segunda-feira, 21 de junho de 2010

Osteoporose: Cuidado com seus ossos.



Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde

A baixa massa óssea (osteoporose ou osteopenia) é um grave problema de saúde pública que afeta milhões de brasileiros. Calcula-se que, após a menopausa, uma em cada três mulheres desenvolvam a doença. Entre os homens, a freqüência é de quase 10% após os 65 anos de idade.

Segundo endocrinologistas, o esqueleto é a principal fonte de cálcio do organismo. Assim, sempre que o corpo precisa, "retira" um pouco do cálcio dos ossos, e o repõe depois através da alimentação. Com a idade, este mecanismo vai se desequilibrando e, se a pessoa não tem uma boa reserva de cálcio, vai ficando com os ossos cada vez mais fracos.

Assim, osteoporose é caracterizada, basicamente, pela fragilidade dos ossos, que ficam "porosos" como uma esponja e sujeitos a um número maior de fraturas e acidentes. Na maioria das vezes, a doença se deve à falta de um hormônio feminino, o estrogênio, que ajuda a proteger os ossos e é produzido em quantidade muito menor após a menopausa.

Mas há outras causas secundárias para o problema, como a baixa produção de hormônios masculinos, a diabete, a artrite, o alcoolismo, o uso continuado de remédios feitos com cortisona e problemas na tireóide.

Se não tratada, a osteoporose progride sem sintomas por um longo tempo, até que os ossos começam a se quebrar. Num primeiro momento, surgem microfraturas (muitas vezes na região da coluna, o que causa encurvamento e diminuição da estatura). Depois, começam a acontecer as grandes fraturas, principalmente nos ossos do quadril, da coluna, das pernas e dos punhos.

Essas fraturas podem provocar danos físicos, sociais e emocionais incalculáveis: Entre as pessoas mais idosas, quase 50% ficam dependentes da ajuda de outras pessoas pelo resto da vida, e cerca de 20% acabam morrendo no primeiro ano depois da frutura, pois ficam imobilizadas e, muitas vezes, confinadas por um longo tempo, além de serem submetidas a cirurgias complicadas.

Mas, ainda que o enfraquecimento dos ossos seja uma das conseqüências do avanço da idade, ele pode ser evitado através de métodos preventivos e de tratamentos. Por isso, é fundamental que as pessoas se manhenham informadas e, depois dos 50 anos, façam os exames necessários de densitometria óssea para acompanhar o nível de desgaste dos ossos, conclui o médico.



Fonte: Saúde da Mulher

Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Atendimento Infantil em Laboratório de Análise Clínicas

Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde


Mais do que procurar a causa de uma doença, as condutas voltadas à humanização do atendimento, praticadas pelos profissionais do Laboratório Ghanem, têm propiciado a visão do paciente infantil fundamentada no conceito de integralidade do ser.


O Ghanem sagrou-se vencedor nacional das categorias “Saúde” e “Social e Ambiental” no Prêmio MPE 2008 (Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas), reconhecimento às organizações que promovem o aumento da competitividade. Nesta premiação, o laboratório se destacou no item “Atendimento”, tendo com foco a atenção ao público infantil.


Depois de alguns anos, observando os pacientes mirins no laboratório, houve um grande desejo de transformar o ambiente em um lugar acolhedor, mágico, e saudável às crianças, desmistificando o “medo” dos pequeninos aos atendimentos na saúde.


Além desse ambiente, o laboratório encontrou um poder de comunicação com as crianças que está além das palavras, a criação do “Clubinho Ghanem” que faz uso de desenhos educativos, certificados de valentia, salas infantis decoradas, balões, pirulitos, lanches e achocolatados.


“Certamente a transformação que realizamos com as crianças e com os nossos profissionais é tão pura e verdadeira que nos enche de orgulho quando os pequeninos nos pedem um abraço, pirulitos e balões e o mais importante, não choram quando chegam em nosso laboratório”, comenta a Dra. Fernanda Martinelli Amorim – Gestora de Relacionamento do Laboratório GHANEM


Por meio do Disk Ghanem (47) 3028-3001 os pais e/ou os responsáveis poderão agendar uma visita para que a criança possa conhecer o laboratório.


Fonte: Revista Educar

Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Estou Grávida, e agora?


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde

A constituição de uma família inicia com uma dúvida. Será que estou grávida? Todas as mamães e futuras mamães já se depararam com esta dúvida e o caminho à resposta é sempre o mesmo, a confirmação.

Por meio do BHCG, exame laboratorial, é possível ter a certeza. A amostra geralmente utilizada em laboratório para detectar o BHCG, hormônio presente na gravidez, é o sangue.

Ao receber a confirmação de uma nova vida a caminho, as mamães são tomadas por uma onda de felicidade. A maioria das mamães passará por este incrível e maravilhoso período de gravidez com muita tranquilidade e com muita saúde por meio de um acompanhamento médico, mas para que isso aconteça, alguns cuidados devem ser considerados.

A prática de exercícios físicos e a alimentação saudável devem ser adequadas a cada etapa da gestação e servem para preparar melhor o corpo para as alterações que estão por vir e para o trabalho de parto. Um corpo bem nutrido e preparado fisicamente terá melhores condições para recuperação, menor tempo de repouso e menor disposição para distúrbios psicológicos.

Algumas dúvidas podem surgir também com relação sobre a saúde da mamãe e do bebê que está a caminho.

O Diabetes Gestacional ocorre em três a cada cem mulheres (3%) e pode ser detectado por meio de um teste de sobrecarga de glicose e a paciente recebe uma dose oral desta substância, tendo sua resposta acompanhada após 60 minutos.

A realização do teste de Toxoplasmose serve para identificar a existência de um microrganismo capaz de ocasionar más formações fetais durante a gravidez, inclusive alterações visuais como a cegueira, mas isso só ocorre em duas a cada mil nascimentos (0,2%).

Com o acompanhamento médico periódico e com a realização dos exames pré natais, a mamãe terá a segurança de que é só uma questão de tempo, geralmente nove meses, para que ela e seu bebê se encontrem com muita saúde!



Fonte: Revista Educar


Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Laboratório Ghanem no 1º Simpósio Catarinense de Análises Clínicas


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde

O bioquímico Omar Amin Ghanem Filho; Laboratório Ghanem, Laboratório Popular e IP – Instituto de Pesquisa; palestrará no Simpósio Catarinense de Análises Clínicas da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas – SBAC – neste próximo final de semana, em uma mesa redonda com a temática “O Futuro das Análises Clínicas no Brasil e no Mundo”. Farão parte da mesa o presidente desta sociedade, Dr. Ulisses Tuma e o Dr. Irineu Greisman Grinberg do Rio Grande do Sul.


Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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Palestra com Omar Amin Ghanem Filho




"Tendências Mercadológicas, Diga Não ao Convencional"


Palestrante: Omar Amin Ghanem Filho, sócio administrador do Laboratório Ghanem.


Local: CINE TEATRO
Rua Dr. Hercílio Luz, nº50, Centro Histórico, São Francisco do Sul.
Data: 17 de junho de 2010.
horário: 19 horas.

Favor confirmar sua participação até 14 de junho por meio do sac@laboratorioghanem.com.br ou pelo Disk Ghanem (47) 3028-3001





quarta-feira, 9 de junho de 2010

Energia limpa e renovável


Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde


Terceira edição do relatório [R]evolução Energética revela que investir em fontes limpas é tão bom para o meio ambiente, quanto para a economia mundial.

Cortar emissões de CO2 produzindo energia eficiente, segura e limpa e, de quebra, gerar 8,5 milhões de empregos até 2030. Isto é viável, garante a terceira edição do relatório Revolução Energética: Um Mundo de Energia Sustentável. O estudo, lançado hoje pelo Greenpeace em parceria com o Conselho de Energia Renovável Europeu (EREC) mostra que investimentos em solar e eólica e mudanças nos paradigmas de produção e consumo reduzem pegada de carbono com crescimento econômico.

O estudo, fruto do trabalho da comunidade acadêmica e de engenheiros ligados ao setor da indústria de renováveis, traz a previsão de dois diferentes cenários energéticos, baseados no tipo de investimento e política pública para o setor. Um primeiro, mais moderado, antevê que o uso seis vezes maior de renováveis significará redução de 50% das emissões de carbono até 2050. O segundo cenário, mais avançado, prevê cortes de emissão de até 80%.

As energias renováveis representam hoje 13% da demanda mundial, enquanto 80% da produção ainda depende de combustíveis fósseis. Para inverter este valor até 2050, é preciso projetar o futuro a partir de fontes como solar, eólica e de biomassa, além de investir em eficiência energética, ou seja, mudanças nos paradigmas de distribuição e consumo de energia, como redes de transporte mais eficientes e emprego de equipamentos modernos na produção.


Entram nesta conta também as inovações no sistema de transportes público – a previsão é de que carros movidos a eletricidade componham metade das frotas nas ruas nos próximos 40 anos, e as melhoras no hábito de consumo da população, com inovações mais econômicas para computadores e equipamentos domésticos de aquecimento e refrigeração.


A quantidade de energia poupada graças a investimentos bem feitos, garante o estudo, além de compensar a demanda maior vinda de países em desenvolvimento, pode significar a possibilidade de acesso à energia para dois bilhões de pessoas que ainda vivem em áreas remotas, alijadas da rede de distribuição mundial.


"O potencial de geração de energias renováveis como eólica e solar já vem se traduzindo em números concretos de implantação no mundo, com benefícios não apenas ao meio ambiente, como também à geração de empregos e ao desenvolvimento de economias ", diz Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Energia do Greenpeace no Brasil.


Pelos cenários de crescimento traçados no estudo, até 2030 serão criados 12 milhões de empregos, 8,5 milhões apenas no setor de renováveis. O valor é 33% maior do que se continuássemos a investir somente em combustíveis fósseis. “No Brasil, o enorme potencial de sol, vento e biomassa pode proporcionar a criação de 200 mil novos empregos até 2020”, complementa Baitelo.

Leia a íntegra do relatório aqui.


Fonte: Greenpeace Brasil

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Alecrim e Carne Vermelha: Associação Saudável



Laboratório Ghanem - Paixão por Saúde



Sabe-se que cozinhar a carne em altas temperaturas cria toxinas chamadas aminas heterocíclicas, que têm sido associadas a alguns tipos de câncer. Marinar a carne diminui o risco ao evitar a formação das toxinas. Porém, um ingrediente que faz grande diferença é o alecrim. Estudos mostram que adicioná-lo à carne bovina e outros tipos de carne antes de grelhar, fritar ou assar reduz significativamente aminas heterocíclicas.

Em um estudo publicado no “The Journal of Food Science in March”, cientistas testaram extratos de alecrim em tortinhas de carne que eram cozinhadas em altas temperaturas. O alecrim foi adicionado a ambos os lados da carne antes do preparo. Quanto mais alecrim, maior a redução das toxinas (em alguns casos, houve redução de mais de 90%).

Cientistas atribuem o resultado a antioxidantes específicos presentes no alecrim: ácido rosmarínico, carnosol e ácido carnósico. Outro estudo, realizado há dois anos, comparou vários marinados e descobriu que um dos que mais protegiam era uma mistura caribenha, que, como eles escreveram, “continha quantidades consideráveis” dos mesmos três antioxidantes.

Se você não gosta muito de alecrim, ou tem alergia, tente fazer marinados com alho, cebola ou suco de limão. Segundo estudos, essas opções também são eficazes (cebola e alho muito mais do que suco de limão).

Fonte: http://noticias.uol.com.br

Postado por Luiz Paulo de Lemos Wiese

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