sexta-feira, 26 de abril de 2013

:::Campanha de Vacinação Contra Gripe A:::


O que é:

A gripe A, também chamada de gripe suína, é uma variação da gripe comum causada pelo vírus Influenza H1N1. Ela manifesta-se através de sintomas comuns da gripe como espirros, tosse, congestão nasal e febre, mas estes surgem repentinamente e são muito intensos.

Sintomas da gripe A

Os sintomas da gripe A são:
  • febre acima de 38ºC;
  • dores no corpo;
  • dor de garganta;
  • dor de cabeça;
  • tosse;
  • espirros;
  • calafrios e
  • fadiga.
Alguns casos podem também acompanhar diarréia e vômitos.
A gripe A tende a evoluir de forma muito violenta e se não for tratada adequadamente pode gerar complicações respiratórias como a síndrome da angústia respiratória, pneumonia, falência respiratória e morte.

Forma de contágio da gripe A

Sua principal forma de contágio é a via respiratória, ao inalar gotículas que contenham o vírus H1N1. Como forma de prevenção recomenda-se o afastamento dos indivíduos contaminados, evitar locais fechados e lavar as mãos com água e sabão várias vezes ao dia, ou utilizar o álcool em gel ou loções de desinfecção.




Campanha de vacinação contra a gripe

Gripe H1N1: dúvidas frequentes sobre a vacinação.
A gripe H1N1 - influenza A - ainda gera muitas dúvidas na população. E não é para menos. Em 2009, a pandemia mundial paralisou países, mobilizou governos e centros de controle de infecção de todo o mundo.
Em 2010, houve grande mobilização para a imunização contra o vírus H1N1 na tentativa de minimizar os riscos de uma nova crise na saúde mundial.
Por isso, preparamos algumas perguntas e respostas para ajudar a esclarecer as principais dúvidas em ralação à vacina.

Perguntas e respostas sobre vacina contra a gripe H1N1

1. Para quem já tomou a vacina H1N1 e deseja tomar a da gripe comum, pode tomar a trivalente?

Sim, não há contraindicação.

2. Existe alguma contraindicação para quem está tomando outro medicamento?

Os pacientes que tomam medicação que altere a imunidade (como corticoides ou imunossupressores) podem não ter uma boa resposta com a vacina, mas não estão contraindicados para recebê-la.

3. Crianças devem tomar a vacina em uma ou duas doses?

Todas as crianças abaixo de nove anos de idade, que estejam tomando a vacina para Influenza A H1N1 pela primeira vez, devem receber duas doses com um mês de intervalo.

4. Como tomar a segunda dose da vacina se a mesma não está disponível atualmente?

Aguardamos a liberação das vacinas - que já foram adquiridas e que já estão no Brasil - pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ressaltamos que a aplicação da segunda dose da vacina, mesmo com um intervalo superior a um mês, deve ser realizada a fim de tornar efetiva a imunização contra a gripe.

5. A vacina pode ser aplicada independentemente da idade?

A vacina pode ser aplicada em crianças acima de 6 meses de idade.

6. Se a pessoa estiver gripada, ela poderá tomar a vacina?

Se a pessoa estiver sem febre, pode tomar a vacina.

7. Quem não pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Pessoas com doença febril aguda, pessoas com doença neurológica em atividade, ou aquelas com antecedentes de alergia grave a componentes do ovo, ao timerosal (Merthiolate®) e à neomicina.
Nos casos de doença febril aguda, passada esta fase, a vacina poderá ser administrada normalmente.

8. Quem está grávida pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Sim. Conforme orientação do Ministério da Saúde, publicada em nota técnica de Nº 05/2010, que descreve a estratégia de vacinação contra o vírus Influenza A (H1N1), as gestantes, por constituírem um grupo de alto risco para complicações graves, devem ser vacinadas, independente da sua idade gestacional. Recomenda-se aconselhamento prévio com o seu obstetra.

9. E quem amamenta pode tomar a vacina contra a Gripe A (H1N1)?

Quem amamenta pode tomar a vacina. Não existem contraindicações formais para a administração da vacina em mulheres que se encontrem amamentando.

10. Existe alguma precaução para se tomar a vacina?

A principal contraindicação é alergia grave a ovo.

11. Existe algum efeito colateral?

Os efeitos colaterais mais comuns são: dor local, febre baixa e mal-estar nas primeiras 48 horas após a aplicação.

12. Existe a vacina da gripe comum separada da H1N1 conjugada?

A vacina das clínicas particulares é trivalente, ou seja, tem a da influenza H1N1 associada a duas para influenza sazonais (H3N2 e B).

13. É necessário deixar o nome em uma lista de espera para se obter a vacina?

Não. As vacinas serão disponibilizadas conforme a procura.

14. Qualquer pessoa pode tomar a vacina H1N1?

Sim, desde que tenha mais de seis meses de idade e não haja contraindicação.

15. O vírus da vacina está morto? Ela pode provocar a Gripe A (H1N1)?

A vacina é produzida por vírus inativados (vírus mortos e fracionados). Não existe, portanto, o risco de se adquirir gripe por meio da vacina.

16. A vacina contra a Gripe A (H1N1) tem efeito imediato?

A proteção começa a existir aproximadamente após duas semanas (15 dias) da administração, prolongando-se por cerca de um ano.

17. Por quanto tempo a pessoa que tomar a vacina estará imune?

Em média, por um ano.
Fonte: Hospital Albert Einstein

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

:::Reconheça as diferenças entre os sintomas da rinite e da sinusite:::

Muitas vezes confundidas, essas doenças precisam de cuidados específicos.

Não há otorrinolaringologista que não escute pelo menos uma vez por dia essa frase: "Eu tenho rinite e também sinusite". As duas "ites" vêm sempre juntas na cabeça do paciente (sem trocadilhos), como dois problemas em um só. Já que a diferença entre as duas é nebulosa para a maior parte do público, as pessoas preferem declarar que sofrem de ambas, por via das dúvidas. 

A rigor, rinite é uma inflamação da mucosa do nariz e pode ter várias causas. Um resfriado, por exemplo, não deixa de ser uma rinite, do tipo infecciosa. Mas normalmente quando as pessoas falam em rinite estão se referindo a queixas mais duradouras (ou pelo menos recorrentes) causadas, por exemplo, pela rinite alérgica. Os sintomas mais frequentes da rinite são a coriza (secreção clara que escorre do nariz), os espirros, a coceira no nariz e o nariz entupido. 




Já a sinusite é uma inflamação da mucosa que reveste os seios da face (também chamados de cavidades paranasais). Os seios da face são espécies de câmaras de ar que ficam ao redor do nariz, forradas internamente por uma mucosa muito parecida com a do próprio nariz. Essa mucosa que reveste internamente os seios da face produz muco, exatamente como a mucosa do nariz. Esse muco drena para dentro do nariz por pequenos orifícios que comunicam os seios da face com as fossas nasais. 

Se por acaso esses orifícios ficam obstruídos (seja por secreção, pelo inchaço da própria mucosa ou por outra causa), o seio da face pode tornar-se uma cavidade sem comunicação com o nariz, totalmente selada, também sem aeração. Assim como acontece com as paredes de um quarto quando o deixamos totalmente trancado (sem ventilação) por muito tempo, a mucosa que reveste os seios da face vai ficando doente, inflamada. O muco que ela produz também não tem para onde ir e acaba acumulando no seio da face e facilitando a proliferação de bactérias. Está formada a sinusite. 



A sinusite pode ser dividida em aguda e crônica. A aguda é aquela que se manifesta em crises, causando forte dor facial, abundante secreção purulenta no nariz, tosse e febre. Já na sinusite crônica os sintomas são mais discretos, mas mais frequentes. Ela pode se manifestar como uma tosse persistente ou uma secreção que drena do nariz para a garganta. Mas o que mais se associa à sinusite crônica é a dor de cabeça, em especial aquela entre os olhos. Aliás, quando a maior parte das pessoas afirma ter sinusite está se referindo justamente a esse sintoma: a dor de cabeça na testa ou entre os olhos. 


Aqui vale um aviso: nem sempre a cefaleia frontal (a tal dor de cabeça na testa) é sinusite. Aliás, se ela não vem acompanhada de demais sintomas nasais, provavelmente não está relacionada à doença. Nesses casos duvidosos, a tomografia de seios da face (e não a radiografia simples) é um exame de imagem muito importante para tirar a dúvida. 


Mas é claro que a confusão entre rinite e sinusite não é apenas falta de informação. Existe realmente uma área de interseção entre elas. Ambas, por exemplo, causam obstrução e secreção nasal. A rinite, muitas vezes, desencadeia uma sinusite. Portanto a associação em muitos casos é real. 


Por último, é preciso esclarecer algo: a rinite realmente não tem "cura" na maior parte dos casos, mas sim controle, embora possa amainar com o tempo. Já a sinusite, ao contrário, tem cura na maior parte dos casos. Mesmo a crônica, embora não raro seja necessário algum tipo de intervenção cirúrgica para isso. 


Portanto, consulte seu otorrinolaringologista e seja feliz respirando pelo nariz! 



Otorrinolaringologia

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

::: Corpo em Equilíbrio:Análise da Composição Corporal :::


A busca por um “corpo em equilíbrio” e perfeito é o objetivo da grande maioria das pessoas.

O corpo em equilíbrio, que chamaremos de equilíbrio de massa corporal, é a proporção adequada entre a massa magra, gordura e água. A soma destes componentes fornece o peso total de seu corpo.

A Balança InBody de Bioimpedância analisa esta composição no tronco e nos membros superiores e inferiores com precisão e rapidez por meio da tecnologia multifrequência e tetrapolar com oito eletrodos.

O resultado fornece dados completos sobre a composição corporal atual e orienta sobre o peso ideal, auxilia na prevenção de doenças associadas ao excesso e a falta de peso, assim como da qualidade da alimentação. Ainda, referencia à prática de exercícios físicos, auxilia no emagrecimento saudável e informa a existência de retenção de água.


Para as Crianças

A Análise da Composição Corporal pode ser realizada em crianças acima de 3 anos com o intuito de referenciar a quantidade de água, proteínas, minerais e gordura, além de demonstrar a qualidade de seu crescimento.

As Exceções
Esta análise não pode ser realizada em gestantes, portadores de marcapasso e com amputação.

Avaliação dos Resultados

Os resultados desta análise devem ser analisados por seu profissional da saúde.




Instruções à realização da análise

  • Não consumir álcool e cafeína (café, chá ou chocolate) em excesso 24 horas antes.
  • Jejum 2 horas antes e alimentação leve 24 horas antes.
  • Mulheres não poderão estar no período menstrual (intervalo de 5 dias antes e 5 após).
  • Evitar exercícios físicos intensos 24 horas antes.
  • Suspender diuréticos 24 horas antes.
  • Não usar meia calça, óleos hidratantes nos pés e/ou mãos no dia da análise.

Composição do resultado
  • Peso.
  • Massa muscular esquelética.
  • Massa de gordura corporal.
  • Água corporal total.
  • Massa livre de gordura.
  • IMC (Índice de Massa Corporal).
  • Percentual de gordura corporal.
  • Relação cintura-quadril.
  • Taxa de metabolismo basal.
  • Controle muscular.
  • Controle de gordura.
  • Análise segmentada de massa magra (tronco e quatro membros).
  • Impedância de cada segmento.

Agendamento

Por favor agendar sua análise por meio do Disk Ghanem (47) 3028.3001

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

:::Enxaqueca: Cuidados com a saúde ajudam a amenizar:::


Enxaqueca, também conhecida por migrânea, é um distúrbio neurovascular crônico e incapacitante, com base biológica que acomete as pessoas geneticamente predispostas.
Esse tipo de cefaleia primária pode ocorrer em qualquer idade, mas costuma manifestar-se mais em adolescentes e adultos jovens e afeta mais as mulheres do que os homens.
Em cerca de 15% dos casos, o quadro de dor é precedido (ou acompanhado) por uma aura premonitória que envolve sintomas neurológicos. Sua principal característica é o embaçamento da visão ou a presença de pontos luminosos, em zigue-zague ou manchas escuras nos períodos que precedem as crises dolorosas.
Atenção: pessoas que sofrem de enxaqueca com aura, especialmente as fumantes que fazem uso de pílulas anticoncepcionais, têm risco aumentado de sofrer acidentes vasculares cerebrais.
Causas
A enxaqueca é uma doença multifatorial, mas algumas de suas possíveis causas ainda continuam indefinidas.
No entanto, já se sabe que existem alguns gatilhos que podem desencadear as crises, tais como: jejum prolongado, estresse, insônia, chocolate, queijos fortes, embutidos, consumo excessivo de café e de bebidas alcoólicas, fumo, alterações hormonais, certos perfumes e o açúcar.


Sintomas
O sintoma típico da enxaqueca é uma dor latejante e pulsátil, geralmente unilateral, de intensidade moderada ou forte, acompanhada por náusea e vômitos, hipersensibilidade à luz (fotofobia), aos sons (fonofobia) e a certos odores (osmofobia), que se mantém de quatro a 72 horas e piora com o movimento.
Irritabilidade, depressão, agitação são transtornos de humor que podem estar associados às crises de enxaqueca, ou antecedê-las.
Diagnóstico
O diagnóstico é clínico baseado no levantamento da história familiar e nas queixas do paciente. Para defini-lo, basta que a dor esteja acompanhada por três ou quatro dos sintomas acima enumerados.
Tratamento
O tratamento da enxaqueca leva em consideração as características da dor e a frequência das crises. O objetivo é suprimir os sintomas e evitar a incidência de novos eventos. Nos episódios agudos, os analgésicos comuns, eventualmente associados a outras drogas, podem representar uma solução eficaz contra a dor, especialmente se tomados assim que surgirem os primeiros sintomas. Pacientes que não respondem bem a esse esquema terapêutico podem recorrer aos triptanos, uma classe de drogas com mecanismo mais específico de ação.
No entanto, é preciso cuidado: o uso repetido desses remédios, o abuso de analgésicos e o aumento progressivo das doses necessárias para alívio da dor podem resultar num efeito rebote cujo resultado é o agravamento dos sintomas.
Já está comprovado que mudanças no estilo de vida e evitar os gatilhos que disparam as crises são procedimentos não farmacológicos indispensáveis para a prevenção da enxaqueca. Alimentação equilibrada, sono regular, prática de exercícios físicos, redução do consumo diário de cafeína, controle dos níveis de estresse são medidas que ajudam a diminuir a frequência e a intensidade das crises.
Recomendações
* Não pule refeições. Jejum prolongado é um dos principais fatores desencadeantes das crises;
* Evite alimentos e bebidas que possam provocar ataques de enxaqueca;
* Pratique exercícios físicos regularmente;
* Estabeleça horários para deitar-se e levantar-se e procure respeitá-los;
* Tente reservar algum tempo para o lazer. Relaxe. Não vai adiantar nada sofrer por antecipação.

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quinta-feira, 18 de abril de 2013

:::Saúde Ocupacional:::


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal finalidade dos Serviços de Saúde Ocupacional consiste na promoção de condições laborais que garantam o mais elevado grau de qualidade de vida no trabalho, protegendo a saúde dos trabalhadores, promovendo o bem-estar físico, mental e social, prevenindo e controlando os acidentes e as doenças através da redução das condições de risco.

A saúde ocupacional não se limita apenas a cuidar das condições físicas do trabalhador, já que também trata da questão psicológica. Para os empregadores, a saúde ocupacional supõe um apoio ao aperfeiçoamento do funcionário e à conservação da sua capacidade de trabalho.



Os problemas mais frequentes dos profissionais que lidam com a saúde ocupacional são as fraturas, os cortes e as distensões por acidentes no trabalho, os distúrbios por movimentos repetitivos, os problemas de visão e de audição e as doenças causadas pela exposição a substâncias anti-higiênicas ou radioativas, por exemplo. Também se podem deparar com o stress causado pelo trabalho ou pelas relações laborais.

Convém destacar que a saúde ocupacional é um tema importante para os governos, os quais devem garantir o bem-estar dos trabalhadores e o cumprimento das normas no âmbito do trabalho. Para tal, é hábito realizarem inspeções periódicas de modo a determinar as condições mediante as quais são desenvolvidos os vários tipos de atividades laborais.


É importante ter em conta que a precariedade no trabalho incide sobre a saúde ocupacional. Uma empresa que tem trabalhadores que não usufruem de cobertura médica e/ou seguro e que apresenta um espaço físico inadequado para o trabalho está a por em risco a saúde dessas pessoas.


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quarta-feira, 17 de abril de 2013

::: Como saber se meu filho é alérgico? :::

Confira a matéria publicada na Revista Curupira onde o Bioquímico e Sócio Diretor do Grupo Ghanem Omar Amin Ghanem Filho orienta os pais sobre as alergias e os exames realizados para seus diagnóstico sempre por meio do seu médico especialista.



terça-feira, 16 de abril de 2013

:::Distúrbio do Sono:::


O que é Distúrbio do sono?

Os distúrbios do sono são todas as dificuldades relacionadas ao sono, incluindo a dificuldade de adormecer ou de permanecer adormecido, dormir em momentos inapropriados, tempo total de sono em excesso ou comportamentos anormais relacionados ao sono.

Causas

Mais de 100 distúrbios do sono e do despertar já foram identificados. Eles podem ser agrupados em quatro categorias principais:
  • Dificuldade de adormecer ou permanecer dormindo (insônia)
  • Problemas para permanecer acordado (sonolência excessiva durante o dia)
  • Problemas para conseguir manter uma rotina regular de sono (problema de ritmo de sono)
  • Comportamentos incomuns durante o sono (comportamentos que perturbam o sono)


Dificuldade para adormecer ou permanecer dormindo

A insônia inclui qualquer combinação de dificuldade para adormecer, para permanecer dormindo, falta de sono intermitente e despertar nas primeiras horas da manhã. Os episódios podem aparecer e desaparecer (transitório), durar até duas ou três semanas (curto prazo) ou ter longa duração (crônico).
Fatores comuns associados à insônia:
  • Doença física
  • Depressão
  • Ansiedade ou estresse
  • Ambiente insatisfatório para o sono (p. ex.: com barulho ou luz excessiva)
  • Cafeína
  • Álcool ou outras drogas
  • Uso de determinados medicamentos
  • Fumo em excesso
  • Desconforto físico
  • Cochilos durante o dia
  • Deitar-se cedo
  • Passar muito tempo acordado na cama


Os distúrbios incluem:
  • Insônia psicofisiológica: uma condição em que o estresse causado pela insônia dificulta ainda mais o adormecer
  • Síndrome do atraso da fase do sono: seu relógio interno está constantemente fora de sincronia com as fases de dia e noite "aceitas"
  • por exemplo, os pacientes se sentem melhor se puderem dormir das 4 h ao meio-dia
  • Distúrbio do sono com dependência de hipnóticos: insônia que ocorre quando você para de tomar ou desenvolve tolerância a determinados tipos de medicamentos para dormir
  • Distúrbio do sono com dependência de estimulantes: insônia que ocorre quando você para de tomar ou desenvolve dependência a determinados tipos de estimulantes

Dificuldade para permanecer acordado

Os distúrbios de sonolência excessiva são chamados de hipersônia. São eles:
  • Hipersônia idiopática (sonolência excessiva que ocorre sem uma causa identificável)
  • Narcolepsia
  • Apneia do sono central e obstrutiva
  • Distúrbio do movimento periódico dos membros
  • Síndrome das pernas inquietas

Problemas para conseguir manter uma rotina regular de sono

Os problemas também podem ocorrer quando você não mantém uma rotina de sono e despertar consistentes. Isso ocorre durante viagens entre diferentes fusos horários e com pessoas que trabalham por turnos em escalas alternadas, principalmente quem trabalha à noite.
Distúrbios de interrupção do sono:
  • Distúrbios da transição sonovigília
  • Síndrome do Jet lag
  • Pessoa que dorme pouco naturalmente (a pessoa dorme menos horas do que o normal, mas não apresenta sinais de doença)
  • Insônia paradoxal (na verdade, a pessoa dorme um número de horas diferente do que ela imagina)
  • Distúrbio do trabalho em turnos

Comportamentos que perturbam o sono

Os comportamentos anormais durante o sono são chamados de parassônia e são muito comuns em crianças. São eles:
  • Terrores noturnos
  • Sonambulismo
  • Distúrbio comportamental do sono REM (um tipo de psicose na qual a pessoa "representa" seus sonhos de uma forma tão violenta que ela pode machucar a pessoa que dorme ao seu lado)

Exames

Os testes variam e dependem do distúrbio do sono específico. Pode-se realizar um estudo do sono (polissonografia).
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