responsável pela vitalidade do dente – e até à formação de um abscesso, coleção de pus com a presença de bactérias. “Nesses casos, a preocupação é grande, pois existe o risco de uma infecção local se disseminar para outras partes do organismo”, diz a dra. Fernanda.
Conforme a Associação Brasileira de Odontologia, menos de 22% de adultos e 8% dos idosos têm as gengivas totalmente saudáveis
Entre os motivos que levam ao problema estão sobretudo a má alimentação, o que inclui a alta ingestão de açúcar, e a falta de higiene. As orientações para evitar cáries na infância devem começar com as mães ainda gestantes, pois alguns fatores podem interferir no desenvolvimento dos dentes do bebê. Determinados antibióticos, como a tetraciclina,  administrados em gestantes ou lactantes podem causar descoloração ou manchas.

Outros problemas bucais

Apesar de a cárie e a doença periodontal serem os principais e mais comuns problemas bucais, existem outras complicações que merecem destaque e alerta.

Câncer bucal (Câncer de Boca)

Mais frequente no lábio inferior, é um tumor que pode afetar todas as estruturas da cavidade oral. A incidência é alta no Brasil, com mais de 10 mil novos casos por ano, levando ao óbito cerca de 3.500 pessoas. No início, surge uma ferida na boca que não provoca dor, mas não cicatriza. Os principais fatores de risco são:
  • idade superior a 40 anos
  • fumo de cachimbos e cigarros
  • consumo de álcool em excesso
  • má higiene bucal
  • uso de próteses dentárias mal-ajustadas
O diagnóstico precoce é fundamental para a cura. Se houver qualquer alteração de cor e volume na boca, é necessário procurar o cirurgião-dentista.

Herpes

Costuma aparecer depois de situações que provocam baixa resistência imunológica, como estresse. Na fase inicial, o paciente pode apresentar ardor, coceira e a região fica mais avermelhada. A partir daí aparecem as vesículas, fase considerada contagiosa. Nesse período, é necessário atenção para evitar o uso conjunto de talheres, copos, entre outros objetos.

Mau hálito

Ocorre por inadequada higiene bucal, gengivite, ingestão de determinados alimentos, como molhos picantes, tabaco, boca seca e doenças do estômago, fígado e rins. Pode ser mais evidente no período matutino, devido à menor produção de saliva durante a noite, o que contribui para a deterioração dos ácidos e de outras substâncias no interior da boca.

Aftas

São ferimentos na mucosa, de coloração branca e avermelhadas ao redor. Nao existe uma causa específica para seu aparecimento e podem ser consideradas uma alteração no sistema imunológico. Duram de uma a duas semanas.

Cuidados essenciais

Outro fator importante é que a saúde da boca é necessária para a pessoa desempenhar de forma adequada a mastigação e a deglutição. Além disso,  colabora com a aceitação social e melhora da autoestima, pois um sorriso harmônico significa não só saúde, mas também bem-estar.
Todos esses problemas podem ser tratados, porém os odontólogos alertam os pacientes sobre a importância da prevenção e de diagnósticos prematuros. Para tanto é preciso visitar periodicamente o dentista. Outro conselho é alimentação saudável, com pouca ingestão de açúcares, esse é o primeiro passo para a saúde bucal. Há ainda outros fatores essenciais que devem ser levados em conta: higiene oral  correta, por meio de escovação dos dentes e da língua, uso de fio dental, para alcançar regiões que a escova não alcança, e uso de enxaguatório bucal.

Fonte: http://www.einstein.br/

Ghanem Laboratório
Paixão por sua saúde
3028.3001