quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cientistas descobrem novas e raras espécies no Oceano Atlântico


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde

Pesquisadores do programa internacional Mar-Eco descobriram animais raros e mais de 10 possíveis novas espécies em uma viagem que, segundo eles, revolucionou o pensamento sobre a vida nas profundezas do Oceano Atlântico. As informações são da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido.

Os cientistas estavam completando a última etapa do programa de pesquisa internacional, que faz parte do Censo da Vida Marinha, quando descobriram as espécies. Segundo os pesquisadores, algumas delas poderiam ser parentes próximos do elo entre animais vertebrados e invertebrados.

A pesquisa está sendo liderada por cientistas da Universidade de Aberdeen e envolve 16 cientistas de vários países, ao longo da crista do meio do Atlântico, que fica entre a Islândia e Os Açores.

A área explorada fica abaixo das águas frias da corrente do Golfo e das águas quentes do sul. Os pesquisadores utilizaram um veículo de exploração submarina operado por controle remoto (ROV, na sigla em inglês) para chegar a profundidades entre 700 m e 3.600 m.

Segundo o professor Monty Priede, diretor do Oceanlab da Universidade, os cientistas envolvidos no projeto ficaram surpresos ao ver quantos animais vivem dos dois lados da crista, e que existem diferenças entre os animais do sul e os do norte.

Fonte: Terra.com


Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese


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terça-feira, 6 de julho de 2010

Cientistas associam proteína do sangue à Doença de Alzheimer



Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde

Níveis elevados de uma proteína sanguínea chamada clusterina estão ligados ao surgimento do mal de Alzheimer, disseram cientistas nesta segunda-feira (5), numa descoberta que pode no futuro permitir um diagnóstico precoce da doença.

Os pesquisadores do Instituto de Psiquiatria do King's College, de Londres, disseram que os médicos ainda vão levar cerca de cinco anos para conseguir aplicar a descoberta em um exame que identifique futuras vítimas do Alzheimer.

O mal de Alzheimer é a forma mais comum de demência, afetando cerca de 35 milhões de idosos no mundo. A doença é pesquisada há décadas, mas os médicos ainda têm poucas armas efetivas contra ela.

Existem drogas que atenuam temporariamente os sintomas, mas inexoravelmente os pacientes acabam perdendo a lembrança e a capacidade de cuidarem de si próprios e interagirem com o mundo.

A pesquisa usou uma técnica chamada proteômica, que analisa as proteínas, em 95 pacientes. O resultado foi publicado na revista Archives of General Psychiatry.

"Descobrimos que esta proteína clusterina estava aumentada no sangue até dez anos antes de as pessoas terem sinais do mal de Alzheimer em seus cérebros", disse Simon Lovestone, que dirigiu o estudo.

"E mesmo quando eles tinham sinais da doença nos seus cérebros, eles ainda não tinham sinais clínicos do transtorno. Então isso sugere que esta seja realmente uma mudança prematura, que ocorre em pessoas que vão ter a doença."

Lovestone salientou que ainda há muito trabalho a ser feito antes que surja um exame, mas que no futuro isso será parte de uma série de procedimentos para identificar pessoas em estágio inicial da doença.

Especialistas preveem que, por causa do envelhecimento da população mundial, a incidência mundial do mal de Alzheimer irá quase duplicar a cada 20 anos, chegando a 66 milhões de pacientes em 2030 e a 115 milhões em 2050.

"Achamos que este seja o primeiro passo para incluir um exame pródromo ou pré-clínico para a doença", disse Lovestone. Um exame pródromo é aquele que indica uma doença antes do surgimento de sintomas específicos.

Após o estudo inicial com 95 pacientes, os pesquisadores avaliaram os níveis de clusterina em cerca de 700 pessoas, sendo 464 delas com Alzheimer, e descobriram uma ligação entre os níveis elevados dessa proteína e a gravidade da doença, a rapidez do seu avanço e a atrofia em uma área cerebral chamada córtex entorrinal, associada à memória.

Lovestone disse que o exame usado na pesquisa não é adequado para o uso clínico, e que o desenvolvimento de uma nova versão deve levar cerca de um ano.

"Quando tivermos preparado um exame melhor, precisamos olhar para ele em grupos maiores de pessoas, para ver se os resultados são replicados", disse ele.

"Todo o processo levará entre três e cinco anos."

Fonte: Reuters


Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese


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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Café e chá protegem contra problemas cardíacos.


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde


Tomar várias xícaras de café ou chá por dia pode proteger o consumidor de doenças cardíacas, segundo um estudo holandês realizado durante 13 anos.


As pessoas que tomavam mais de seis xícaras de chá por dia reduziram o risco de doenças do coração em um terço, segundo a pesquisa, que envolveu 40 mil pessoas. O consumo de dois a quatro cafés por dia também estaria ligado a um risco menor. Enquanto o efeito protetor cessava com mais de quatro xícaras de café por dia, até aqueles que bebiam esta quantidade não apresentavam riscos maiores de morrer por nenhuma causa, incluindo derrame e câncer, do que aqueles que não bebiam nada.


Os holandeses costumam tomar café com uma pequena quantidade de leite e chá sem leite. Houve descobertas conflitantes sobre a influência do leite nos polifenóis, considerados a substância mais benéfica encontrada no chá.


O café tem propriedades que poderiam em teoria aumentar e reduzir os riscos simultaneamente e potencialmente aumentar o colesterol ao mesmo tempo em que combate o prejuízo inflamatório associado à doença cardíaca. Porém, o estudo, publicado no “Journal of the American Heart Association” concluiu que os que tomavam entre dois e quatro xícaras por dia diminuíam os riscos da doença em 20%.


“É basicamente uma história de boas notícias para aqueles que gostam de chá e café. Estas bebidas parecem oferecer benefícios para o coração sem aumentar o risco de morte de alguma outra causa”, afirmou Yvonne van der Schouw, que liderou a pesquisa.


Ellen Mason, da British Heart Foundation, disse que o estudo reforça os indícios de que tomar chá e café em moderação não é prejudicial à maioria das pessoas e pode até reduzir o risco de desenvolver, ou morrer, de doenças cardíacas.


“Porém, é bom lembrar que levar uma vida saudável é o que realmente importa quando se quer deixar o coração em boas condições. Fumar um cigarro com seu café cancelaria completamente qualquer benefício, e tomar muito chá em frente à televisão durante horas sem fim sem se exercitar provavelmente não protegeria muito seu coração”, afirmou Mason.


Fonte: G1


Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese


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terça-feira, 29 de junho de 2010

Novidade IP


Análises do Lodo Ativado em Sistemas Biológicos



O IP – Instituto de Pesquisas, voltado à melhoria da Gestão Ambiental das organizações, agora está viabilizando uma maneira de prevenção de problemas na operação de uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).
A eficiência do tratamento de efluentes em sistemas biológicos depende de uma série de fatores nem sempre previsíveis e controláveis. É fundamental que os verdadeiros responsáveis pelo processo, os microorganismos dos lodos ativados, sejam freqüentemente monitorados.
As Análises Físico Química e Microbiológicas do Lodo Ativado permite elaborar um histórico das condições de funcionamento de uma ETE, e adotar medidas corretivas antes que problemas se agravem e se manifestem em maiores escalas, como formação de espuma, arraste de lodo e geração de odores.


Fonte: IP Instituto de Pesquisas



Postado por Jefferson Arthur Scaini Cancelier




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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Tampas acrílicas contra a Gripe no RS


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde


Estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação, como bares, restaurantes e churrascarias, no Rio Grande do Sul, passarão a ter, obrigatoriamente, bufês protegidos com "tampas" de acrílico. A medida, segundo a Secretaria de Saúde do estado, pretende prevenir a nova gripe.


"O anteparo deve ser usado para evitar que as pessoas conversem em cima dos alimentos, e haja contaminação por gotículas respiratórias", diz ao G1 Francisco Paz, diretor do Centro Estadual de Vigilância em Saúde.


A norma com as novas regras foi publicada em 22 de junho, no Diário Oficial do Estado. Entre as determinações, ainda segundo Paz, estão a obrigatoriedade de talheres embalados individualmente, após higienização, e lavatórios para os clientes lavarem as mãos. Os lavatórios, de acordo com a portaria, deverão estar em lugares estratégicos e em número suficiente, equipados com torneira, sabonete e álcool 70% ou outro produto antisséptico.


Outra determinação da portaria é que os manipuladores dos alimentos sejam afastados quando apresentarem algum sintoma relacionado com gripe.


As inspeções, segundo Paz, serão feitas por cada município, assim como a definição da punição para o não cumprimento da norma.


Fonte: Globo.com


Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese


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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Brasil quer parcerias com Argentina e Peru em Medicina Nuclear


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde


O Brasil estuda parcerias com a Argentina e o Peru para garantir sua autossuficiência na produção de molibdênio-99, elemento essencial para a produção de radiofármacos, usados em exames de imagem e no tratamento de doenças como o câncer.

No ano passado, o país sofreu uma escassez temporária do produto, depois da parada de um reator nuclear do Canadá, seu fornecedor tradicional. Teve que recorrer à Argentina, que forneceu um terço da demanda brasileira.

O presidente da Cnen (Comissão Nacional de Energia Nuclear), Odair Gonçalves, anunciou que uma missão técnica irá na próxima semana a Buenos Aires para discutir a eventual participação do vizinho no projeto e na construção do reator multipropósito brasileiro.

O reator nuclear ficará em terreno do Centro Experimental de Aramar, em Iperó (SP). Além de produzir o molibdênio-99, o equipamento servirá para teste de material e pesquisa científica.

A previsão é que esteja concluído em seis anos. O custo estimado é de R$ 850 milhões, mas até agora só foram liberados R$ 50 milhões.

O Brasil cogita lançar uma licitação internacional para a construção do equipamento ou fechar a parceria com a Argentina. Neste caso, a participação do vizinho seria por intermédio da Invap, estatal que já construiu reatores para Austrália, Egito, Argélia e Peru.

A associação seria facilitada pelos planos argentinos de construção de um reator de pesquisa próprio mais avançado, nos moldes do planejado pelo Brasil.

“Podemos unir forças para aumentar a eficiência e reduzir custos”, disse Héctor E. Otheguy, gerente-geral da Invap.

O uso posterior dos reatores, no entanto, caberia a cada país, disse Gonçalves, que participou no Rio do simpósio anual da seção latino-americana da Sociedade Nuclear das Américas.

No caso da parceria com o Peru, segundo explicou o presidente da Cnen, a ideia é modernizar um reator peruano que já produz alguns radiofármacos mas está subutilizado.

A Argentina, que construiu o equipamento, também participaria desse projeto. Caso se concretizasse, os planos incluem a criação de uma empresa subsidiária da Cnen para atender à demanda brasileira e de outros países da região.

Segundo Luiz Alfredo Salomão, assessor da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, 1,5 milhão de brasileiros são usuários de radiofármacos. “Há uma crise mundial na oferta de isótopos médicos”, disse Otheguy no simpósio.

Dos países da América Latina que têm programas nucleares, o Brasil é o único que já enriquece urânio a 19,9%, ainda em caráter experimental.

Limite máximo permitido para usos pacíficos pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), esse é o combustível dos reatores como o que será construído. O Brasil tem quatro outros reatores de pesquisa, mas nenhum produz molibdênio.

Brasil e Argentina firmaram em 2008 um acordo para aumentar a cooperação na área nuclear. Mas o presidente da Cnen descartou a possibilidade de compartilhar a tecnologia nacional de enriquecimento.

Fonte: Folha.com

Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Sabonete íntimo feminino ajuda a prevenir infecções


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde



A variedade de sabonetes íntimos femininos é grande. Mas, afinal, esses produtos realmente trazem benefícios à saúde? De acordo com ginecologistas, sim. Ajudam a prevenir infecções.

A mulher corre mais risco de contrair infecção porque apresenta uma variação da imunidade ao longo do ciclo menstrual. Além disso, a vagina está muito próxima ao ânus, o que favorece a contaminação dessa região, disse. Por isso, a higienização deve ser da vulva (região externa) e não da vagina e realizada com sabonetes íntimos que contém ácido lático que mantém o pH vaginal estável prevenindo infecções.

O pH da vagina é ácido (varia de 3,8 a 4,2), o que torna o ambiente ideal à sobrevivência dos bacilos de Doderlein, também conhecidos como lactobacilos, responsáveis pela defesa contra micro-organismos. No entanto, situações de estresse, baixa resistência do organismo, aproximação da menopausa e mudanças produzidas pelo desequilíbrio hormonal o afetam.

Se há uma queda brusca da imunidade com desequilíbrio da flora, a pessoa fica sujeita ao ataque de fungos como a Cândida, que provoca coceira intensa e corrimento, ou ainda à contaminação por bactérias que se proliferam melhor em pH mais alcalino. Outras infecções, como a vaginose bacteriana, que causa mau cheiro perceptível, principalmente após relações sexuais, podem ser predispostas por essa alteração do pH.

A dica para escolher um bom sabonete íntimo é verificar se contém ácido lático, que garante a manutenção do pH ácido vaginal. Mulheres de todas as idades podem usar, porque não há contra-indicação. Inclusive, esse produto é bastante recomendado para as que estão na menopausa e grávidas.


Fonte: Terra - Vida e Saúde

Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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