terça-feira, 18 de outubro de 2011

::: Descubra os novos males do álcool :::


Ghanem Laboratório Clínico
Paixão por Saúde
 
 
Depois de tantas pesquisas, já não é novidade para ninguém que o alcoolismo por longo período leva a uma doença hepática chamada cirrose, que é o “coroamento” dos danos que o álcool paulatinamente causa ao corpo. Pesquisas recentes de universidades britânicas, no entanto, têm dado mais atenção a outros órgãos que também são danificados pela bebida.

 O mais afetado ...é o coração. Um centro de medicina da Inglaterra aponta, em um estudo, que o alcoolismo pode levar a um pacote de problemas nesse quesito. Aumento de pressão sanguínea, insuficiência cardíaca e infarto são exemplos, além da temível miocardiopatia, na qual o músculo do coração incha e torna a vida do portador um eterno sobressalto quanto à chance de uma parada cardíaca. O álcool, aparentemente, aumenta o nível de gordura circulante no sangue.

Outro centro médico britânico, este especializado em fatores cancerígenos, afirma que o risco de câncer de mama aumenta entre 7% e 12% para cada 10g de álcool ingerido por dia. Em uma semana, 100g de álcool no organismo representam 19% a mais de chances de câncer colorretal. De acordo com um estudo da entidade, a cada ano 13 mil britânicos (dos quais 4 mil mulheres) contraem câncer devido ao consumo exagerado de bebidas.

 Mais dois focos de preocupação: imunidade e fertilidade. No primeiro quesito, uma pesquisa aponta o álcool como redutor da nossa resistência a doenças virais. Quanto à capacidade reprodutora, as bebidas alcoólicas tornariam mais difícil o período fértil da mulher e diminuiriam a quantidade de esperma produzida pelo homem.

 Um dos fatores mais agravantes, segundo esta nova onda de estudos, diz respeito à quantidade. Nas últimas décadas, tornou-se senso comum que o álcool só faz realmente danos se for ingerido em excesso, e chega a ser aconselhável quando consumido com parcimônia. Mas um estudo da Universidade de Cambridge, também no Reino Unido, coloca até isso em cheque.
Segundo esta pesquisa, que teve uma etapa clínica com ratos de laboratório, o álcool pode ser danoso inclusive em pequenas quantidades.

 No delicado quesito da genética, os pesquisadores garantem que poucas doses de álcool durante a gravidez já podem causar danos permanentes ao feto. Um problema de saúde pouco pesquisado, a síndrome fetal alcoólica, aumenta a chance de deficiência mental e física no bebê que vai nascer.
Isso sem mencionar, é claro, que os danos do álcool para o fígado em si continuam crescendo em número de casos e preocupação dos médicos. Uma pesquisa de um hospital em Southamptom, também na Grã-Bretanha, afirma que as mortes por doença no fígado aumentaram em 500%. Deste número de mortes, 85% foram diretamente relacionadas ao álcool.

 Segundo os registros de Southampton, 2010 marcou a primeira vez em que mais de um milhão de pacientes foram internados por problemas de alcoolismo em um período de doze meses. Apenas sete anos antes, em 2003, esse número ainda era de 510 mil casos, pouco mais do que a metade.

Ghanem Laboratório Clínico, Paixão por Saúde, Joinville/São Francisco do Sul/praia de Ubatuba/ARAQUARI, Disk GHANEM 47 3028.3001.

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::: Dia do Médico ::: Paixão pela Vida! :::




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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

::: Grupo Ghanem participa de Livro sobre Gestão da Qualidade Analítica, lançado durante Congresso da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, em Florianópolis :::

 Autores reunidos com o presidente da ControlLab, Marcio Biasoli e sua esposa Elvandir Biasoli. Da direita para a esquerda: Fernando Berlitz, Luiza Bottino, Rafael Lopes, Marcio Biasoli, Elvandir Biasoli, Gilberto Camarinha, Adriana Sá, Nairo Sumita e Elisabete Mendes.
 
 
Foi lançado no dia 17 de agosto, durante o 45º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/ Medicina Laboratorial (CBPC/ML), em Florianópolis (SC), o segundo volume da série “Gestão da fase analítica do laboratório”. Essa série de livros, editado pela empresa ControlLab, tem como objetivo principal disseminar entre os laboratórios clínicos brasileiros (e até mesmo de fora do país) os conhecimentos científicos relacionados à gestão e controle da qualidade dos processos executados nessas organizações, ampliando a acessibilidade às boas práticas e conceitos teóricos relacionados ao tema.

O grupo Ghanem participou ativamente desse processo de construção e realização desse sonho. Por intermédio do Gestor de Sustentabilidade e Melhoria Contínua do Grupo, Fernando Berlitz, que escreveu um capítulo em cada volume dessa série de publicações. Nesse segundo volume, Fernando escreveu o capítulo sobre “Especificações da Qualidade”. Nos laboratórios clínicos, a especificação da qualidade se refere aos requisitos que permitirão verificar se os resultados atenderão à função primordial do serviço: apoiar o médico no diagnóstico e tratamento do paciente. Estamos falando, portanto, de um norteador para a gestão da qualidade analítica.

Mais detalhes sobre o tema podem ser acessados em no endereço eletrônico http://www.controllab.com.br/qualifique/pop_ed34_interagindo.htm, onde está disponível uma entrevista no Gestor de Sustentabilidade do Grupo Ghanem sobre o tema das Especificações da Qualidade.

No evento de lançamento da obra, durante o recente Congresso em Florianópolis, cerca de 1.400 exemplares foram distribuídos gratuitamente para os presentes.
Os autores estavam presentes e autografaram os livros para uma grande quantidade de profissionais da área da saúde. Com tiragem de 4 mil exemplares, o livro será entregue ainda a clientes e a parceiros da ControlLab, e doado a bibliotecas de instituições de ensino. A publicação é destinada a profissionais que atuam no laboratório clínico e a estudantes.

São cinco capítulos, que abordam ações de controle e monitoramento - como especificação, controle interno, ensaio de proficiência, automatização e qualidade da água. Em todos eles, houve a preocupação em equilibrar teoria e prática. Organizado pela Dra. Maria Elizabete Mendes, responsável pelo núcleo da qualidade e da sustentabilidade da Divisão de Laboratório Central do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, e por Carla Albuquerque, gestora de serviços da ControlLab, o trabalho contou com a colaboração de sete destacados profissionais da área: Adriana Sá de São José, Fernando de Almeida Berlitz (Grupo Ghanem), Gilberto Costa Camarinha, Luiza Bottino Grangeiro da Silva, Nairo Massakazu Sumita, Nelson Medeiros Junior e Rafael Monsores Lopes. Ainda no congresso, alguns deles (entre eles Fernando Berlitz, gestor do Grupo Ghanem) ministraram palestras num workshop que versou sobre temas abordados nesse segundo livro, assim como também sobre assuntos que constam no primeiro número da série, lançado em 2010.

O Livro está disponível para download gratuito no site da Controllab, no endereço:

O Grupo Ghanem se sente orgulhoso de ter participado dessa importante e inovadora iniciativa, materializada na contribuição de um de seus profissionais para a disseminação de conhecimento científico na área de medicina laboratorial.

Fernando Berlitz autografando os livris dos Bioquímicos do Grupo Ghanem

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domingo, 16 de outubro de 2011

::: GRUPO GHANEM PARTICIPA DO 19º PRÊMIO EXPRESSÃO DE ECOLOGIA :::

Reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente, o Prêmio Expressão de Ecologia é considerado o mais importante reconhecimento ambiental do sul do Brasil e é realizado anualmente pela Editora Expressão desde 1993, um ano após a “Rio 92”. Prestes a completar 20 anos de história, a premiação contabiliza 1.674 projetos ambientais inscritos.

O Prêmio pretende divulgar e disseminar os esforços de empresas e instituições no sentido de diminuir os impactos da poluição no meio ambiente e contribuir para a conservação dos recursos naturais e o desenvolvimento da consciência ambiental. O concurso está aberto a empresas públicas e privadas, instituições, órgãos governamentais, cooperativas, ONGs e entidades de classe com sede ou atuação nos estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Em sua edição histórica de 20 anos, o Anuário Expressão de Sustentabilidade, que será publicado no segundo semestre de 2012, fará um balanço da situação ambiental do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul e apresentará as ações ambientais participantes do 19º Prêmio Expressão de Ecologia. Os projetos vencedores serão premiados no Fórum de Gestão Sustentável 2012. Data e local da cerimônia serão divulgados posteriormente.

Os vencedores do 19º Prêmio Expressão de Ecologia serão divulgados no site da Expressão e newsletter ambiental da premiação no primeiro trimestre de 2012.

O Grupo Ghanem está inscrito no Prêmio Expressão com o Projeto “ECO-INTELIGÊNCIA NA ECONOMICIDADE”, que reúne as principais ações e iniciativas do programa ambiental implantado no Ghanem.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

::: Por que o esforço físico interfere no exame glicemia? ::::




A glicemia reflete a quantidade de açúcar no sangue que, por sua vez, é uma fonte de energia de rápido aproveitamento pelo organismo. Dessa forma, sempre que o organismo precisar de mais energia, por exemplo em esforço físico e stress, há alterações importantes nas velocidades de produção e consumo de açúcar. A maioria das vezes em que se faz exames de dosagem de glicemia, queremos saber como está o nível basal, pois o valor de referência diz respeito a esta situação. Portanto, a pessoa deve estar o mais próximo possível desta condição.

 

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

::: Brasileiros ficam mais felizes conforme envelhecem :::

 
 
Ghanem Laboratório Clínico
Paixão por Saúde

 
Os brasileiros ficam mais felizes conforme envelhecem – ou pelo menos ficaram entre 2002 e 2008, segundo um estudo feito por pesquisadores do Reino Unido. Os resultados foram apresentados nesta segunda-feira (3) pelo Programa de Novas Dinâmicas do Envelhecimento.
A pesquisa, feita entre 2002 e 2008 por uma reunião de cinco conselhos de pesquisas britânicos, visava estudar o impacto do crescimento econômico e das políticas sociais dos países em desenvolvimento na vida de seus cidadãos da terceira idade. No Brasil, foram entrevistados idosos das cidades de Ilhéus (BA) e do Rio de Janeiro (RJ).
Além do Brasil, os pesquisadores também avaliaram as condições de vida dos idosos da África do Sul e obtiveram os mesmos resultados: quanto mais idosos, mais felizes são os sul-africanos.
Segundo a pesquisa, a maioria dos idosos dos dois países se disse “satisfeita” ou “muito satisfeita” com as suas condições de vida, com seus relacionamentos com outras pessoas e com o respeito que recebiam.
Ao comparar os dados de 2008 com os de 2002, o número de idosos que se declarou satisfeito aumentou. Os cientistas acreditam que isso tem a ver com a melhoria tanto nas condições econômicas dos dois países, como nas políticas sociais.
De acordo com o grupo de pesquisadores, os dois países foram escolhidos pela “extensão de suas políticas sociais”.
“São países líderes nas suas respectivas regiões, com políticas sociais inovadoras abordando a pobreza e a vulnerabilidade”, afirma Armando Barrientos, diretor de pesquisas do Instituto Brooks de Pobreza Mundial, da Universidade de Manchester.
“Frequentemente se presume que as pessoas vão ficar mais pobres e mais infelizes com a vida conforme elas envelhecem, mas na África do Sul e no Brasil é o oposto que acontece”, diz Barrientos.
Segundo ele, a pesquisa pode servir de lição para países desenvolvidos que estudam cortar benefícios sociais para a terceira idade. “Nosso trabalho sugere que os governos podem precisar repensar com mais cuidado sobre o valor social de uma aposentadoria decente”, afirma.
Há lições também para as nações em desenvolvimento, segundo Barrientos: não copiar o que os países ricos fizeram. “A população nos países em desenvolvimentos estão crescendo muito mais rapidamente do que cresciam os países hoje considerados desenvolvidos. Isso significa que seus governos têm muito menos tempo para lidar com os desafios do envelhecimento e eles não podem simplesmente copiar as políticas usadas pelas nações desenvolvidas”. (Fonte: G1)

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

::: Pressão alta, mesmo dentro do limite normal, pode aumentar risco de AVC :::


Ghanem Laboratório Clínico
Paixão por Saúde

Pessoas com pré-hipertensão têm um risco 55% maior de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) no futuro em relação a indivíduos sem histórico do problema. Além disso, pacientes com menos de 65 anos que estão na maior faixa de pré-hipertensão têm uma probabilidade 79% maior. É o que apontam pesquisadores da Faculdade de Medicina de San Diego, na Universidade da Califórnia, EUA, em uma revisão da literatura científica sobre o assunto, publicada esta semana na edição online da revista “Neurology”.
Foram compilados 12 estudos da população em geral – quatro dos EUA, cinco do Japão, dois da China e um da Índia – e usadas estatísticas para descobrir se realmente existe um maior risco de derrame em pacientes com pré-hipertensão. Juntos, os trabalhos envolveram mais de 518 mil participantes e períodos entre 2,7 e 32 anos, com ocorrências documentadas de AVC. Foram incluídos material de bibliotecas e bases de dados médicos.
A prevalência de pré-hipertensão nos estudos variou de 25% a 46%. Nos EUA, estima-se que cerca de um terço dos adultos tenha o problema. O resultado independeu de fatores como idade, sexo, etnia, diabetes, obesidade, colesterol, tabagismo, tipo de pressão arterial (sistólica ou diastólica) ou de AVC (isquêmico ou hemorrágico).
A pré-hipertensão é uma categoria clínica criada por especialistas em 2003 para descrever pacientes cuja pressão arterial está elevada, mas ainda dentro de uma faixa considerada normal. Pouco ainda se sabe sobre a real ameaça desse problema, que é definido por uma leitura de pressão sistólica (o número mais alto) entre 120 e 139 mmHg e uma leitura diastólica (o valor menor) entre 80 e 89 mm Hg.
Já a pressão alta, além de AVC, pode levar a insuficiência ou ataques cardíacos, doenças cardiovasculares e renais.
Segundo o professor de neurociências da Faculdade de San Diego Bruce Ovbiagele, e autor sênior do estudo, quanto maior for a pressão arterial, maior será o risco de doenças e morte, possivelmente já a partir da faixa normal de sangue.
Ovbiagele disse que estavam faltando evidências conclusivas sobre o tema e que novas pesquisas ainda são necessárias. Para o neurologista e diretor do Programa de Derrame em San Diego Thomas Hemmen, que não estava envolvido nesse trabalho, as informações são inovadoras.
Ao longo dos anos, a faixa de pressão arterial identificada como favorecedora de AVC e problemas cardiovasculares foi reduzida. Agora, tudo o que está acima de 115 (ou 11,5, na leitura popular) pode aumentar os riscos. Mas ainda são necessárias novas ferramentas para o diagnóstico de pré-hipertensão.
Tanto Hemmen quanto Ovbiagele concordam que há poucas evidências científicas de que tomar remédio para baixar a pressão pode prevenir derrames. Por outro lado, os dois médicos dizem que essas descobertas devem encorajar as pessoas com pressão arterial alta, mas ainda dentro da normalidade, a mudar logo de comportamento.
Jovens e adultos de meia-idade devem verificar a pressão arterial regularmente. Se forem enquadrados na faixa mais alta de pré-hipertensão, precisam tomar medidas específicas para modificar o estilo de vida, como reduzir a ingestão de sal e manter um peso normal. (Fonte: G1)
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